Arquivos Horádricos

14 set 2014 Cerco à Nova Tristram Haviam dias que protegíamos a entrada de Nova Tristam de hordas incansáveis de mortos-vivos.Cada hora que passava,eram menos de nós e mais deles.A pior parte era que,quando caia um de nossos soldados,ele erguia-se para lutar contra nós como um corpo sem vida,era frequente termos que lutar contra "zumbis" conhecidos,o próprio capitão Rumford já havia matado alguns dos milicianos que sucumbiram ante o cerco.Aos poucos,íamos perdendo a fé,inclusive eu. Quem nos motivava a viver mais um dia era Lea.Quando ela não estava nos ajudando a repelir os mortos,estava ajudando os feridos,embora muitos destes não sobreviviam às feridas.Mas desde que Cain desapareceu na antiga igreja de Tristam,ela não vem mostrando o mesmo ânimo. Estávamos apenas eu,Rumford e mais quatro milicianos defendendo o portão :Jack,o sobrinho do prefeito;Edgard,um comerciante que juntou-se a nós recentemente;Marco,um soldado de Caldeum que veio de lá até Nova Tristram para tirar seus pais daqui,embora ele tenha chegado tarde demais;e por ultimo Jaime,um caçador que sobreviveu ao ocorrido à Velha Tristram.Todos nós montávamos sentinela no portão da cidade,todos com armas em mão e coração saindo pela boca,embora nenhum morto-vivo tivesse aparecido ainda. -Gosto de quando fica quieto assim.Disse Edgard.Nos dá tempo para respirar. -Também dá tempo deles juntarem forças.Completou Rumford. -Porque nós simplesmente não...abandonamos a cidade?Meu tio está organizando uma caravana,poderíamos juntar todos e partir para um lugar mais seguro,Caldeum talvez.Propôs Jack. -Seu tio tenta fugir desta cidade desde que ela foi fundada,o que faz você pensar que ele vá conseguir fazer isso agora?Respondi.Rumford abafou um riso,já jaime soltou uma gargalhada que encheu Jack de raiva,mas ele não disse nada.Quem falou por sua vez foi Marco: -Eu vim de Caldeum e posso assegurar que lá não está muito melhor que aqui,os lobos de ferro desapareceram e o imperador está louco,colocou soldados abusivos para defender a cidade.Sem contar as estradas,repletas de ladrões,assassinos,bestas e até demônios,tive que pegar uma série de estradas secundárias e escondidas para poder chegar aqui vivo. -Não podemos deixar a cidade pois morreremos no caminho,mas ficar também não é a melhor idéia.Creio que estamos apenas adiando o inevitável.Disse Rumford. Permanecemos em silêncio por alguns minutos,até ele ser cortado por um grunhido.Jaime apontou o arco em direção a floresta. -Não vejo nada,disse Jaime.Apenas um pequeno movimento atrás das...Ooh droga...São muitos! Rapidamente,uma horda de zumbis surgiu por detrás das árvores..O cheiro pútrido da morte preencheu o ar,causando-me enjoo. -Vou precisar de uma aljava maior...Falou Jaime. -Jack,vá buscar os outros!Ordenou Rumford enquanto tomávamos nossas posições. Jack então disparou cidade adentro,voltando com mais oito milicianos.Avançamos contra os mortos,espadas,escudos e arcos em punho.Com um golpe,cortei o braço de um morto robusto,depois com um golpe de escudo,derrubei-o e finalizei ele com uma espadada na cabeça,bloqueei uma investida pelo flanco e atingi o zumbi agressor com um golpe certeiro no pescoço.Um por um,os corpos mortos foram caindo,o som de espadas cortando a pele morta e das flechas assoviando sob nossas cabeças ecoou pela cidade.Embora muitos dos deles caiam,não parecia que eles teriam fim,saiam de todos os lugares,até do chão. Foi então que um torso agarrou Edgard,mordendo a perna dele,fazendo-o cair de dor.O torso então avançou em direção à sua cabeça e socou-a freneticamente,esmagando o elmo e desfigurando a face dele.chutei o torso para o mais longe possível e olhei para o já morto Edgard que,por trás do metal retorcido do elmo e do sangue,fitava o ar com expressão de pânico.O pobre rapaz não era um soldado nato,não havia sido feito para este horror. Não havia tempo para luto,ainda haviam muitos.Olhei para Marco e vi que,de alguma forma,ele havia se ferido,mas ignorava o machucado,ainda investindo contra os zumbis,derrubando de um por um com graça,seu treinamento de soldado havia sido bastante efetivo. Parecia que finalmente estavamos levando vantagem,tendo cada vez menos deles.Foi então que eu senti um golpe poderoso em minha cabeça.Um dos zumbis havia me acertado um soco,eu caí,então o zumbi jogou-se em cima de mim,lutei o maximo para tirar ele,mas o morto era corpulento e forte.Então ele cravou seus dentes em meu ombro,atravessando a minha ombreira e fincando-se em minha omoplata.Senti uma dor lancinante enquanto o cadáver triturava meus ossos com sua poderosa mordida.O sangue jorrava por detrás de minha armadura,senti a vida se esvaindo de mim.Foi então que um poderoso raio de gelo atingiu o corpo,atirando-o para longe. Tentei ver quem era o autor de tal magia,mas minha visão estava escurecendo,consegui ver apenas uma silhueta feminina aproximando-se enquanto repelia os outros zumbis.Ela então,após erradicar os zumbis remanescentes,aproximou-se de Rumford,Bgenu1 14 set 2014
12 ago 2014 LIVRO DE CAIN - O INICIO DA JORNADA DE LÉA Olá pessoal, estou trazendo para o canal, uma narração do Livro de Cain , mostrando uma parte da história que dentro do game, não é mostrada para nos jogadores, é uma ideia que ainda está no inicio, mas se gostarem do primeiro video a respeito sobre a historia do Deckard, peço criticas construtivas que vão ajudar na melhoria dos videos a respeito da história. Se gostarem, peço a ajuda , e obrigado por qualquer que seja o tipo de comentário. https://www.youtube.com/watch?v=cJw9Gs1xEKo https://www.youtube.com/watch?v=cJw9Gs1xEKoMaikon0 12 ago 2014
11 ago 2014 O portão “Eu não tinha escolha,” sussurrou Gregório, baixinho, esfregando os nós dos dedos freneticamente.“Eu tinha que fechá-lo! Era meu dever, meu único dever”. A sinfonia que tocava era insuportável, fazendo o homem levar as mãos aos ouvidos. Do lado de fora da casamata, gritos, choros e batidas ecoavam, acompanhados pelo som das unhas que arranhavam o metal e se quebravam. “Meu dever”, repetia o homem, como os mantras que os monges de Ivigorod entonavam, com a exceção de que este não lhe trazia a menor paz de espírito, por mais que se apegasse a ele. “Mantenha a atenção na praça soldado! Eu quero saber quando eles alcançarem a muralha!”Disse o capitão da guarda rispidamente, enquanto inspecionava as casamatas espalhadas pela muralha que cercava o centro da cidade. Gregório sentiu-se nauseado, obrigado a olhar para a multidão desesperada. “Sim senhor,” disse mecanicamente, sem o menor entusiasmo ou convicção. Não bastasse ter condenado todas aquelas pessoas, assistiria o massacre da primeira fila. Há alguns anos atrás, todos os moradores estariam protegidos atrás dos muros, já que o “centro” atual era tudo o que havia, uma bela e segura cidade murada. Mas a prosperidade chegou e a cidade cresceu. A expansão da muralha, contudo, foi plenamente rechaçada pelos moradores por seu alto custo material e humano, além do que, na ocorrência de qualquer eventualidade, bastaria correr para a área segura. Os cidadãos, obviamente, não contavam com a covardia do prefeito ou com a rapidez do ataque dos homens- bode. O soldado ateu-se a esta linha de pensamento. “Eles são responsáveis por sua própria desgraça,” falou para si mesmo enquanto observava a turba, que agora urinava e cagava nas próprias vestes. A culpa não perdeu uma grama sequer. Só lhe restava assistir e rezar para que as pobres e desafortunadas almas presas do lado de fora tivessem uma morte rápida. O primeiro homem-bode apareceu no limiar da praça e, seguindo o exemplo da multidão, Gregório molhou as próprias calças. Na mão esquerda, o mostro carregava um enorme machado sujo de sangue, e na direita, um feto humano, semidevorado. As pessoas espremeram-se com ainda mais força contra o portão, fazendo a estrutura de ferro gemer. Mais das criaturas juntaram-se à primeira, portando desde espadas e lanças até cajados e arcos. Movimentavam-se sem pressa, saboreando o momento, deleitando-se na expectativa da orgia de sangue que se seguiria. A expressão nos rostos dos caprinos lembrava vagamente um sorriso humano. E foi com aquela expressão que iniciaram sua lenta caminhada em direção ao portão. Enquanto a multidão formava uma massa cada vez mais compacta junto à muralha, Gregório vislumbrou uma cena estranha no meio da praça. Um homem trajando uma pesada couraça de ferro encontrava-se ajoelhado junto a uma criança pisoteada. Um tomo antigo estava aberto em sua mão esquerda e sua boca recitava o conteúdo com bastante atenção. Luz emanava da mão direita, pousada no coração do menino, que se levantou e tornou a se juntar aos desesperados. Para o espanto do vigia, o homem de armadura não seguiu o garoto na tentativa fútil de salvação. Ele virou e encarou os caprinos. Fechou o livro e deixou- o cair enquanto se erguia. O tomo, preso por uma fina corrente de ferro, repousou em sua cintura. Os monstros não pareceram notar, ainda focados nas presas que se acotovelavam a frente. Um clarão emanou do homem, e o sorriso dos khazra desapareceu, substituído por um ódio salivante. Somente o soldado da luz estava em suas mentes agora. Gregório reconheceu o homem como um membro da ordem dos templários, embora não pudesse imaginar o que o atraíra àquela cidade. O templário puxou duas grandes facas que se encontravam presas às suas costas e avançou com velocidade brutal em direção ao primeiro homem- bode. O golpe, como uma tesourada, arrancou a cabeça do caprino, que se esvaiu em sangue. O movimento, contudo, não reduziu o poder da arrancada, que atordoou os demais demônios. Quatro mais caíram vitimas das lâminas, mortos ou incapacitados. A reação não tardou. Um machado, brandido por guerreiro enorme, acertou o flanco esquerdo do templário, atravessando a armadura e estilhaçando o osso. Flechas perfuraram as pernas na altura dos joelhos, derrubando-o. O monstro com o machado aproximou-se para terminar o serviço. Gregório preparou a besta e atirou. Por mais que suas mãos tremessem, o virote acertou o grande khazra em cheio, estourando o globo ocular e atingindo o cérebro. Seus colegas na muralha, inspirados por seu exemplo, fizeram o mesmo. O capitão berrou, frustado pela antecipação do ataque, mas nada fez além de xingar. Uma chuva de virotes e flechas choveu sobre os caprinos, enquanto o templário se arrastava pelo chão, arrancando as hastes de madeira que saiam dos joelhos. Um novo clarão de luz e sua mobilidade melhorou um pouco. Um caprino pulou em cima dele, com sede de sangue. O guerreiro sagrado tateou o chão em busca das facas, sem sucesso.sargeras6663 11 ago 2014
2 ago 2014 1ª Impressão - Diablo III Video: https://www.youtube.com/watch?v=SlmdKNDY82g Abertura: https://www.youtube.com/watch?v=99ZYIECx1Vw Encerramento: https://www.youtube.com/watch?v=EyCnpuJK68M Canal: https://www.youtube.com/user/denzelmutsumeDenzeru1 2 ago 2014
2 jul 2014 A lore daqui pra frente - sobre Diablo Então, a essa altura do campeonato, não há quem não tenha fechado a expansão, e caso não seja seu caso, NÃO continue para evitar os spoilers... Enfim, maltael é derrotado, após absorver a pedra negra das almas, contendo a essência de diablo ou o mal supremo como ele é conhecido agora. Pelo que entendi, diablo subjugou os outros irmãos ao se tornar o mal supremo, ok. Àdria já nos faz uma premonição logo quando vamos enfrenta-la, de que diablo voltaria, que seriamos nós que o libertaríamos, o que de fato aconteceu, ele está "livre" só não sei se volta, como volta ou quando volta. Esta é a questão: Que eu me lembre, sempre que diablo é morto, sua alma fica vagando para posteriormente retornar ao inferno ardente. É isto que acontece quando Imperious o "mata" naquela animação de 5 minutos, onde os demais anjos do conselho angiris preferiam que ele apenas fosse capturado, já que reencarnaria mesmo. Nesse caso, ao serem "banidos" para terra, os até então 3 irmãos vieram em suas formas físicas creio (isso não ficou claro pra mim), e foram derrotados e tiveram suas almas aprisionadas nas pedras das almas, justamente para não reencarnarem. Agora só não sei se eles reencarnariam em santuário ou no inferno. A questão é, que com o fim de ROS, as brechas deixadas para uma futura expansão, que acredito que sim acontecerá, ainda mais agora que o jogo entrou nos eixos novamente, são muitas. Evidente que se espera a volta de diablo, nem que sendo o mentor por trás de um novo mal (adiar a volta dele para uma 3a expansão seria inteligente ao meu ver), mas ficam as especulações: O que aconteceu com a alma dele? Ficará vagando em santuário? Influenciando outros nefalem? Será que no fim, quando tyrael menciona que o nefalem será futuramente tentado pela corrupção, era referência a isto? Lembrando que leoric foi tentado por diablo, que não conseguiu possuí-lo embora o tivesse enlouquecido, mas estava preso em sua pedra das almas na época. O que será que pode acontecer, caso sigam a lógica da lore até aqui? Eu pessoalmente acredito que ele deve voltar, mas a questão é como... Eu creio que ele deva nascer no inferno ardente, e como agora não existe a pedra mundo para proteger santuário, e aquela cratera no lugar dela, de onde vinham os demônios... É tem muito pano pra manga.Akernak0 2 jul 2014
24 jun 2014 PDFs Perdidos Estou com problemas para baixar os arquivos PDF das duas novas histórias, “A Órfã e o Joalheiro” e “Irmãos de Armas”, acessadas através do Guia do Jogo. Simplesmente aparece uma tela branca dizendo “File not found”. Será que o arquivo não está pronto? Ainda não foi "uploaded"?ChrisKlemz3 24 jun 2014
9 mai 2014 Fechei o game e agr cm upar ate 60? Fechei o game em um dia e acabei lvl 43 e agr onde upo? que quest repito? ou que spot bom tem para mim farmar.... Acabei no modo perito, estou com ekips que aguentam de boa mestrePerseguidora1 9 mai 2014
8 mai 2014 Jogar bebaço! Bom dia a todos, ontem a noite fui sair com a minha namorada, com aquela vontade loka de continuar jogando esse jogo do demoin... quando cheguei bebaço ainda assim quis jogar, e não deu outra, morri pá baralho, fiquei pobre pobre de marré marré. Pergunta: vcs já jogaram bebos?? Se sim, conte-nos uma boa história!!Augusto21 8 mai 2014
29 abr 2014 Crônicas de "Berserk o Imortal" ATO IV “Mil cairão ao meu lado. Dez mil cairão a minha direita. Mas eu, o Bastião de Arreat não posso me dar ao simples luxo de cair”. ATO IV “A INVESTIDA DE BAAL” Parte I Um raio cai do firmamento até o chão, clareando uma terra que logo se tornará vermelha. Um segundo depois uma trovoada chama a atenção para o céu cheio de nuvens negras carregadas, que anunciam a chegada de uma tempestade. O vento sopra forte e logo gotas grossas começam a cair. Pouco tempo depois aquele grupo de Bárbaros está completamente encharcado. Chegando cada vez mais perto, aqueles bárbaros vêem que seu numero é cem vezes menor. Logo eles estarão se digladiando com mais de dez demônios por vez, e a cada dez mortos chegarão vinte no lugar. Balduk olhando para o céu, fecha os olhos e aprecia aquela forte chuva. Ele da uma respirada profunda e volta a olhar para o exercito de demônios que já esta perto. Ele olha para os lados e vê seus companheiros. A hora chegou, todos da linha de frente puxam o ar enchendo seus pulmões, ao mesmo tempo soltam um grito de guerra ensurdecedor, correndo de encontro com o imenso exercito demoníaco. Em menos de um segundo, milhares de pedaços de demônios estavam voando pelos ares. Todo aquele sangue jorrando, caiu como uma chuva vermelha. O exercito demoníaco estava sendo “perfurado” por aquele pequeno grupo de bárbaros, que atravessavam os demônios tão facilmente como uma faca atravessa a manteiga. Depois de pouco tempo os bárbaros estavam cercados. O imenso exercito demoníaco os engoliu com todo aquele volume e continuam a avançar em direção a Arreat. Balduk urra, entrando em um estado emocional que os bárbaros chamam de “Fúria de Batalha” avança contra cinco demônios. Com os dentes escancarados, ele solta uma gargalhada, não podendo segurar toda a sua excitação. Ele usa um machado em uma mão e uma espada na outra. No encontro com os três primeiros demônios, uma cutilada ligeira os degola, sem ao menos diminuir o passo ele vai de encontro aos outros dois que são maiores. Aqueles dois demônios tinham no mínimo o dobro do tamanho de Balduk, mas isso nem ao menos o intimidou, só aumentou suas expectativas. Os dois demônios usavam uma grande clava de madeira e avançam em direção aquele pequeno bárbaro. O primeiro demônio, vendo que o bárbaro já estava ao seu alcance, bate com a clava no chão com a intenção de esmagá-lo. Balduk agilmente evade da frente da pancada e usa a clava e o braço do demônio como uma “rampa” para atacar a cabeça daquele grande demônio. Com sua mão direita, ele da uma estocada com a espada que atravessa a cabeça do demônio entrando pelo olho e varando pela nuca. Com sua mão esquerda da uma machadada, que se enterra no crânio do demônio. O ataque é fulminante, em menos de um segundo o grande demônio está no chão e Balduk ainda esta em cima dele com suas armas enterradas na cabeça do desafortunado. O outro demônio não entende como que seu companheiro pôde cair tão rapidamente, mas irá aproveitar aquele momento para esmagar aquele pequeno bárbaro que está em cima do seu antigo companheiro de guerra. Segurando com as duas mãos, o grande demônio bate com força, mas tudo que consegue é terminar de vez com a vida de seu antigo companheiro, que teve a cabeça esmagada por aquela clava. Balduk era ágil demais para aqueles grandes e desajeitados demônios. Tamanha foi sua agilidade, que o demônio o perdeu de vista. Logo o demônio sente uma forte dor na perna direita e cai imediatamente. Balduk acabara de decepar sua perna. Caindo de bruços, o demônio está no chão indefeso e Balduk subindo em suas costas, começa a trucidá-lo até que não sobre mais um sopro de vida naquele corpo abissal. Balduk ri, está apenas se aquecendo. Ele olha para os demais em volta que sorriem fazendo um sinal positivo com a cabeça. O dia está apenas começando e eles têm muito trabalho a fazer.XxBerserkxX20 29 abr 2014
18 abr 2014 Contos da cruzada-O fardo de um nome(Pt-1) -Epilogo- Os dois guerreiros se mantinham em pé,um olhando para o outro,ambos ofegantes,um vestido em uma corpulenta e bastante desgastada armadura negra,empunhando um enorme escudo branco em uma mao e uma espada colossal na outra.O outro já bastante ferido,usando uma armadura leve e empunhando duas espadas,uma em cada mao. Ambos dispararam na direçao um do outro,o impacto criou um estrondo ensurdecedor,e o escudo do guerreiro maior caiu bem longe,o outro rapidamente chutou seu peito,e ele caiu no chao. O olhos do guerreiro de armadura negra queimavam em uma cor vermelha infernal,o outro pegou a espada do guerreiro maior do chao,e lentamente a pousou no peito dele. -Voce nao entende!!-esbravejou o grande guerreiro caido no chao-Nos podiamos governar o mundo!! O outro com a espada no peito do guerreiro de armadura,fecha os olhos,com uma visivel angustia. -Voce sucumbiu ao mal que mais desprezava mestre-disse ele em melancolia-voce nao e mais digno no nome que carrega Jovinkar,eu sei que o cruzado que segui por anos ainda esta vivo dentro de voce,que Akarat tenha piedade de sua alma. O aprendiz entao enterra a grande espada no peito de seu mestre.O vermelho que dominava nos olhos do mestre desaparecem-Me desculpe...-Sussurrou o guerreiro de armadura antes de morrer. ------------------------------------------------------------------------ -Conto 1- A porta da taverna abriu bruscamente,e um grande homem usando uma armadura negra e um escudo branco,empunhando uma enorme espada entrou,seguido de um garoto franzino e baixinho,o homem recostou o escudo e a espada em uma parede qualquer e se sentou em uma mesa. -Uma taça do seu melhor vinho taverneiro!!-Gritou o homem-E rapido,estou morto de sede! O garoto baixinho colocou sua mochila no chao e se sentou ao lado do grande homem a quem acompanhava. -Entao,voce ja esteve aqui antes?-perguntou o moleque franzino- -Sim,mas isso ja faz muito tempo,quando meu mestre ainda estava vivo... O garoto entrelaçou os dedos sobre a mesa,e olhou para o homem. -O Governante corrompido...-sussurou o menino- -Shhh-resmungou o homem-nao vou falar disso aqui e agora,foram tempos sombrios. O taverneiro entao chegou com duas taças e uma jarra de vinho-Bem vindos a taverna do novilho esquartej.. O taverneiro engasga brevemente quando se da conta dos simbolos Zakarum na armadura e no escudo do recem chegado,uma pequeno sorriso toma conta dele -Hehe,eu nao sabia que cruzados bebiam vinho O homem pega a taça de vinho,e a vira em uma golada-Digamos que eu sou um tipo diferente de cruazado,digamos que minha vida e mais animada que a da maioria. -Fiquei sabendo que voces assumem o nome de seus mestres quando eles morrem,entao,qual seu nome?-Perguntou o taverneiro calmamente enquanto limpava a mesa com um pano umido. -Jovinkar-diz o homem rapido e rasteiro. O taverneiro entao para de limpar,umas 5 ou 6 pessoas,espalhadas nas mesas da taverna começam a olhar de relance para o cruzado. -Faz muito tempo que nao escuto esse nome-diz o taverneiro com medo visivel em sua face. -Uns 25 anos pra ser mais exato-diz o cruzado enquanto enche novamente a taça com vinho.-Arranje um quanto para a gente,acho que vamos passar umas noites aqui em Tristram.Valadog1 18 abr 2014
13 abr 2014 Crônicas de "Berserk o Imortal" ATO II “A invencibilidade repousa na defesa, a vulnerabilidade revela-se no ataque” “Berserk o Imortal” ATO II "O MONTE ARREAT" Chegando ao Monte Arreat, Krogh foi bem recebido por todos, logo ele foi direcionado aos trabalhos mais pesados, Krogh os fazia facilmente, pois nenhum trabalho que recebera ali chegou perto da dificuldade de empurrar aquele moinho, isso acabou gerando inveja de alguns homens e comentários entre as mulheres. Naquela semana Garot um dos líderes conversava com Milton enquanto eles observavam Krogh trabalhando: - Garoto forte, faz muito bem seu trabalho e nunca reclama - É... também pudera, levando em conta as condições que eu o encontrei – diz Milton - E quem diria, uma pessoa dessas encontrada no fim do mundo, mas é uma pena que já esteja um pouco velho, senão poderia ter se tornado um grande combatente – diz Garot enquanto cruza os braços e observa todos da vila em suas atividades diárias, então Milton olha para o velho companheiro e diz: - Tens certeza que esse moço não pode se tornar um combatente? – Garot ri dizendo: - Milton, nossas crianças são iniciadas desde os cinco anos de idade, ele parece ter uns vinte, são quinze anos de atraso - Milton então diz: - O que você chama de atraso, eu chamo de treinamento físico jamais visto, olhe como ele carrega aquela carroça tão facilmente como um cavalo – então Garot diz: - De que adianta toda essa força, se até uma dama treinada na arte da esgrima pode facilmente matá-lo com um golpe fatal? – Milton responde: - Mas eu sinto algo nele, sinto como se nada nesse mundo pudesse tomba-lo – Garot então diz: - Oras Milton, pare com essas bobagens... – logo ele é interrompido por Milton que mostra um dos jovens combatentes nervoso, pois sua prometida olhava para o novo integrante da vila e depois de gritar com ela foi de encontro a Krogh, então Garot na intenção de apartar futuras brigas da um passo, mas Milton põe a mão em seu ombro dizendo: - O que acha de tirarmos a prova? – então Garot exclama: - Ele será massacrado! Balduk é novo, mas é um ótimo combatente – Milton diz: - Só um pouco, se a coisa ficar séria então nos intrometeremos, não se preocupe, Balduk nem está armado – O jovem ao chegar perto de Krogh percebe que tem um palmo a menos de tamanho e uns 30 kilos de diferença, mas ele é um combatente da vila, já cumpriu uma missão de escolta da caravana que por sinal foi atacada por bandidos desavisados, ele mesmo despachou 3 deles facilmente, bater em Krogh seria fácil como bater em um cavalo, pois ele é um mero carregador de peso sem nenhuma habilidade e logo depois de umas boas pancadas ele pedirá desculpas por se exibir para as mulheres. Seguindo essa linha de raciocínio ele não pensa duas vezes em por a mão no ombro de Krogh que acabara de deixar uma tora no chão, puxando o ombro para o lado Balduk faz com que Krogh se vire para ele e rapidamente desfere um murro no queixo seguindo a política de “bata primeiro e depois faça as perguntas”, Krogh não entende por que diabos perdeu o equilíbrio e caiu no chão, teria chegado perto demais da traseira de um cavalo e levado um coice? Logo essa resposta é esclarecida quando a tontura passa e ele olha para quem o atingiu, Krogh então percebeu que ali era um pouco parecido com seu antigo lar, se não trabalhar direito aprende na base da pancada. Krogh então se levanta e continua com seu trabalho, dessa vez ele tentará fazer diferente para não receber a punição, mesmo sendo menos dolorosa que as chicotadas do moinho, ao passar perto de Balduk, Krogh tropeça em algo e cai novamente, mas não havia nada em seu caminho pensa Krogh, ao olhar para trás ele vê que Balduk havia deixado o pé para que ele caísse, então Krogh percebe que aquilo não se tratava de punição, e sim de algo pessoal, Balduk diz: - levante-se, não consegues ficar de pé? Você está mais para um grande e desajeitado saco de batatas HAHAHAHAHA!!!!!XxBerserkxX8 13 abr 2014
20 mar 2014 me ajudem com os mercadores onde eles estão? bom gente eu to preucurando feito loko por todos os atos e não axo esses seguintes mercadores: vendel,o armoreiro larrra alguem que ja encontrou eles e se lembra onde normalmente eles ficam poderia me falar pelomenos o ato?e a aprte em que eles ficam?devil4 20 mar 2014
16 mar 2014 Pagina do Clã Garakikineh, muitas dicas!! Pagina do Clã Garakikineh, grupo de amigos que se reuniu através do game para matar e dropar muitos lendários, esta página está dedicada a muitas dicas e diversão, porque com diversão tudo é mais prazeroso. Faça parte você também, curtem nossa página!! Os maiores Nefalens estão aqui!! https://www.facebook.com/GarakikinehDarkEvil0 16 mar 2014
15 out 2013 Pesquisa Para Tcc Boa noite Pessoal, Uma amiga minha está fazendo o TCC (trabalho de conclusão de curso) dela sobre o comportamento dos clientes da Blizzard. Se vocês puderem ajudar, é só preencher o questionário, não demora muito e dá uma força do tamanho do Diablo :) https://pucrs.qualtrics.com/SE/?SID=SV_0rLzngJyuqsTrLf Muchas Gracias,Shaddy0 15 out 2013
12 jun 2013 0 16,23,42, 4,8,15.Triplex4 12 jun 2013
9 jun 2013 alguem ja axou esses diarios? a arvore dos enforcados diario de warriv diario da velha tristam uma pagine de grimorio de lázarus loucura! (obs:são todos do ato 1) alguem ja axou algum deles?onde fica?devil4 9 jun 2013
26 mai 2013 conquistas de campanha ajuda!!? Olá,gostaria de que quem tivesse conhecimento na onde fica essas seguintes conquistas sera que poderia postar aki? -Campanha,ato 1,Só uma lida rapida: Balinha de talic,o defensor. Lembretes de adená. Diário da rainha asylla. Diário antigo de cain,parte 2. Diário de gillian,parte 2. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Campanha,ato 2,evento,nichos e reentrancias,julgamento de caráter: -Evento: Espiritos guardiões. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -Nichos e reentrancias: covil corrompido. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -Jugamento de caráter: Diário de um servo Diário enegrecido -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- E onde eu encontro o bashiok?devil0 26 mai 2013
22 mai 2013 Crônicas de "Berserk o Imortal" ATO IV Final “No fim só os fortes prevalecem”. “Berserk o Imortal” ATO IV “A INVESTIDA DE BAAL” Parte final. Caminhando em direção a Maria, Timok pretende acabar com tudo aquilo logo, mas reconhece que aquela mulher conseguiu aniquilar quatro de seus servos e é merecedora de sua atenção. Timok então anda cada vez mais depressa em direção a Maria até chegar a ponto de correr. Ele segura seu machado com as duas mãos, será um ataque de carga rápido e poderoso, nenhum humano jamais sobreviveu a esse movimento. “Timok o obliterador da fé” está dando a aquela mulher a honra de morrer por um ataque fulminante. Porém algo acontece antes que Timok conclua sua investida, um enorme impacto vindo da terra o atordoa. Ele sente que vai cair, então antes que isso aconteça, ele se apóia com seu machado, parando de correr. Maldito seja aquele Bastião, usou um momento oportuno para me atacar pelas costas, pensa Timok enquanto se recupera. Logo ele sente uma forte dor em sua perna. Aquela mulher também se aproveitou e está me atacando, um ataque muito preciso, pois encontrou as frestas de minha armadura pensa Timok. Então quando a tontura começa a passar Timok sabe que está na hora de dar o troco. Ele irá aniquilar aqueles dois bárbaros de uma única vez. Ao se recuperar completamente ele tem uma surpresa, o Bastião não se moveu de seu posto, essa mulher fez tudo isso sozinha? Pensa Timok enquanto olha para os lados e confirma sua teoria. Essa mulher fez muito bem até agora, conseguiu me ferir, mas terá uma surpresa muito desagradável quando puxar sua lança pensa Timok enquanto ergue seu machado para atacar Maria. Então é quando Maria desenterra sua lança da perna do grande demônio. Está na hora de sentir o sangue do inimigo. Maria sempre adorou se banhar com o sangue do inimigo, isso a fazia se sentir mais forte, sua sede por sangue inimigo era insaciável, quando mais sangue ela se banhava, mais ela queria. Porém esse sangue era diferente, aquele sangue a queimou como fogo, não, pior que fogo, parece que Maria acabara de cair de cara no inferno ardente. Mesmo com todo aquele sangue queimando todo seu corpo, Maria teve que ignorar aquela dor e se concentrar em se defender daquele enorme machado que estava vindo em sua direção. Colocando seu escudo na frente ela recebe todo o impacto e é arremessa alguns metros para trás. – Malditos sejam esses escudos indestrutíveis - Diz Timok andando em direção a Maria. Maria aproveita a queda para rolar no chão e tirar um pouco daquele sangue dos infernos e se levanta em seguida. Maria então o encara e começa a rir, jogando seu escudo fora. - Do que está rindo humana? Sua sanidade a abandonou? – Diz timok se aproximando cada vez mais. - Estou rindo porque você está prestes a cair em desgraça. Volte para o inferno!!!!! – Segurando a lança com as duas mãos, Maria da um pequeno salto e encrava sua arma no chão criando um terremoto tão forte que abre uma enorme fenda que vai em direção a Timok, logo a fenda toma tamanha proporção a ponto de engolir o grande demônio. Timok cai em meio a enormes pedras dentro da fenda criada, que de tão profunda não se dá para ver o seu interior. Se eu com minha lança consegui atravessar sua perna, com certeza essas enormes pedras o esmagaram por completo, pensa Maria escorada em sua lança por estar exausta após usar o movimento. Naquele momento o grupo de Berserk urra em um único grito vibrando com a derrota do grande demônio, os poucos que sobraram da elite de Timok estavam sem reação não acreditando no que acabara de acontecer. Nesse momento os bárbaros terminam o serviço e acabam com a vida do resto dos demônios que não apresentaram nenhuma resistência após ver a derrota de seu líder com os próprios olhos. Após o ultimo demônio tombar todos comemoram e gritam o nome de Maria que sozinha derrotou o chefe da elite de Baal, Berserk ergue seu malho e diz: - Um viva para “Maria tomba homem”, que prevaleceu sobre “Timok o obliterador da fé” – Maria por sua vez não era do tipo que comemorava, escorada em sua lança ela encara a fenda imaginando se realmente o demônio estaria morto lá embaixo. Porém os temores de Maria se tornaram reais, de dentro da fenda uma mão grande se agarra na borda, logo a outra enterra o cabo do machado no chão para conseguir apoio para subir. Era Timok envolto em uma aura translúcida e visivelmente sem nenhum arranhão. Imediatamente as comemorações cessam e todos se armam encarando o grande demônio. Timok depois de terminar de escalar diz: - Tolos, os bárbaros de Arreat podem ser guerreiros com força sem igual, mas no fim das contas são apenas humanos, já atravessei eras com inúmeras vitorias, vi gerações e gerações de humanos nascerem e morrerem de velhos, para mim, humanos não são mais do que meros insetos –XxBerserkxX6 22 mai 2013
22 abr 2013 Crônicas de "Berserk o Imortal" ATO III P.2 “Atacar um inimigo que chora por clemência, é o caminho do verdadeiro poder”. “Berserk o Imortal” ATO III “O BASTIÃO DE ARREAT” Parte Final O sol logo irá se pôr. Alguns lugares daquela montanha já não contemplarão a sua luz novamente hoje. Uma ave no céu quebra o silêncio daquele lugar cheio de gente, porém todos concentrados nos dois combatentes que estavam se encarando. De um lado uma mulher, com seus cabelos vermelhos balançando com o vento. Em seu rosto angelical, seus olhos claros refletiam a luz do sol em um verde reluzente, entrando em contraste com seu elmo que protegia sua cabeça, fosco, com enormes chifres e um pouco avariado. Em sua mão direita uma lança, na esquerda um escudo grande trabalhado em forma de uma caveira. Todo seu corpo estava coberto por uma armadura feita de couro com pelos de animais e metais. Em sua cintura um cinto que amarrava a ponta de uma lança em uma corrente com cravos. Do outro lado um homem com mais de dois metros de altura. Seus olhos, cabelos e barbas negras lhe garantiam uma aparência dura e viril. Seu elmo possuía enormes chifres, que para aquele povo é sinal de poder. Em sua mão esquerda um enorme escudo parecido com o de sua adversária. Na sua mão direita um malho de haste curta que parecia pesar muito, mas não para aquele que o segurava. Sua armadura possuía cravos por todas as extremidades, e em suas costas, um grande couro de animal com pelos brancos completavam a sua armadura. O coliseu é grande, não há nada entre os dois, em volta na arquibancada uma platéia silenciosa e concentrada, o garoto da platéia boquiaberto deixa seu doce cair. Entre aqueles dois um homem mais velho caminha para o centro, aquele velho homem que tem o título mais vigoroso da vila, porém como está velho, está na hora de passar esse título para alguém com mais energia, mas esse alguém tem que fazer merecer, esse alguém tem que se demonstrar indestrutível. O velho homem olha para ambos os lados e se pronuncia: - Hoje Arreat conhecerá seu novo Bastião, e com o titulo uma responsabilidade muito grande. Também carregará consigo dois itens mágicos, o escudo “Portão Anormal” que só pode ser entregue a alguém que não se deixa subjugar, e o lendário anel “Lanterna da Justiça”, que é um dos itens mais valiosos de Arreat. Hoje eu entregarei esses dois itens ao novo Bastião, QUE COMECE O ULTIMO TESTE !!!!! – Naquele momento todos gritaram ao mesmo tempo. Os pássaros ao redor se assustam e voam para longe daquele lugar tão tranqüilo que de repente se transformou em um inferno barulhento. Berserk toma a iniciativa, corre com tudo para cima de sua adversária, seus passos são pesados como os de um elefante. Ele então aperta a haste do malho com toda a força, pois o primeiro golpe será poderoso, e a arma não pode escapar de sua mão. Com o braço erguido ele faz um movimento circular vertical mirando na cabeça de sua adversária, se acertar, a vitória será rápida. Maria percebe a gravidade da situação, por causa da velocidade que Berserk partiu para cima dela ela só tem tempo de se defender com o escudo. Então a pancada faz um barulho dez vezes mais alto que um ferreiro marretando sua bigorna, Maria sente que a potência do golpe excede muito suas expectativas, ela chega a ajoelhar-se, pois não agüentou ficar de pé, ela também sente muita dor devido a vibração da pancada. Maria nunca havia levado uma pancada tão forte, ela se ajoelhou, isso a faz se sentir impotente debaixo daquele escudo, aquele não era um sentimento que Maria estava acostumada a sentir, ela odiou se sentir daquela forma, isso despertou então outro sentimento bastante conhecido por ela, ela está se enfurecendo. É hora de dar o troco. Maria se recompõe bem rápido, está na hora do contra-ataque, aquele homem grande vai saber agora com quem está lidando, uma estocada veloz o fará recuar. Ao tirar o escudo da frente de sua visão ela tem uma surpresa, aquele maldito malho está a atacando novamente. Como ele pôde atacar duas vezes com tamanha velocidade? Dessa vez um movimento horizontal, ela com rapidez se defende, a potência do golpe a joga dois metros para trás. Berserk sente a fragilidade de sua adversária, cada golpe seu a faz recuar, ele percebe que Maria está ficando furiosa, e isso fará com que aquela batalha se torne mais interessante. Agora ambos estão a uma distância de dois metros, Maria tem a vantagem, Berserk sabe da dificuldade de se atacar alguém que usa uma lança. Ela quer acabar com a batalha rapidamente, já sentiu que qualquer descuido poderá ser fatal. Maria então usa o “Bate estaca”, Berserk pode ser grande, mas isso não importa, ninguém escapa daquele movimento. Com o pisão no chão ele é surpreendido, agora Berserk está atordoado, está na hora de empalar o grande homem. Como a armadura de Berserk protege todos os seus pontos vitais, Maria escolhe um ponto em que a armadura não irá atrapalhar, pois quando sua lança atravessar Berserk o ferimento dará a ela uma grande vantagem na batalha.XxBerserkxX7 22 abr 2013
11 abr 2013 Crônicas de "Berserk o Imortal" ATO III “A vitória está reservada para aqueles que estão dispostos a pagar o preço.” “Berserk o Imortal” ATO III “O BASTIÃO DE ARREAT” Parte 1 Seis meses se passaram, depois do ocorrido Milton se dispôs a treinar Berserk, desde então Berserk passa por um árduo treinamento, Milton é bastante rígido e poucos conseguem concluir seu treinamento, os mais fracos são direcionados a outros comandantes, os que ficam se tornam a elite. Milton está bastante satisfeito com a evolução de Berserk que demonstra muita vontade e vigor, nesses meses Berserk está bem mais sociável, perdeu a timidez, arrumou alguns amigos e Balduk como rival, até já sentiu o calor de algumas mulheres que entravam em sua tenda durante a noite. Mais um dia de treinamento se inicia, antes do sol raiar Berserk e Milton já estão no local marcado, quando os demais chegam Berserk já está suado, mas isso é proposital, Milton precisa nivelar Berserk com os demais, por isso o treinamento dele é mais puxado, em uma dessas manhãs antes do treinamento Milton diz: - Krogh, estou muito satisfeito com seu desempenho nos treinamentos, tens evoluído bastante, isso me deixa muito orgulhoso, você tem futuro, eu percebi isso desde o dia em que vi aquela espada enferrujada no moinho, você é um sobrevivente, seu vigor excede o de qualquer um aqui da vila, e é por isso que eu acho que você pode se tornar o “Bastião de Arreat” – Berserk com dúvidas pergunta: - Bastião? – Milton explica: - Sim o Bastião, o vigoroso, o irremovível, o impenetrável, o intrespassável o título de vital importância na vila, o que se posiciona em locais estratégicos durante uma guerra para conter as tropas inimigas, para não deixá-la avançar – então Berserk pergunta: - Mas como faço para me tornar um Bastião? - Milton diz: - Não é um Bastião e sim o Bastião, esse título pertence a apenas uma pessoa, nosso Bastião está velho, já cumpriu seu papel, agora realizaremos um teste na vila para decidir o novo Bastião, eu aposto em você Krogh, por isso tenho pressa, teremos que treinar muito ainda - Mais seis meses se passam, o treinamento está cada dia mais pesado e difícil, chegando perto do dia das provas para o Bastião, Milton já não tem mais o que ensinar, Berserk é um combatente formado e está pronto para encarar qualquer desafio. Chega o dia, hoje ninguém trabalha, é um dia de provas, como um feriado, o evento está prestes a começar, os participantes estão prontos, então Milton diz: - Krogh, hoje é o dia, tenho 50% de certeza que você vai conseguir – Berserk olha meio decepcionado com a porcentagem, então diz: - Todo aquele treinamento e você me vêm com 50%? – então Milton responde: - Os outros 50% eu deposito em Maria, filha de Mordok, o atual Bastião – Berserk então diz: - Uma mulher? – Milton responde: - Não apenas uma mulher, e sim a melhor combatente entre os novatos, como você, ela também é portadora de um título, todos a chamam de “Maria Tomba Homem”, porque ninguém consegue vencê-la – Berserk fica curioso, ele já está a um ano na vila, mas como seu treinamento era muito puxado ele não estava a par de todos os acontecimentos. Logo todos se voltam olhando para a mesma direção, em passos firmes o atual Bastião ao lado de sua filha acaba de chegar, ao contrário do que Berserk imaginou, ela era uma mulher muito bonita, ruiva de cabelos encaracolados, parece medir 1,80, possui músculos bem definidos, mas que não tiram sua aparência feminina, os olhos são verdes claros bem chamativos. Milton olha para Berserk e diz: - Fecha a boca rapaz, ela é realmente muito bonita, mas os poucos que tiveram coragem de se engraçar para o lado dela acabaram com a cara enterrada no chão, então tome cuidado HAHAHAHAHA... Olha, vê aquele escudo que Mordok usa? Aquele escudo é o “Portão Anormal” é um dos escudos mais fortes de Arreat – Berserk então estranha, como aquele escudo madeira-ferro redondo com não mais que 35 centímetros de raio poderia ser um dos escudos mais fortes? Ele parecia nem proteger a metade do corpo de Mordok, para todo lado existem escudos maiores, escudos torre e outros com acabamentos perfeitos, verdadeiras obras primas, mas aquilo ali viraria pedaços na primeira machadada. Milton então percebe a cara que Berserk faz e explica: - Não se deixe levar pela aparência Krogh, o que importa são as propriedades mágicas depositadas naquele escudo – Berserk então diz: - Mágicas? – Milton vê que não terá tempo e diz: - Deixa pra lá, isso é um assunto para outro dia, concentre-se no evento - Mordok ao lado de Garot dão início aos eventos.XxBerserkxX9 11 abr 2013
11 abr 2013 Crônicas de "Berserk o Imortal" “Não importa quanto tempo dure nossa batalha, o que importa é que não serei eu quem sucumbirá primeiro” “Berserk o Imortal” ATO I “VIDA MEDÍOCRE” Em uma montanha próximo ao Monte Arreat, situa-se um moinho abandonado. Por anos nenhum mercador vai para aquele lugar, tanto que a estrada já não existe mais. O lugar sem nome parece estar esquecido pelos deuses. O vento sopra incessante enquanto as arvores balançam, pássaros voando ao longe e o silencio quebrado apenas pelo vento de um lugar morto. Porém algo naquele lugar está errado. O moinho ainda gira. Aquele moinho grande constituido por 10 hastes está sendo movido apenas por uma delas. Empurrando aquela haste um homem. Este homem nasceu de uma velha e doente puta, que o pariu e o vendeu como escravo. Começou a trabalhar cedo, aos 3 anos de idade. Foi vendido várias vezes até chegar a um moinho de pimenta-preta (pimenta do reino). Debaixo de temporais, calor e frio intenso, empurrou aquele moinho por anos e anos. Anos esses que foram cruéis com todos que ali viviam, pois foram sucumbindo um a um. Com a falência do moinho, os que sobraram partiram, exceto aquele homem desprovido de qualquer cultura ou noção dos acontecimentos a sua volta. Um dia acabaram os suprimentos e este homem recolheu uma espada enferrujada que estava no chão e foi obrigado a caçar. No inicio foi difícil, mas ele conseguiu sobreviver daquela forma. Certo dia, uma caravana de bárbaros seguindo para o Monte Arreat, avistou uma luz refletida pelo sol, que piscava no alto daquela montanha. Os bárbaros sabiam que aquele lugar não era mais habitado por ninguém e não existiam nascentes de água por ali. Sabendo disso foram averiguar. Chegando no local, eles acharam estranho o moinho ainda estar em movimento. Ao se aproximarem mais de perto, perceberam que o moinho estava sendo empurrado por um homem que fedia muito. Por que diabos um homem fedorento estava empurrando aquele moinho? Pensou Milton O’Mock líder da caravana, ele então aproximou-se e foi falar com o fedorento homem: - Quem é você? E por que empurras esse moinho em vão? - Neste momento aquele homem foi tomado por uma epifania. Parou de empurrar o moinho e olhando para o horizonte, depois de uma pequena pausa respondeu: - Eu... não sei - Milton achando um absurdo reluta: - Como não sabes? rodas esse enorme moinho atoa? Voce tem nome? - O fedorento homem então puxando de sua memória lembrou-se de que todos os chamavam por escravo, e respondeu: - Me chamo escravo - Milton entendendo a situação não relutou mais, observando o porte físico do fedorento homem, achou um desperdício todo aquele trabalho inútil. Ele olha no canto e vê uma espada enferrujada com sangue coagulado, no mesmo cando algumas peles de animais da região. Milton prossegue com seu dialogo: - Pelo jeito sabes manejar uma espada - O fedorento homem deixa de olhar para o horizonte encarando o Bárbaro sem responder. Então é quando Milton percebe que aquele homem grande, barbudo e cabeludo não tem mais que vinte anos. Então ele toma a decisão de levá-lo para Arreat, pois toda aquela força seria muito útil para trabalhos manuais. Milton então diz: - Como agora você faz parte do povo de Arreat, eu irei lhe batizar. Se chamarás Krogh - - Krogh... - Repete o fedorento homem que não será mais chamado por escravo. Sem nenhuma resistência, Krogh segue com seus novos companheiros para sua nova casa. No meio do caminho a caravana para perto de um rio e finalmente depois de alguns anos Krogh toma um banho. Ele também ganha roupas novas e a caminho do Monte Arreat os bárbaros lutam para conseguir catar todos aqueles piolhos e carrapatos das barbas e cabelos de Krogh, que ganha até algumas tranças. Krogh que viveu na mediocridade por toda sua vida vê agora um mundo novo a caminho do Monte Arreat... Continua...XxBerserkxX2 11 abr 2013
18 fev 2013 alguem ja completou a conquista'penadinhos'? alguem ja completou essa conquista?penadinhosdevil1 18 fev 2013
17 jan 2013 sabe onde estão esses diarios e exploração? bom gente eu zerei e jogo e agora quero fazer algumas conquistas...se vcs saberem onde estão porfavor postem ae. ato 1(diarios) uma pagina do grimório de lazárus loucura! diario de velha tristam diario de warriv a arvore dos enfornados (exploração) o liceu caverna das terras altas ato 2(diários) proclamação da guarda imperial diario de um servo uma carta de amor diário enegrecido diário de larra poema de kala reflexões de sardar (explorações) covil comrropido tumba de sardar porões do antigo peixeiro ato 3(diarios) a história do forte da vigilia (exploração) fundição nivel 1 e 2 ----------------------------------------------------------------------------------------------------------- e é só isso eu não axei de geito nenhum obrigado a todos que respoderem ^^devil0 17 jan 2013
14 jan 2013 alguem já foi pro mundo fantasia do diablo 3 esses dia fazendo uma missão me deparei uma uma passagem pra outra dimensão. mó estranho , tinha onicornios , ursinhos e umas nuvens q ficavão rindo, kkkkkkk quase não acreditei .... se não me engano é no ato I ...DragonSlayer3 14 jan 2013
28 nov 2012 Estatísticas. Olá, gostaria de saber se tem algum local no jogo ou na página do game um lugar aonde eu possa olhar as estatísticas mais detalhadas tipo.. maior numero de objetos destuidos, monstros mortos, etc.... e outra coisa, uma vez durante o jogo apareceu uma tela com estatísticas de quantos monstros eu tinha matado, quanto ouro coletado, tempo de jogo... isso na cessão que eu estava jogando.... estatísticas gerais eu sei aonde ver mas estas mais detalhadas não encontro....RBAUCKE1 28 nov 2012
12 nov 2012 Canal De Gameplays E Series No Youtube Pessoal De Uma Olhada No Meu Canal Que Uma Serie De Diablo 3 E Tou Melhorando Aos PoucosCaracaGames1 12 nov 2012
6 nov 2012 Oliver Tan, o ajudante do herói Oliver Tan é um cozinheiro/médico, um pouco gordo e baixinho, com vasta barba e cabeleira, que é dotado das várias qualidades culinárias e com capacidade para criar poções capaz de curar os ferimentos do herói. É um sujeito que é muito ligado a justiça e se canditadou a ajudar o herói na sua missão para livrar o mundo do mal, embora seja extremamente medroso. Está sempre escondido em algum porão junto com o seu caldeirão e elementos culinários. A sua missão é fornecedor proventos como comida e mantimentos necessários para que o herói não morra de fome e também fornecer poções para o herói recuperar as suas forças. Oliver Tan nunca é visto lutando em campo aberto, pois está na retaguarda na cidade, colhendo os ingredientes necessários para criar as suas poções, com a capacidade de cura instantânea, e criando os diversos alimentos para o herói. Algumas vezes os próprios moradores das cidades onde se encontra compram os seus produtos, e acabam vendendo entre si no comércio local. O herói, por muitas vezes não conseguir encontrar o seu ajudante, que esta sempre escondido acaba comprando as poções necessárias dos mercadores locais. O fabuloso ajudante sempre procura um porão escondido para que consiga ficar suficientemente longe dos monstros e consiga produzir as suas especiarias. No porão sempre tem uma fogueira, o caldeirão, alguns potes, vários frascos para poções, a mesa para produzir os alimentos e cadeiras para descansar. No seu porão também tem algumas estantes cheias de pó, livros alinhados, e algumas teias de aranhas. As estantes são utilizadas para guardar os livros e pergaminhos de receitas, e o seu dinheiro que acaba arrecadando dos moradores locais. Outro ambiente que o Sr. Tan costuma visitar bastante são os campos, estepes ou cavernas onde é possível encontrar ervas e plantas, e alguns animais, utilizados como matéria prima. O problema desses campos são os monstros, que volta e meia aparecem famintos, então ele toma muito cuidado para não ir na frente do herói em algum local não explorado, afinal, não tem coragem suficiente para lutar. Mas algumas vezes isso pode acontecer, o Sr. Tan vai na frente em busca pelos ingredientes, e acaba encontrando monstros em seu caminho. Para se livrar do perigo, o personagem se finge de morto e deita no chão, assim os monstros perdem o interesse e o deixam em paz. Ele fica camuflado no ambiente a espera da passagem do herói, para matar os monstros e deixar o local seguro. Ele leva consigo algum dinheiro, armas que encontra pelo caminho, receita, e elementos como poções de cura (caso precise) e roupas para se disfarçar. Mas as viagens algumas vezes lhe causam problemas. Como não existe um modo de se comunicar com o herói no caminho, o herói acaba destruindo o seu porão em busca de monstros ou armas, ou mesmo o roubando, ao encontrar o “corpo” de um aldeão no chão, e pega os elementos que Oliver Tan carrega. Como é muito medroso, morre de medo do herói e deixa tudo como está. Oliver Tan constuma viajar a pé, montado em algum animal, ou utilizando os marcos de teleporte de uma região a outra, que também é muito utilizado pelo herói para se locomover. Usar o teleporte é o método mais rápido para ir ao portão e ao ambiente externo, mas volta e meia encontra monstros pelo caminho, e é preciso usar a sua camuflagem no ambiente. Também costuma montar animais para facilitar a sua caminhada, mas os únicos que encontra são vacas, que são vagarosas e presas fáceis para os monstros. Então prefete fazer a maioria das buscas faz a pé mesmo, e utilizando seus recursos de camuflagem. Então, ao encontrar um aldeao morto no chão de uma caverna, provavelmente é Oliver Tan se escondendo dos perigos pelo caminho, ou se destruir coisas em um porão, saiba que poderia ser do Sr. Tan.GuaraNK2 6 nov 2012
2 out 2012 O Condado de Whimsy ATENÇÃO: este conto contém SPOILERS do jogo Diablo 3. Se você nunca ouviu falar sobre o "Condado de Whimsy" este conto não será interessante para você. Se assim mesmo você quiser ler o conto, procure antes na internet sobre o assunto para que esse conto faça sentido. Josias o Melancólico A lua está cheia no céu, poucas nuvens se atrevem a atravessar seu caminho esta noite. Árvores sem vida com galhos desgrenhados e troncos grossos cheios de lodo formam uma alameda medonha. Quase não se vê a estrada que está coberta por um nevoeiro baixo e denso. Mais a frente uma cidade abandonada com casas velhas que parecem ter sido esquecidas por anos, talvez décadas. Três homens caminham pela alameda em direção à cidade abandonada. Chegando na cidade começam a procurar por algo. Os dois mais a frente estavam concentrados em sua procura, mas havia um que estava um pouco atrás que parecia atormentado. Ele olhava constantemente para todos os lados. Algo estava o incomodando, talvez fosse por causa do silêncio noturno ou poderia ser por causa da escuridão em meio aos arbustos. Uma coruja quebra o silêncio com o seu piado e o desconfiado homem se assusta soltando um breve grito de medo. Willow que está mais a frente olha para trás e diz: - Josias! Isso foi apenas uma coruja, pare de ser medroso e nos ajude a procurar algo de valor. O mineiro Tashun paga bem por anéis e outras quinquilharias que os aventureiros perdem pelas estradas – Enquanto Willow falava, Lucius passou por trás de Josias e deu um grito: - Booo! – Josias se assusta novamente. Lucius ri dele, então Willow diz: - Josias! Anda logo, vá procurar por ali, se não nos ajudar não dividiremos o dinheiro com você. E você Lucius, sabe como Josias é, essas brincadeiras só vão piorar as coisas – Josias vai para o lado que lhe foi ordenado. Lucius então diz: - Não sei pra que trazer esse medroso conosco, esse cara só pensa em desgraça. Acha que tudo de ruim vai acontecer a todo o momento – Willow diz: - Deixe de implicância homem. Josias é um cara legal, só é um pouco... Melancólico. Todos da vila sabem o que aconteceu com a família dele, depois daquela tragédia o cara ficou traumatizado. Agora vamos para aquele lado, anda - Josias caminha devagar fazendo o menor barulho possível. Segura seu punhal que está escondido debaixo de seu manto, pois acredita que a qualquer momento um satanás pode saltar de um arbusto. Todos dizem que os demônios não existem, mas Josias sabe da existência deles. Foram eles que mataram seus pais, já o povo da vila acha que foi trabalho de assaltantes, mas Josias sabe que foram demônios. Ele estava lá e os viu estripando seus pais, ele mesmo escapou por um milagre e sabe que logo eles voltarão para terminar o serviço. Josias afirma que está sendo observado por demônios a todo o momento, mas no fim das contas acaba sendo sempre sua própria sombra ou o vento. Por causa disso ele nunca teve uma noite de sono descente, o que lhe proporcionou enormes olheiras. Ele também parece não se alimentar direito, é um homem magro de estatura mediana, tem apenas vinte e cinco anos e já aparenta trinta e cinco. Chegando ao local Josias está trêmulo, ele não consegue se concentrar em seu trabalho. Perguntas como, por que essa cidade está abandonada? O que aconteceu com os moradores? Martelam sua cabeça a todo o momento. Não era possível que todo mundo daquela cidade um dia entraram em um censo comum dizendo “gente vamos embora e largar tudo para trás” e simplesmente partiram. Não, com certeza foi obra de satanases. Eles vieram aqui, trucidaram todos os moradores e devoraram até seus ossos. Sim definitivamente foi isso que aconteceu. Logo seu pensamento foi interrompido por uma imagem assustadora. Olhando para sua sombra ele vê uma garra demoníaca prestes a agarrar sua cabeça. Então ele se vira rapidamente e com a sua adaga em punho. É quando ele percebe que era apenas a sombra de um galho seco. Ufa! Essa foi por pouco. Mas ele não baixa a guarda, pois é isso que eles querem. O demônio é traiçoeiro e te pegará quando você menos esperar. Chegando no local Lucius diz: - Esse lugar é um cemitério? O que acha que encontraremos aqui? – Willow pega um prato debaixo de um vaso, da uns tapas para tirar a poeira e diz: - Isso aqui parece prata – Logo Lucius volta sua atenção para o céu e diz: - Que diabos é aquilo? Olha o tamanho daquela estrela cadente! – Willow sem olhar diz: - P*#$ queu Pariu, to F&#$%* com vocês hoje. Pare de prestar atenção em besteiras e me ajude a tirar a tampa desse túmulo, talvez algum moribundo tenha sido enterrado com alguma coisa de valor – Antes de retirar a tampa eles ouvem um barulho parecido com uma trovoada, Lucius diz: - Viu só, a estrela cadente caiu aqui perto, bem que eu vi que ela era bem grande – Willow então diz: - Vamos terminar aqui, depois daremos uma olhada por lá – Ao retirarem a tampa havia um esqueleto com trapos dentro, Willow procura algo de valor no esqueleto, então Lucius diz:XxBerserkxX2 2 out 2012
12 set 2012 Eu aceito meu destino Muitos pais contam histórias para seus filhos antes de dormirem. Uma lenda não muito contada pelos povos de Santuário é a lenda do Salvador, alguém que dizem que já salvou o mundo de Santuário uma vez, há alguns anos. Vayolet adora ouvir essa história antes de dormir, que quase todo o dia pede para seu pai para lhe contar. - Você não enjoa de ouvir essa história não filha? - Não papai. Por favor, me conte mais uma vez. Uma casa humilde, que viviam quatro pessoas em um pequeno povoado chamado Gardens’Hill, nas terras de Westmarch. Vayolet adorava a torta de maçã da mãe, que sempre pegava o maior pedaço só para não dividir com sua irmã mais velha. Mitrian, o pai, era ferreiro. Já havia forjado muitas espadas para o reino de Westmarch, principalmente na batalha contra Khanduras, mas estavam em uma época difícil. Sem clientes, dificilmente conseguirá sustentar sua esposa e filhas. Vayolet era uma criança rebelde. Uma menina que desaparecia de casa sem avisar seus pais, deixando-os muito preocupados. - Lanya, vá procurar sua irmã. Ela sumiu desde cedo. Diga a ela para vir para casa agora almoçar. - Toda vez é a mesma coisa. Vayolet some e sempre eu que tenho que procurá-la. Já estou farta disso. Mal sabiam que a garota estava no rio, um lugar perigoso para uma criança de sete anos brincar sozinha. As pessoas do povoado viviam dizendo que seus pais eram irresponsáveis, devido à garota sumir repentinamente todo o tempo. - Você esta aí. Venha logo, vamos almoçar. Mamãe esta uma fera com você. **************************** Depois de dez anos, Mitrian decide se mudar. Gardens’Hill já não era o melhor lugar para sua família. O pai temia que a fome batesse em sua porta, e essa era a ultima coisa que queria que acontecesse. - Eu não vou - Disse Vayolet, já uma jovem. - Pare com isso agora e me obedeça. Lembre-se que estamos nos mudando para o bem de nossa família. Você não se preocupa com sua irmã e com sua mãe? - Eu cresci aqui e não quero ir embora. Se vocês quiserem, podem ir. Eu não ligo. Calys, a mãe, segura o braço de Mitrian, evitando que o mesmo bata em sua filha rebelde. Lanya tenta convencer a irmã de que esta fazendo a coisa errada. - Quando que você vai crescer Vayolet? Não há nada de especial neste lugar. Você está magoando a mamãe, será que não vê? Você devia agradecer ao papai para estarmos indo embora deste lugar. - Agradecer? Quer que eu diga obrigado por estarem me tirando daqui a força? Deixem-me em paz. Vayolet sai correndo pela porta da casa, tomando o rumo do rio que sempre gostou de ir. - Acalme-se meu amor. Vayolet esta passando por uma fase difícil. Logo ela se arrepende e volta pra casa - diz Calys para seu marido. - Devíamos ir e deixa-la aí. Era para estarmos indo embora agora, mas estamos aqui por causa da birrenta da Vayolet. - Diz Lanya, inconformada com a atitude da irmã. As horas passam e a noite cai. Vayolet esta sentada a beira do rio, que passou horas pensando no que tinha feito, querendo, de certa forma, convencer-se de que estava certa. Derrepente um repentino medo e preocupação lhe toma. A garota se levanta e começa a caminhar para casa com passos largos. Ela chega ao topo de uma pequena colina e tem uma horrenda visão. As casas estão pegando fogo. Pessoas gritando. Uma leve névoa negra aparece sobre o brilho das chamas das casas. Vayolet desce a colina correndo em direção a seu povoado, e tem a mais horrível experiência de sua vida. Ver sua família sendo massacrada por demônios infernais. - Não... NÃO Os demônios a avistam. Vayolet não tem outra escolha a não ser correr... Correr o mais rápido possível.Limp7 12 set 2012
18 ago 2012 [Crônicas do Santuário] No cair da escuridão Sinto os estertores da noite na sola das botas. Abandonei o povoado com as pessoas se escondendo dentro de suas casas. Não, não apenas cruzando tramelas, mas selando janelas a marteladas, com um ímpeto de fogo desesperando seus corações. Eu os entendo. Tive que escalar a paliçada para fora às escondidas, tarefa quase impossível debaixo dessa armadura de merda — a milícia barraria minha saída mesmo se eu ocultasse minhas armas. Sou um desconhecido. Sou o perigo. Uivos cruzam a madrugada e gargalhadas ricocheteiam pelo ermo gélido. Eu posso senti-los rastejando, retornando. Um cemitério é o último refúgio que se deseja estar numa madrugada como esta. Não há paz nas lápides. A tranquilidade desse lugar cometeu suicídio. Mesmo com o frio, estou suando de ansiedade. É a agonia da primeira noite, o mestre falou dela. Ninguém se acostuma, nem os anciões. Nem mesmo os anjos. Ajeitando o capuz do manto, agacho e destampo o cantil preso no cinturão. Respiro e sorvo um pequeno gole. Mesmo a água pura, recém colhida num barril durante a saída furtiva da aldeia, tem gosto de mijo, de desespero. Sim, mesmo nós, os guardiões, sentimos medo. Apenas os tolos não sentem. Nossa coragem está na decisão de enfrentá-lo. Esgueirando para fora do vilarejo pelos becos dos casebres, reconheci o pavor estampado nos olhos do próprio capitão da guarda. Ele viu inúmeras mortes, soldado desde jovem, tem intimidade com o terror. Esteve em praticamente todas as batalhas importantes dos últimos cinquenta anos e testemunhou a morte de famílias inteiras. E mesmo assim, teme. Não fossem os doze anos e meio de treinamento e a iniciação nas catacumbas de Lut-Gholein, eu certamente estaria junto dos infelizes que se escondem como ratos por não fazer a menor ideia de como defender suas famílias e conterrâneos de uma ameaça que não é humana. Matar um semelhante fica fácil diante do cofronto com o desconhecido. A guerra apavora, mas enfrentar o oculto inexistente, enlouquece. Eu sou prova disso. Conheço sinais que mortais deveriam ignorar. Sei proferir palavras que os anjos não têm o direito de dizer. As pessoas pensam que os inimigos das profundezas são os sagrados anjos. Na verdade, o Conselho Ângiris é apenas uma antítese dos Males Primordiais. São um espelho, uma régua. A verdade é que os inimigos das profundezas somos nós. O Príncipe Aidan não foi o bastante para que aprendêssemos que a batalha contra o Mal acontece em nossos corações. Não há feitiço, aparato ou santuário que possa evitar o confronto que brota no corpo dos homens. A batalha acontece na alma dos homens. Os anjos não foram agraciados com essa bênção-maldição. Anjos não tem alma e não sentem medo. São fadados a seguir uma natureza outorgada por outrém, endurecida pela obediência frígida. Não sentem as tentações mundanas. Sem conhecê-las, são incapazes de contê-las dentro de nós. Eles não são capazes de equlibrá-las. Para isso existimos nós. Grunidos despertam meus ouvidos ecoando pelo campanário adiante, mas não há nada no horizonte. Colo a língua no céu da boca, realinho a coluna. Faço o sinal de Malthael, murmuro um verso antigo e minhas pupilas ignoram a escuridão. E nada. Os ocultos marcham nas profundezas, além do véu, escalando valas no submundo sedentos pelo nosso medo. Matar é só uma forma de se apoderar dele. O sangue, tripas e carnificinas macabras que aprontam não passam de um fetiche. Um antigo hábito que os mais novos ainda cultuam por mimese. Você é o que fazem contigo e o que se deixa fazer consigo. Os grunidos brotam ao redor e meu nariz é abatido pela podridão corrupta da carne conspurcada, tirada de seu descanso. Gemidos roucos, humanidade perdida. Órgãos regurgitando a morte que lhes foi concedida. Dedos, mãos e braços brotam como se fossem plantas apodrecidas crescendo ao contrário. Tentáculos do mal que espreita nas profundezas. O mestre previu que aconteceria assim: primeiro os mortos se levantariam. O antinatural é a semente do medo. Vejo o rosto de uma senhora enterrada na semana passada, vítima da febre carmesim. Suas pupilas esbranquecidas são o sinal para eu sacar a alabarda e iniciar a colheita. Os portões do inferno reabriram. Os mortos se levantaram. De nada adianta se esconder. [Crônicas de Santuário] http://cobbi.com.br/santuario/Cobbi17 18 ago 2012