Narrativa RP em 1° pessoa - RP Gallywix

Caçador Humano 85
1660
Fiz esse tópico pra oficializar um RP que eu e mais uns 3 jogadores passamos à fazer logo após um evento RP que teve no Gallywix, basicamente o evento se baseou na história de um grupo de mercenários, onde lá só havia quem estava à procura de Ouro.
Bom, logo após o término do RP, e alguns jogadores terem deslogado, alguns do que participaram do evento, como eu, Hikz (com seu personagem Tharantor), Titania e Corrupeter, passamos à prosseguir a storyline, iniciamos à história à bastante tempo depois do que aconteceu com os tais mercenários, um dos personagens, o caçador Nivs logo após passado algum tempo, os destroços de batalhas quando ele esteve nesse grupo de mercenários permaneceu, ele foi envenenado em uma das batalhas e com o tempo, ele perdeu todo o raciocinio e as memórias do passado, logo após isso, Titania decidiu ficar do lado de Nivs, e ajuda-lo diante esses problemas, para não se agravar os sintomas de Nivs, titania decidiu largar o campo de batalha e partir para uma vida de um cidadão comum da aliança, com o tratado do Rei Varian, Nivs e Titania tiverem a permissão de viver entre as florestas de Elwynn, com uma fazenda para sobreviver, passou-se um tempo e chegaram a se acostumar com esse tipo de vida, até que passou à acumular as contas e as vendas com as frutas e os legumes não estavam indo bem, então iniciou a preocupação da dupla.

Agora que vocês entenderão o titulo do tópico! irei passar a contar a historia em 1° pessoa, ou melhor, eu me passarei pelo personagem Nivs pra contar a história, como por exemplo, um depoimento..Vamos lá!

Em uma madrugada naquela fazenda, ouço um grito, Titania corre imediatamente para fora da casa e peço para que ela retorne e pegue minha espingarda, saio atento de casa à procura de quem soltou aquele grito ensurdecedor, até que vejo um elfo em cima de seu cavalo, aparentemente alguem que convive numa igreja, ou algum enviado de Ventobravo..
Aquele homem confirma o que eu imaginei e diz que foi enviado pelo Rei Varian para buscar bruxos naquela floresta, me senti que ele estava me acusando de alguma forma e logo regredi, empunhei minha espingarda e mandei que ele saisse da minha fazenda imediatamente, ele negou e impôs o poder que ele tem sobre mim, falou que poderia me prender à qualquer momento, ignorei isso, virei as costas e mandei a titania entrar imediatamente em casa, pedi que ela pegasse um balde de agua no poço para fazermos um chá e esquecermos daquele 'enviado' incoveniente. Pensei um pouco, e achei que fui absurdamente rude, o que eu fiz? fui procura-lo, até que eu achei ele novamente junto de um druida, pedi desculpas e chamei eles para tomarem um chá, foi impossivel de negar, o chá da titania é um dos melhores que já tomei na minha vida! Creio que fiz esse convite não só por eu ter sido muito grosso, mas também, eu poderia arranjar problemas lá na cidade grande, e consequentemente perder a minha fazenda, bom, isso não seria legal.
O enviado de ventobravo pediu com que revistasse a casa e eu dei o direito, ele abriu os armários, viu frascos de suco e perguntou o que seria, falei que eu e a titania vendia pra sobreviver, ele analisou e teve a certeza de que aquilo era suco, ele revistou mais um pouco o armário e viu uma parte oca, onde ele quebrou e viu que havia algo brilhoso logo ali, neguei imediatamente que aquilo era meu, NUNCA VI AQUILO EM TODA A MINHA VIDA! Titania se recuou estando aparentemente com medo, creio que ela achou que ia estar em maus lençois, empunhei minha arma e pedi pra ela vim atrás de mim e que aqueles dois homens não fizessem mal algum à ela, porém mandaram que a gente fosse junto à eles para Ventobravo, já imaginei que poderia dar problemas, porém, não estive com medo.


À partir daqui foi interrompido o RP para continuar depois, porque...um de nós notamos a hora e sabe...um de nós precisamos acordar cedo...(EU).

Qualquer edição são correções e não complementação ao texto, isso se possivel farei em outros posts, grato.
Editado por Nivs em 02/02/2013 03:57 BRST
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Monja Pandarena 92
7765
<3
Tem que continuar Dx
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Sacerdotisa Draenaia 90
7290
Eu sempre preferi narrativas em primeira pessoa, apesar de só escrever em terceira. Não tenho o talento ;(

Continua!
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Druida Elfo Noturno 100
9160
continua Nivs :P
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Ladino Humano 100
16970
Vou narrar minha parte dessa historia em 1 pessoa aqui tb, até o momento que fui derrotado pelo Sha do sono e demos uma pausa =D

Personagem: http://us.battle.net/wow/pt/character/gallywix/Tharantor/simple

Foram dias longos entediantes abordo daquele navio, não suportava a presença daqueles marujos e de alguns dos demais passageiros, porem eu estava viajando em missão pela Ordem do Pacto de Prata a pedido da Alta-sacerdotisa Laurena e o objetivo era a unica coisa que mantinha em foco. Kalindor fica distante dos Reinos do Leste e por isso tive tempo para refletir sobre certas coisas até que finalmente a brisa marítima e o canto das aves me fez logo lembrar que estava novamente em terras humanas e que passaria muitos dias até que retornasse a Darnassus.

Cheguei ao porto de Vento Bravo logo ao entardecer, estava um pouco cansado pela longa viagem, mas era importante que eu chegasse a catedral sem delongas. Segui até a Alta sacerdotisa para ficar à par do porque ela havia solicitado auxilio da Ordem para algo tão corriqueiro quanto buscar por bruxaria em suas terras. Em tese, minha função se resume em ser uma ponte entre os sacerdotes de Vento Bravo e de Darnarssus, na pratica sou um assassino da igreja que remove os "obstáculos" no qual ela não pode se envolver diretamente.
Após algumas apresentações e explicações, ela me informou que estavam passando por dificuldades devido a campanha em Pandaria e não possuía investigadores capacitados a mão para trabelhar em uma investigação a longo prazo. Não fiquei satisfeito devo admitir, não gosto dos nobres humanos e tão pouco do rei Varian, mas sua ordem de expurgar a pratica da bruxaria das fileiras da Aliança precisava ser cumprida e eu havia sido enviado para auxiliar Vento Bravo. Me recolhi a um dos aposentos da catedral para segui para uma fazenda onde algumas suspeitas se recaiam pela manha.

Após um pequeno percurso a cavalo finalmente cheguei ao local indicado, uma fazenda grande onde se plantavam melancias. Nada de suspeito a primeira vista, mas uma pessoa que leva uma vida dupla feito eu sabe o quanto as aparências podem significar nada. Munido de minha autoridade concedida pelo próprio rei Varian me aproximei com os soldados do celeiro onde a pessoa aparentemente responsável pelo local trabalhava.
Era um homem de meia idade chamado Homer Campedra, e após sinalizar para que os soldados ficassem mais atrás me aproximei para abordar o homem.

Depois de um período de interrogatório, aproximaram-se um jovem humano e uma pandarena. O humano era tão arrogante que eu poderia simplesmente cortar-lhe a garganta com minha adaga só pelo fato de desacato a autoridade, porem apesar de ele não me reconhecer, eu sabia que se tratava de um dos jovens que havia se alistado no grupo de mercenários onde passamos um mês na mata.
Relevando a vontade de lhe arrancar uma dãs mãos para mostrar o quanto eu poderia fazer, apenas o adverti e foi o suficiente para ele se retirar e me deixar interrogar Homer. A pandarena também me era familiar, estava entre as fileiras de mercenários e foi severamente punida por atrasos e por indisciplina.

Mais tarde, um druida do circulo chegou ao local também pelas suspeitas de pratica de magia proibida, somente reforçando a ideia de que algo de errado aquele lugar tinha a esconder. O jovem caçador mudou suas atitudes e foi mais receptivo e respeitoso, o que proporcionou uma busca sem necessidade de uso da força na fazenda. Eu conhecia o druida de longa data apesar de não sermos intimos, ja o vira diversas vezes em Darnassus e nas reuniões do conselho. Juntos fomos até a cabana onde revistamos o local.

A lareira foi acesa pela pandarena o que tornou o local mais aquecido e aconchegante, porem eu não estava ali para uma visita. Fiz algumas buscas pelo local até chegar a um armário que a principio parecia não ter nada de extraordinário. Enquanto vasculhava, me deparei com alguns frascos e perguntei ao ex-caçador o que era o conteúdo viscoso dentro do mesmo. Segundo ele era apenas extrato de melancia, algo em abundancia na fazenda, que era usado como matéria prima de seus produtos de venda. Após uma breve analise pude confirmar e retornei a minha procura.

Continua no próximo pq acabou as letrinhas XD
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Ladino Humano 100
16970
Continuação

Anos como ladino e assassino me proporcionaram uma experiencia formidável em lhe dar com armadilhas e coisas ocultas, foi o que me levou a suspeitar da diferença sutil entre a coloração da madeira entre o fundo e o restante do armário. Foi fácil no final descobrir que era um engodo para encobrir um frasco com um liquido cinzento e com um leve brilho estranho. Entreguei-o ao druida achando que talvez ele pudesse ter alguma ideia do que se tratava e aguardei enquanto ele o analisava.
O caçador alegava não ter noção nenhuma do que se trava, talvez fosse verdade ou talvez não, afinal ele aparentemente havia perdido a memoria no ultimo incidente onde ficou acamado. De qualquer modo toda aquela situação não cheirava bem.

Eu poderia resolver o assunto mais facilmente se simplesmente expusesse-os a dores lancinantes que peguei pratica durante anos, eu faria-os confessar rapidamente, mas essa parte maligna dos interrogatórios quem costuma fazer é a própria igreja longe dos olhos do publico.
Dei ordem para que os soldados lavassem todos naquela fazenda sob custódia da igreja e de Vento Bravo para a cidade, onde seriam devidamente torturados e interrogados pelos sacerdotes de Vento Bravo.

Nesse ínterim, meu olhar perspicaz logo se dirigiu a pequena panda. Ela parecia calma e despreocupada, porem por mais que tentasse disfarçar, não conseguia enganar um mestre da dissimulação como eu. Pequenas atitudes e gestos faciais dela a denunciaram, ela tinha alguma noção sobre aquele frasco e era o que iriamos descobrir.

Dai demos uma pausa pq levei wipe do Sha do sono =D

EDIT: Essa historia fomos todos improvisando ontem, mas gostaria de deixar aqui a sugestão de eu criar uma Storyline mais abrangente a partir dessa se os envolvidos concordarem =D
Estou com algumas coisas em mente e acho que vai ser legal se concordarem

Vai ser a 4 storyline que vou fazer no WOW, então já tenho algum XP nisso e tem potencial pra ficar épico se quiserem participar.
Editado por Hikz em 02/02/2013 15:22 BRST
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Caçador Humano 85
1660

EDIT: Essa historia fomos todos improvisando ontem, mas gostaria de deixar aqui a sugestão de eu criar uma Storyline mais abrangente a partir dessa se os envolvidos concordarem =D
Estou com algumas coisas em mente e acho que vai ser legal se concordarem

Concordo totalmente!

Li sua storyline e sinceramente, pisoteou a minha, porém, a minha foi praticamente uma introdução, como podem ver, houve uns pulos e uns cortes para ir direto ao ponto, mas de todo modo, aquela ali foi a visão de Nivs Vaan Faller, ele é direto, não é um cara de palavras bonitas.
Em breve terá a continuação.
Editado por Nivs em 02/02/2013 18:26 BRST
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Paladino Humano 90
3325
Estou postando aki uma história beeeem antiga minha que não achei lugar melhor para postar,até porque tão pegando muito no meu pé por reviverforuns antigos :P

espero que ela seja bem vinda aki mesmo estando em terceira pessoa o texto,por favor perdoem os erros de portugues ou erros na lore mais de qualquer jeito acho que vale pelo menos dar uma lida por cima obs:o texto se passa no cataclysm

"Késllow, o primeiro templário"

Filho de danan,um famoso BladeMaster, Késllow nasceu em uma vila muito pobre próxima a stormwind, a famosa "vila d' ouro".

Lá ele foi treinado por famosos guerreiros seguidores de seu pai e escolheu trilhar o "caminho da espada"

Aos 19 anos de idade,Késllow virou um dos guardas reais de stormwind e,junto a seu pai enfrentou diversos inimigos poderosos aumentando suas capacidades com espadas.

Aos 24 anos Késllow já havia superado todos pupilos de seu pai e era o maior candidado a sucessor de Danan.

Aos 25 Késllow foi nomeado por anduin a servir como guarda real do rei.

Aos 29 anos Danan pretendia ensinar todos seus segredos de blademaster a seu filho porém... um ataque repentino de orcs a stormwind fez com que mais da metade dos guerreiros treinados por Danan morresem na tentativa de salvar Késllow.

a batalha se estendeu até a sagrada floresta de elwynn onde Késllow foi ferido por um ataque repentino de um orc e caiu junto a pilha de mortos que la havia... Após a batalha Késs acordo no meio dos corpos de seus companheiros caidos, ele não se lembrava de nada que havia acontecido, seu nome, quem foi seu pai, até mesmo do rei... Késs então se dirigiu até as montanhas onde fez a unica coisa de que ainda tinha lembraças... treinar!

Aos 31 anos Késs, depois de agonizar e perceber o limite de seu corpo de das artes marciais a conclusão que ele finalmente chegou... foi gratidão!

O imenso e infinito débito que ele tinha com as artes marciais que graciosamente o alimentaram, e o que ele resolveu fazer a retorno, á sua própria maneira foi 10.000 ataques de gratidão.
-Prepare seu mana,venere reze se posicione... ataque!

No inicio, ele demorava 6 segundos para completar essa sequencia uma vez, ele gastou mais de 18:00 horas para completar os 10.000 primeiros golpes de espada no primeiro dia. Depois de terminar ele dormia como se estivesse morto. Depois de acordar ele repetia os golpes, e assim foi dia após dia.

Quando se passaram 2 anos ele percebeu uma irregularidade... mesmo tendo terminado 10.000 golpes o sol não havia se posto. Quando ele completou 33 anos ele imergiu completamente. 10.000 golpes de gratidão feitos em menos de uma hora!!!!

em troca... ele gatava mais tempo rezando (foi nessa hora que Késllow passou de guerreiro para paladino).

Depois de descer da montanha a espada de Késllow... era mais rapída que a velocidade do som.

Késllow começou a ficar famoso pelos reinos do leste, a história de um ermitão que conseguiu superar os melhores mestres do mundo apenas dando golpes no ar.... Naquele tempo Kés ficou conhecido como "Águia das montanhas" e logo um seguidores começaram a acompanha-lo em suas viagens...

Késllow formo um pequeno grupo (guilda) de aventureiros que se alto-intitulavam-se "Cavaleiros Templários", Porém quando Kés completou 37 anos ele se encontrou com uma pequena vidente gnoma que fez com que suas memorias voltassem, a vidente então conta a Kés que sua mãe era uma sacerdotisa que morreu ao dar a luz ao irmão dele e que seu pai era um poderoso blademaster que procura por ele até hoje.

Késllow logo deu um jeito de se encontrar com seu pai, porém um bote da horda fez com que os guerreiros que acompanhavam danan e metade dos cavaleiros templários morressem....

Késllow tenta imediatamente salvar seu pai, porém um poderoso orc warrior "Thonan" matou seu pai na frente dele em menos de 10 segundos de batalha...

no final das contas os Cavaleiros Templários foram salvos por uma repentina tempestade que fez com que metade dos soldados da horda morressem, e pelo hunter Telan que consegue dizimar os soldades restantes....

Telan logo conta a Késllow que embora seu pai esteja morto ainda ha um jeito de salva-lo, para isso eles teriam que ir até Notundria e achar o misterioso "Lich king" aquele que consegue quebrar a barreira entre a vida e a morte...

Késllow logo prepara uma incursão para nortundria com os cavaleiros remanescentes em busca de reaver tudo que perdeu, e com a ajuda de Telan, encontrar o orc warrior thonan, o suposto lider da guild da hord "Conquistadores Regicidas" (sem criatividade para nome :P).

Com o tempo Késllow e os cavaleiros descobrem que para entrar em contato com o lich king teriam que encontrar com os lendarios Death Knights, para isso Telan arma um duelo entre o human paladino Késllow e o Blood Elf DK Scybéar,o que Telan nem Késllow sabiam era que o poder de Scybéar era maior do que o de Thonan, e Kés acaba perdendo o duelo... CONTINUA ^^
Editado por Késllow em 02/02/2013 21:38 BRST
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Caçador Humano 85
1660
Estou postando aki uma história beeeem antiga minha que não achei lugar melhor para postar,até porque tão pegando muito no meu pé por reviverforuns antigos :P

espero que ela seja bem vinda aki mesmo estando em terceira pessoa o texto,por favor perdoem os erros de portugues ou erros na lore mais de qualquer jeito acho que vale pelo menos dar uma lida por cima obs:o texto se passa no cataclysm

Concerteza sua história será bem vinda aqui no tópico, mas há outros tópicos que os jogadores colocam as fichas de seus Personagens RP lá, seria legal você colocar sua história por lá, segue os links:
http://us.battle.net/wow/pt/forum/topic/7708411474
http://us.battle.net/wow/pt/forum/topic/7708952311

CONTINUAÇÃO DA STORYLINE

Hoje, dia 2 de fevereiro (nesse post é 3 de fevereiro, pois é, madrugada, virada de dia, sabe como é) continuamos a storyline, segue a narrativa em 1° pessoa de Nivs Vaan Faller:

Aquele enviado obrigou com que eu e a Titania fosse para a interrogação, neguei, sabe porque? Porque não havia motivos para isso, eu não era o culpado, nunca utilizei magias vil ou pensei em ser um bruxo, aquilo para mim era inaceitavel, o enviado considerou como resistencia à prisão e chamou seus reforços, Titania logo sussurrou atrás de mim que iriamos morrer, neguei imediatamente a conclusão dela e continuar sem aceitar tal ato da tropa enviada de Ventobravo, pois era ridiculo aquela punição de um próprio cidadão de Ventobravo! Amo minha facção, mas creio que ela peca em apenas valorizar os nobres e pisar em nós, apenas restos. Eu regularmente ia pra Ventobravo para vender minhas frutas, e eu sempre observava mendigos implorando por golds, e é facil notar também que alguns dos mendigos já participaram de batalhas, digamos..quando eles não servem mais para nada no campo de batalha, são jogados nas calçadas da cidade, essa minha revolta deve ter se surgido diante tal atitude dos soldados..Bom, desculpe mudar o foco do assunto, continuando,
Os soldados me obrigaram à colocar roupas de detentos, e isso era ainda na minha fazenda! Aquilo se tornou dominio deles, pois é. meu ódio foi se acumulando, porém aceitei de ir à cela, era o unico jeito..Levaram eu e a titania até um pequeno centro de tropas na Vila Norte, logo após entrarmos, deixaram a gente num corredor e deixaram a gente lá até um tempo, nesse tempo, andei observando a prateleira que havia naquele corredor, tinha muitos livros, e dentre um deles, havia um de bruxaria, enquanto eu aguardava qual seria a objeção e decreto dos oficiais, fiquei lendo procurando alguma informação relevante, enquanto isso, notei que titania me olhava de um modo estranho, como estivesse desconfiando de algo, mas encarei isso como algo normal, era obrigatório eu aceitar desse modo, pois era ela que esteve no meu lado todo esse tempo. Passa-se o tempo e chega os elfos, com um andar veloz e olhando pra mim como se eu estivesse fazendo algo errado. Um dos elfos pergunta o que eu fazia com aquele livro em minhas mãos, logo falei:
- Eu não estou oficialmente preso!
- Você está oficialmente preso sim, por desacato - Disse um dos elfos
Prenderam uma corda em minhas mãos e fomos puxados até a cela, por minha surpresa, Titania não foi presa no mesmo lugar que eu, tudo bem, né? Eu estava botando fé que iria sair daquele lugar. O druida permaneceu na cela olhando pra mim, dai eu digo:
- Ei, Druida.
- Fale.
- Isso está errado, e você sabe bem que estou falando a pura verdade.
- Como assim, humano?
- Você como druida pode arranjar modos pra conseguir a verdade, Creio que você foi um dos elfos que passou metade da sua vida no sonho esmeralda, né?
- Não deveria entrar em detalhes com você.
- Porque? Ah sim, sou um criminoso. - Disse Nivs ironicamente
- Você era um caçador.
- Quê!? Puff - Nivs dá risada
- Eu sei que você não é o criminoso, mas quem seria? poderia se pronunciar?
- EU NÃO SEI!
- Dê minha palavra de que eu posso confiar em você.
- Eu dou minha palavra, druida. - Nivs sauda o druida com respeito.
- Falarei à respeito disso com Tharantor, e já volto, trarei um guarda para ficar de olho em você.
O druida foi até o enviado chamado "Tharantor" e enquanto isso um guarda com aparencia de ser bem jovem e aparentar ser bastante inrresponsavel ficou de olho em mim. passa-se horas até que tharantor se aproxima levemente, entra na cela e pede para que eu me sente, eu nego e peço para que ele me ouça, não lembro de todo o dialogo, mas ele tenta puxar alguma informação de mim, como se eu fosse culpado de algo, até que ele pede pra eu aguardar novamente que iria interrogar outro fazendeiro, com sobrenome Campedra, bom, eu não lembro de todos os nomes dos fazendeiros que me ajudavam naquele lugar. Passou-se 2 horas e Tharantor se aproxima novamente com alguns objetos na mão nada inofensivos, como por exemplo, uma faca, um alicate e outros objetos, sem contar que ele volta sem o seu veste e com bandagens sangrando
Editado por Nivs em 03/02/2013 01:16 BRST
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Caçador Humano 85
1660
CONTINUAÇÃO
Sim, pulei quase 70% do meu dia, porque esse era o ponto onde eu queria chegar.
Aquele elfo entra na cela e fica me encarando por um tempo, pergunta novamente o porque daqueles frascos, e como eu disse anteriormente, eu nunca tinha visto aquilo na vida...
Era uma sensação horrivel sentir que era o unico à saber das coisas, sem contar que eu poderia até mesmo ser o interprete de todo esse caso sem que eu saiba nem do que eu fiz!
Antes de qualquer atitude daquele cara com aparencia maléfica e que pra mim, creio que antes ele ter servido à tropa de Ventobravo, ele já deve ter passado por varios problemas, incluindo pessoal, e creio, que no fundo, aquele cara tinha um elvolvimento comigo, lembro daquele homem com tonalidade de pele escura e com estatura alta já passar por minhas terras antes, e não, não era aquela fazenda, isso me causa muito estranhamento, porém isso pode surtir bons resultados, pois, só estou tendo lembranças dessas logo após de ser jogado no xadrez sem que nem eu soubesse do motivo, tendo isso em mente, baixei um pouco da bola e passei à ouvir normalmente e responder o mesmo com o maximo de educação e respeito que eu ainda tenho, não prometi que seria muito. Ele passou à falar comigo, logo interrompi ele e passei à dizer o que eu realmente achava, o unico argumento que eu achei pra encarar a punição que acarretaram diante à mim. Citei envolvimentos dele à conspiração, e dele me corromper, era dificil de acreditar que aquele elfo fazia parte da Aliança, era uma desonrra. Logo após eu ter digo disse, ele falou baixo porém em bom som que eu já fui um "caçador" daquela cidade, algo como "caçador de ratos de Ventobravo", tive um leve espanto mas não conti a risada, foi simplesmente cômico, porém enojável a tentativa dele me corromper, logo após isso ele pega um daqueles objetos imundos e veio em cima de mim, eu estava indefeso, com roupas de detento, sentado em um banco podre, com um elfo que eu não teria nem noção do que ele poderia fazer com aquele alicate de dentes, ele veio diante à mim e disse que há pessoas que revertem sintomas de amnésia com a dor, logo após aquele argumento, caiu a minha ficha, já imaginei o que aquele cara poderia fazer, mas diante tantas vezes que eu regredi sob esse dominio deles em mim e a titania, dessa vez aceitei, pois eu não tinha mais chances alguma com alguém naquele departamento. O elfo novamente abre sua boca pra me culpar, e cita que se eu não quero falar por bem falarei por mal, como se eu estivesse escondendo algo, sendo que eu acho que é ele que me esconde o que diabos está acontecendo desde o momento que ele botou os pés em minha fazenda e jogou todos que estavam lá na cadeia. Logo após ele ter dito isso, ele me deu um soco, me empurrou diante do banco, cai em uma posição fetal e ele logo pegou minha mão, colocou o alicate de dente no meu dedo e o prensou com toda a sua força...
A dor foi insurportável, levemente tentei esconder a dor em que eu sentia com minhas reações, mas foi impossivel, meu olho foi se avermelhando e a vontade de gritar diante do ódio e a dor se a acumulando foi se agravando, apesar de ser o cumulo da injustiça, o elfo levou aquilo como algo normal e que talvez seria uma rotina pra ele, fazer a mesma coisa com tantos e tantos detentos, e ele falou em tom baixo se agora eu lembrava de algo envolvendo aqueles frascos, novamente eu neguei porém, sentia que eu lembrava de algo e quem teria envolvimento desses tais fracos, logo após minha resposta ele prensa com mais força o meu dedo, a proporção dessa iniciativa do elfo foi tomando niveis altissimos, não apenas na dor em que eu sentia mas também que aquilo poderia surtir algum efeito, logo após ele ter posto mais força no alicate gritei ensurdecedoramente que teve até um eco naqueles corredores com celas em todos os cantos, ele novamente pergunta, e com a dor que eu sentia não conseguia nem se pronunciar, mas de todo modo, citei algumas palavras chaves do que eu passei à lembrar naquele momento, algo como "fracos escondidos", "magia vil", "bau", "escondido" e o que até surpreendeu à mim mesmo, "titania", digo surpreender à mim mesmo pois eu não estava tomando conta dos meus sentidos, algo estava falando mais alto naquele momento, não era a dor, porém creio que foi a mesma que abriu as portas de lembranças que eu nunca tive ou segundo titania, nunca presenciei na minha vida. Passei à sentir que era obrigação minha de abrir um baú onde havia no canto da minha casa na fazenda, e a chave do baú ficava no segundo armário em frente da lareira, Titania trancou aquele baú e disse que nunca em minha vida seria necessário abri-lo, porém..creio que não poderia me conter naquele momento
Tharantor largou meu dedo, que naquele momento, praticamente toda a mão tava sendo dominada por uma dormencia e um formigamento absurdo, só de ver a situação do meu dedo, eu poderia ser exilado daquela cidade e do continente que eu não estaria nem mais ligando.
Editado por Nivs em 03/02/2013 10:57 BRST
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Monja Pandarena 92
7765
Todos sabem que, eu sou a vitima nesse RP
;3
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Ladino Humano 100
16970
Vou deixar meu relato do ponto de vista de Tharantor desse segundo dia de acontecimentos
Personagem: http://us.battle.net/wow/pt/character/gallywix/Tharantor/simple

A situação estava tensa naquele momento, o jovem insolente sacou seu rifle para defender a si e a jovem pandarena, não aceitava o fato de estar sendo preso. Eu poderia sem nenhum remorso cortar-lhe a garganta e ve-lo sangrar até morrer, mas não seria bom para imagem da igreja tal ato diante do publico, por isso me mantive ainda tentando agir diplomaticamente na medida do possivel. Os guardas estavam de prontidão esperando somente minha ordem, porem eu conhecia aquele jovem pessoalmente, embora não fossemos amigos, ele esteve comigo no pântano com os mercenários. Ofereci a ele a ultima oportunidade de se entregar, dei-lhe a escolha de sair me acompanhando como prisioneiro ou ser enforcado na arvore mais próxima diante de todos inclusive de sua amiga panda. O druida parecia abster-se da situação, ou preferia não se envolver nesses assuntos de Vento Bravo, então após relutar um pouco ele resolveu cooperar. Levei todos que estavam naquela fazenda até a Abadia de Vila Norte onde chegaríamos ao fundo de tudo aquilo.

Ja no local, deixamos os dois principais suspeitos separado dos demais, eles em minha opinião eram os envolvidos e os demais apenas peças nessa historia. Fomos o Druida e eu até o salão principal onde nos reunimos com os sacerdotes locais para discutir teorias e tentar analisar o frasco. Resolvi deixar o frasco aos cuidados do druida, pois ele era ligado em alquimia e possuía poderes que eu não tenho treinamento em utilizar. Certamente que ele iria descobrir algo com o tempo, mas inicialmente ele só pode afirmar que aquele liquido tinha algo de vil nele.

Resolvi passar à parte dos interrogatórios pois eu não poderia ser de grande utilidade com o liquido, o Druida resolveu me acompanhar, e fomos até os principais suspeitos. O caçador estava bisbilhotando o que pareceu irritar o Druida um pouco, a pandarena apenas aguardava com seus leves deboches. Levei-os para selas separadas e resolvi iniciar pela pequena panda, eu poderia facilmente tirar aquele jeito debochado dela, mas resolvi seguir pelo lado mais diplomático primeiro oferecendo a ela a chance de confessar. Como eu imaginei ela continuou com seus deboches e resolvi passar para a segunda fase do interrogatório.
Quando coloquei minha caixa de instrumentos sobre o banco, logo o sarcasmo dela foi substituído por uma atitude mais seria. Comecei a preparar minhas ferramentas quando o Druida aparece na porta da cela pedindo que eu o ajude com o caçador que ele cuidaria da pandarena, foi a sorte dela...
Todo o clima de tensão que eu havia criado nela já havia sido desfeito com a chegada dele, então resolvi deixar de lado aquilo e seguir para o humano, o qual eu faria falar mais cedo ou mais tarde.

Caminhei lentamente até a porta da cela e encarei o humano alguns segundos, analisei-o e ele parecia ainda saudável, o que indicava que o druida não havia trabalhado direito no interrogatório. Ele esbravejava exigindo ser retirado dali achando aquela situação toda um absurdo. Entrei na cela e dei-lhe uma ordem direta para que se sentasse e começasse a falar, dei a mesma oportunidade dele confessar tudo por espontânea vontade, mas ainda se recusava.
Iniciei sendo direto no ponto de que ele era um caçador que havia simplesmente abandonado tudo para virar um fazendeiro, e como se isso não bastasse, escondera em sua fazendo o liquido maligno. Aquela conversa dele de memoria não iria colar comigo, trabalho com disfarces e fingir ser outra pessoa é uma de minhas especialidades por anos, ja inventei muitas historias que convenceram até o mais nobre paladino, não seria aquela ridicula dele que me faria desistir do objetivo principal.
Eu ja tinha uma noção de quem ele se tratava, pois fomos companheiros de batalha anos atrás, então resolvi chama-lo de caçador de ratos, pois era assim conhecido entre os soldados só para ver sua reação. Como imaginei isso surtiu efeito nele, ele então resolveu ser mais cooperativo e disse que chegou com a pandarena a fazenda tempos atras, e que apesar de insistir na historia de amnesia, o que se lembrava era de estarem sempre juntos. Disse desconhecer sobre o frasco e que a fazenda não era dele e sim de Homer Campedra, um dos prisioneiros que trouxe junto.
Era uma lacuna nova que surgira no caso e eu precisava então aparar todas as arestas antes de continuar com ele, iria falar com os demais para confirmar essa historia e colher informações relevantes. Deixei-lhe trancado ali e fui até os outros.

Continua no proximo pq as letras acabaram =D
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Ladino Humano 100
16970
Fui direto a cela onde estava preso o dono da fazenda, o humano chamado Homer Campedra. A primeira reação do homem ao me ver entrar, foi indagar por noticias dos demais e o que aconteceria com eles, mas minha unica resposta num tom frio foi que deveria se preocupar somente em cooperar e que os outros estavam onde deveriam. Era nítido a preocupação em seu semblante, o suor lhe escorria pela testa e gaguejava bastante ao falar.
Comecei perguntando sobre o frasco, e como já esperava ouvir, ele negou o conhecimento seu conhecimento. Muito tempo ja havia se passado naqueles monte de interrogatórios que não haviam levado a nada e resolvi tomar medidas mais diretas.
Tirei minha robe e entreguei a um guarda, o fazendeiro pareceu ficar mais tenso e curioso com o que eu fazia, então envolvi meu corpo com algumas bandagens para absorver o sangue que espirraria sobre mim e amarrei o humano na parede da cela.
Imediatamente lagrimas começaram a escorrer por sua face antes mesmo de eu começar, ele ja devia ter alguma noção do que lhe esperava. Alguns golpes em seu rosto, costelas e pernas serviram apenas para me aquecer, eu era bom no que fazia e ele logo saberia disso.
Depois de cerca de meia hora, as queimaduras, os cortes e ossos quebrados me renderam uma historia bastante detalhada de como conheceu o caçador e a pandarena; eu poderia conta-la com uma riqueza de detalhes como se estivesse presente. Porem ele alegava não saber sobre o frasco, o objeto principal desta investigação.
Para finalizar com ele e convencer a mim mesmo de que não estaria escondendo a verdade sobre o frasco para proteger alguém, eu arranquei alguns dentes dele com um instrumento pontudo que penetra o dente por baixo da raiz e o fiz engolir, o sangue que cobria meu corpo havia sido absorvido pelas bandagens e eu parecia tão ferido quanto ele com tanto sangue que espirrou sobre mim. Com o maxilar deslocado e sem alguns dentes ele ainda alegou desconhecer, portanto resolvi acreditar e passar as mulheres.

A jovem dama foi bem rápido, acho que os gritos do fazendeiro de agonia já tinham surtido um efeito sobre ela, que resolveu falar sobre coisas que nem eu havia perguntado. Encarando seriamente aquele rosto aterrorizado, fiz uma unica pergunta "O que sabe sobre os viajantes e o frasco encontrado?" e já foi o suficiente para ela balbuciar entre choros tudo que sabia. Não necessitei fazer nada e ja havia terminado com ela passando agora para a velha Campedra.
Sim... a velha... fiquei na duvida a principio se era louca devido a idade avançada, ou se havia enlouquecido devido a toda aquela situação, mas fato era que ela me ameaçava como se pudesse fazer algo a respeito. Não demorei muito com a mesma, quando cortei parte de sua orelha fora, ela logo parou com as ameaças e essas se transformaram em pedidos de misericórdia. Nada do que ela dizia fazia algum sentido e resolvi deixa-la de lado para voltar a me concentrar no caçador Nivs. Juntei minhas coisas e sai, ninguém questionava nem falava nada, os guardas talvez por medo e os clérigos porque a igreja esta acostumada a fazer isso por seculos longe da vista dos fieis, talvez por isso toda religião acaba se corrompendo ao mau mais cedo ou mais tarde.

Retornei a cela do caçador humano e este logo percebeu no sangue que cobria as bandagens, apesar de preocupado e curioso, não entendeu a principio o que eram, e chegou a acreditar que eu havia me ferido. Fui mais direto e resumi o que havia descoberto, ele falava a verdade quanto a ter estado junto com a pandarena e chego de viagem a fazenda para se instalar com o tempo, queria apenas saber sobre o frasco porque apenas um dos dois restante, ou ambos era o responsável.
Deixei que ele falasse enquanto preparava meu kit, mas apenas insistia na amnesia e negava conhecimento do frasco. Estudei cada instrumento para escolher o que mais seria cabível na situação, escolhi por fim um que chamo de boca de lagarto. Amarrei Nivs sobre o banco e prendi o alicate dentado sobre seu polegar direito, ele nesse instante já estava bastante preocupado com o que eu iria fazer, e vejam só, sua memoria parecia dar sinais de que iria melhorar.
Fiz apenas uma pergunta antes de dilacerar seu dedo "O que o frasco fazia na casa?". O grito dele ecoou pela cela e Nivs apenas implorou para que eu parasse, mas repeti a pergunta e apertei com mais força. Certamente se o druida chegasse devido aos gritos, ele não aprovaria o que eu estava fazendo, ainda mais se tratando de um antigo companheiro nosso de batalhas, mas em minha opinião os fis sempre justificam os meios e por isso tentei extrair a informação.

Levamos algum tempo nessa "brincadeira" até que refrescasse sua memoria. A sorte dele é que existem magias curativas capaz de tirar alguém até mesmo dos braços da morte, do contrario não dispararia de um arco nunca mais em sua vida. O que importava para mim naquele momento era que sua memoria havia re tornado com o "tratamento" e ele contou tudo que sabia sobre o frasco.
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Boa parte do que ele me contava era apenas o que eu queria ouvir, ele acreditava que dizendo coisas que eu queria poderia fazer eu aliviar. Eu até poderia, mas sabia que se ele entrasse num estado de dor lancinante por um longo periodo, iria lembrar de coisas até mesmo de sua infancia como acontece à beira da morte. Minha teoria funcion ou como eu esperava, ele se lembrou de sua vida como caçador, do treinamento com a Leões de Azeroth, talvez tenha até lembrado de eu estar junto nesta ocasião, mas era irrelevante no momento. Sobre o frasco em si, ele disse que que tinha conhecimento da existência do mesmo apesar de não saber o que era de fato, e que havia um baú. Suas palavras trouxeram à minha memoria a cena da cabana, sim um baú velho com roupas, lembro de te-lo visto.

Tinha certeza de que a pandarena tinha algo haver com aquilo tudo: o humano com amnesia, o frasco com o liquido vil, a denuncia e todos estarmos ali naquela situação. Deixei Nivs decidido a tirar aquele ar debochado dela com mais "persuasão" do que com o humano. Cheguei a cela dela esperando que o Druida tivesse conseguido o minimo de informação, mas novamente ele não soube ser duro o suficiente para tal. Pedi que cuidasse do humano me deixando a sós com ela para poder trabalhar sem interrupções, ele não aprovaria meus métodos com certeza, apesar de serem eficientes.

Ela tentou me persuadir com palavras, mas eu estava apenas focado no objetivo final. Mal tive tempo de começar quando os guardas gritaram avisando sobre um prisioneiro em fuga. Sim o druida, não sei exatamente se por descuido ou por pena do estado do humano, o havia deixado escapar, e na confusão e correria, a pandarena também aproveitou para driblar o guarda da porta e sair.

A persegui pelas bordas da colina disposto a arrancar-lhe ambas as pernas se ela me obrigasse. Ela corria de um lado para o outro procurando uma passagem em vão, até que a encurralei em uma fenda na rocha. Com armas em punho ordenei que se entregasse, mas ela obviamente não o fez me obrigando a tomar as medidas mais eficientes. Neste momento ela revelou realmente do que se tratava toda aquela historia, possessão.

Havia um ser possuindo o corpo daquela pandarena e ele havia manipulado tudo desde a denuncia de bruxaria, para que estivéssemos todos ali por algum objetivo desconhecido por nós, não demorou muito para que o caçador e o druida chegassem. O ser usou seus poderes vis sobre mim canalizando minha maldade para me obrigar a atacar os demais e defende-la. Tentei resistir o máximo que pude, mas a unica coisa que me lembro após isso e estar caído e ferido.

O druida e o caçador estavam combatendo juntos o monstro, eu apenas tentava levantar com meu corpo parecendo pesar mais do que um Ogro usando placas de metal. O caçador aproximou-se para me ajudar a ficar de pé e o druida desmaiou, ou morreu quem sabe. Fui levado as pressas para o interior da capela e colocado sobre uma mesa. Ja estava recuperando minhas forças e os ferimentos não eram graves, o caçador saiu da sala para ir atras do monstro antes que ela escapasse, mas ele por vontade própria havia vindo até nós.

Novamente ele tentou dominar nossas mentes, mas eu estava me fingindo de gravemente ferido sobre a mesa e acabei sendo ignorado. O Druid chegou ao local ferido por flexas e cortes, as coisas fizeram um pouco mais de sentido naquele momento, a criatura não lutava e sim usava a nós para lutar por ela.

Continua =D

(Vou criar um tópico MIMIMI pra Blizz por mais letrinhas nos posts, aham)=P
Editado por Hikz em 03/02/2013 16:01 BRST
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Os dois lutaram contra a criatura por algum tempo enquanto eu me fazia de peso morto sobre a mesa, o caçador foi parcialmente derrotado e o druida, também em situação ruim, havia pelo menos deixado o monstro mais vulneravel. A criatura tinha um ponto fraco que eu já havia percebido antes mesmo de ela se revelar, o ego.

A criatura começou a se vangloriar por ter-nos derrotado facilmente, e que seu poder era acima do que eramos capaz de enfrentar, eu ainda me fingia de inconsciente. Me guiava apenas pelo som da voz dela para ter uma noção de sua localização enquanto se movia em volta da mesa para se aproximar dos outros dois. Era a unica oportunidade que eu tinha e não a desperdicei quando chegou, saltei da mesa sobre ela golpeando na rotula para derruba-la, em segua a joguei sobre a mesa onde o druida imediatamente usou algum de seus poderes pra mante-la presa. Sim a poderosa criatura havia sido derrotada por seu ego subestimando nossas capacidades.

Enquanto a criatura implorava por sua vida tentando parecer apenas uma inocente pandarena pensávamos sobre o que poderíamos fazer. O caçador humano mantinha a criatura sob sua mira enquanto eu fazia algum curativo rapido no duida e tentava desperta-lo para que pudesse curar a si proprio. Retirei a flecha de sua pata sem muita delicadeza, não tínhamos muito tempo, e finalmente o druida despertou para usar um de seus poderes de cura nele e em nós.

Veio a minha mente um ritual de exorcismo elfico normalmente executado dentro de nosso templo, era nossa ultima alternativa de resolver o problema de possessão sem matar a pandarena, então resolvemos faze-lo. O druida fez o possível para que ela ficasse presa sobre a mesa enquanto o caçador atraia a atenção da mesma para que eu pudesse executar o ritual. Eu so me focava nas palavras e para manter-me concentrado o máximo possível, pois ela novamente tentava dominar minha mente.

Finalmente a coisa foi derrotada e a pequena panda caiu inconsciente sobre a mesa, havia terminado e ninguém morreu no processo, considero isso apenas um bônus. Ela aparentemente não se lembrava de nada enquanto estava sendo controlada pela criatura, o mesmo ocorreu comigo quando fui dominado por ela, então apenas juntei minhas coisas e sai. Ela acabou ficando confusa e assustada preferindo ir em bora sem dar chance para que os demais explicassem a ela o que aconteceu e o porque de ela estar ali, eu apenas subi em minha montaria para ir me reportar a grã-sacerdotisa sem despedidas e agradecimentos, era melhor assim antes que se criasse algum laço afetivo entre nós pelo que todos passamos.

Obviamente não irei reportar tudo que ocorreu no processo, o fim justificam os meios sempre, e o que importa é que o problema com bruxaria foi resolvido com sucesso. Testemunhas? Talvez, mas soldados sempre morrem em serviço mais cedo ou mais tarde, em alguns casos "acidentes" resolvem a questão. Vou seguindo calmamente sobre meu cavalo em direção a Vento Bravo tendo em mente que mais uma vez cumpri meu dever. Religiões usa métodos sujos, mais do que se podia esperar, mas fieis serão sempre fieis...

Fim =D
Editado por Hikz em 06/02/2013 11:46 BRST
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Ladino Humano 100
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Como tinha reservado esse aqui e não precisou, vou usa-lo só pra dizer que embora essa Storyline terminou, pretendo que mais venham no futuro.

Deixo aqui tb que se algum jogador de RP precisar de minha ajuda pra alguma Storyline propria, só falar que participo de boa =D

A ficha dele ta aqui, se achar que pelas características ele pode ter alguma utilidade na historia to aew

http://us.battle.net/wow/pt/forum/topic/7708952311#8
Editado por Hikz em 06/02/2013 11:50 BRST
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Ladino Humano 100
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@Bixano

Jogamos com qualquer pessoa que curta RP, só procurar algum membro da Leões de Azertoh que é uma guild RP do gally.
Editado por Hikz em 03/02/2013 16:35 BRST
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Druida Elfo Noturno 90
6690
Tem que ser do Gallywix ? '-'
Adoro rp tb, mas, sou do nemesis '-'
Dexa eu brincar, vai ? '-'
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Caçador Humano 85
1660
@Bixaño eu sou do Tol Barad e participo pelo Cross Realm, se você leu a storyline e sacou, fique à vontade de participar também.

Observação: Eu devia reservar mais um post pois eu não teria noção que ia dar um texto tão grande, mas tudo bem, eu continuo a storyline em 1° pessoa incorporando o Nivs nesse post, a desorganização vai ser grande, mas, é o jeito. =\
Editado por Nivs em 03/02/2013 10:58 BRST
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Monja Pandarena 92
7765
Já que chegou na parte principal, vou contar eu agora xD
(Resumido)

Gritos intermináveis ecoam nas florestas, elfos oque queres de nós? Fomos acusados por uso de bruxaria.
Porque é que não entras? Esta frio aí fora, vá tome um chá, vamos fazer sentir em casa!
Encontrou algo com brilho em nossa casa, não tenho envolvimento e a ironia não pode parar
No auge da noite fomos retirados de nossa casa e levados para um lugar onde a luz não entra, interrogatório? Não importa, a ironia precisa continuar..!
Oque é que estás a fazer elfo? objetos que cortam tingidos de vermelho retirados de uma bolsa, o ar com um tom sombrio forma
Druida entra
- Oque quer? não vou falar Digo ironicamente
Magia vil? Esquecimento? Quem e porque?
Continuem procurando a resposta. O elfo entra novamente com a cara assustadora, oque é que queres de mim?
A confusão e o tom ironico causou confusão, percorro diretamente para as florestas, o elfo assustadoramente correu atrás de mim, porque não me deixas em paz?
Se o humano não sabe...
A magia vil desconhecida..
Então a panda revela a resposta...
A CULPADA ÉS TU?!
As árvores tremem ardentemente os olhos tremem assustados, animais a fugir a diversão tende a continuar? Assim mesmo 1 2 3..
Renda-se ao ódio que te faz e a raiva que te deu forças, está sobre meu controle
Vá e mate-os
Druida porque não se rende? Essa luz não irá me deter por muito tempo
Levaram-me para uma sala com grandes estantes
E então.. A alma desvaneceu

Perdoem pelos erros.. OwO
Foi pouco pois eu não fiz muita participação T_T
Me excluiram de quase tudo g-g
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