Arquivos Horádricos

31 dez 2015 Compêndio Sobre Diablo Olá galera, Meu nome é Ricardo, tenho 29 anos e, como muito de vocês aqui, sou um completo fanático pela série Diablo que jogo desde 1996 até hoje. Em meados de Julho de 2011 eu iniciei um projeto: escrever (em português) minha própria narrativa acerca dos adventos da saga Diablo, baseando-me na trilogia de livros The Sin War, nos jogos (Diablo, Diablo 2 e Diablo 2: Lord of Destruction) e nos manuais destes jogos. Quatro meses depois concluí a parte textual e após outros dois meses concluí a revisão com a ajuda da minha noiva Sarah e a arte\design com ajuda do amigo Bruno. O resultado deste trabalho está sendo realmente positivo! O objetivo principal com a criação desta obra era divulgar de forma digna o "lore" da série em português (que sempre fora contado apenas em inglês) entre meus amigos e familiares mas agora, e após troca de emails com o CM Rhastion, estou divulgando este trabalho através do canal oficial da Blizzard Brasil, aqui. Este é o meu site: http://cicarellous.com E este é o link direto para o Compêndio: http://cicarellous.com/Blizzard-Diablo Eu disponibilizei duas opções para a visualização: versão em Adobe Flash com páginas animadas (recomendada) e versão em Slideshow para quem não possuir internet de alta velocidade. Espero que curtam tanto quanto eu curti desenvolvê-lo e recomendem para os seus amigos! Boa leitura! PS - Como em ambas as versões (adobe flash e slideshow) todas as páginas estão em alta qualidade e com transparência, vocês irão notar uma certa demora no primeiro carregamento, será necessário aguardá-lo antes de iniciar a leitura. UPDATE 01: Kotaku Brasil lançou uma matéria sobre este trabalho, para quem quiser ler está aqui: http://www.kotaku.com.br/conteudo/a-saga-de-diablo-tem-uma-versao-brasileira-e-ela-nao-foi-feita-pela-blizzard/ UPDATE 02: Compêndio Sobre Diablo agora também disponível em formato PDF com imagens em alta qualidade! Curtam e divulguem!rih160 31 dez 2015
24 ago 2011 Regras do Fórum - Leia Bem-vindo ao fórum dos Arquivos Horádricos de Diablo III! O fórum está aqui para fornecer um ambiente amigável, onde todos possam discutir os arquivos horádricos de Diablo III com outros jogadores. Os fóruns da comunidade funcionam melhor quando todos os participantes tratam seus semelhantes com respeito e cordialidade. Portanto, pedimos que você tire um minuto de seu tempo para ler o Código de Conduta do Fórum antes de postar. Código de Conduta - http://us.battle.net/pt/community/conduct Orientações - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/3077957830#2 Notas Importantes Pesquisa A nova função de pesquisa no topo do site da comunidade do Diablo III é extremamente eficiente e robusta. Antes de criar seu tópico no fórum, certifique-se de usar esta função para procurar tópicos, mensagens ou páginas que podem conter a resposta que precisa . A criação de um novo tópico sobre um assunto já existente provavelmente resultará na exclusão do mesmo. Caso persista na criação de tópicos já existentes, é possível que seus privilégios de postagem sejam suspensos por "spam". Função de Avaliação O novo sistema de avaliação pode ser usado para promover o debate positivo e rebaixar mensagens inúteis ou até mesmo a relatar mensagens que violem o Código de Conduta do Fórum. Ao colocar a seta do mouse sobre uma mensagem, serão exibidos dois ícones: um com o polegar para cima (Curtir) e outro com o polegar para baixo (Não Curtir). Ao clicar no ícone de polegar para baixo você terá algumas opções. "Não curtir" avaliará o comentário de forma negativa. Se muitas pessoas não curtirem uma mensagem, a mesma ficará com as cores ofuscadas . Caso mais pessoas continuarem avaliando negativamente a mensagem, a mesma ficará oculta. Você também pode relatar uma mensagem por "trolagem" ou "spam" utilizando a função "relatar" e preenchendo uma descrição mais abrangente da violação. Note que você pode avaliar cada mensagem apenas uma vez. Use essa ferramenta de forma sábia e ajude a promover um ambiente positivo e útil no fórum.Rhastion1 24 ago 2011
3 fev Diário de Bordo do Black Rock The Black Rock Ledger Achei varias paginas com as numerações 16,23,42, 4,8,15 e n° ? Quando juntei todas apareceu um livro no meu inventorio e quando clico nele abre um portal com o nome Island Lost. La encontrei Deckard Cain e Leah, eles tem um ponto de exclamação azul na cabeça, mas não consigo falar com eles, parece q tão congelados. Explorei um poko a ilha, e encontrei uma caverna com o nome Cavern the Time, lah vem uns elite impossíveis de matar sem um tanker, mas ia ativando imune e dando ums olézinhos, cheguei no 3 nivel de Cavern the Time. Lah veio Um mostro no formato do Diablo (ultimo boss) mas eh todo de fumaça negra e no nome soh tem um "?", e seu nome ta em amarelo. Quando dou o primeiro passo na porta ele me da um charge que me mata se eu não ativar imune!Triplex121 3 fev
26 dez Duvida besta sobre cubo kanai. Pessoal, não testei isso pq é IMPOSSÍVEL conectar no PTR. Queria saber se a utilização do cubo kanai é compartilhada com todos os meus personagens assim como é o paragon.JeanPain2 26 dez
21 ago Cosmeticos da season 6 na season 7? Os cosmeticos e itens da season 6 podem ainda ser conseguidos na season 7 de agora?Doritos0 21 ago
26 fev A Herança de Amanda. Pessoal, o conto ficou muito longo para por aqui, então quem puder vai direto no link abaixo para ler. https://www.wattpad.com/myworks/64140156/write/225231483 espero que gostem!Leandro0 26 fev
19 fev 2016 Conto: A Semente do Mundo Olá pessoal, é minha primeira vez aqui, por isso me perdoem se eu viajar na maionese ou escorregar na banana, srsrsrsrsr... Eu escrevo esse conto, pois imagino que seja assim que a história do jogo poderia continuar ou, por está comendo muito chocolate, poderia ter um conto oficial similar. Idéias são sempres bem vindas, sugestões seram ouvidas, e ofensas ou desparates serão simplesmente ignorados, pois quero criar um conto que possa ser possivelmente publicado, ou simplesmente "jogado" - tenho que parar de comer chocolate. - Eu, como todos vocês, estou na torcida por um Diablo IV, maior ou melhor que este, quem sabe os dois. (^__^) PS: Os personagens são os do livro e jogo Diablo III: Tempestade de Luz e Diablo II Reaper of SoulsLeoZ21 19 fev 2016
5 fev 2016 Book of Cain em falta? pessoal, estou com extrema dificuldade de encontrar este livro a venda em pt-br ! o único que encontrei foi no ML em inglês e ao preço absurdo de 390 reais ! este livro não esta mais sendo impresso?Linefox2 5 fev 2016
28 dez 2015 O Coração de Turin Olá galera, é a primeira vez que posto um conto por aqui e para falar a verdade esse é o primeiro conto que eu escrevo em anos. Espero que gostem. O Coração de Turin(parte 1/3) No coração Ivgorod, em um alto e isolado monastério mantém-se viva a fé milenar dos monges shaptev. Nos primeiros séculos de existência da ordem, um renomado monge, Askathur - o profeta vira realizado um de seus presságios - Quando ao sul, alto no céu, Ivgorod contemplar uma estrela escarlate, este é o sinal do nascimento de um grande mal que irá se abater sobre o monastério dos ancestrais. Que estejam preparados os monges futuros para o arrebatar maléfico da ira de Thar-Khar'Azgul, o senhor da tentação. Dois anos depois, mesmo desacreditado por muitos de sua ordem, heis que uma noite escura se abateu sobre Ivgorod e do monastério se viu imponente a grande estrela escarlate. Neste momento um pavor percorreu o corpo dos inabaláveis monges, somente Askathur se manteve sereno compondo assim a segunda linha de sua profecia - Mil anos após a estrela escarlate, heis que irá surgir ao norte, alto no céu uma estrela d'alva, este o nascimento do salvador, aquele que impedirá a ruína do monastério perante a fúria de Thar-Khar'Azgul. Cerca de mil anos após ascensão da estrela escarlate, o alto sacerdócio, composto pelos anciões da ordem, aguardava pelo cumprimento da profecia embora a data exata do evento tenha sido perdida com os anos, assim como a profecia era para os acólitos deste tempo uma mera lenda. Então, numa noite de inverno que Arcus, um dos mestres da arte dos cem punhos, que se preparava para um longo período de meditação viu ascender um estrela brilhante no céu do norte. Sob seus avisos, os sumo sacerdotes da ordem foram ao ponto mais alto do monastério onde também puderam contemplar o resplandecer da estrela d'alva. Não podia haver dúvidas, nenhuma estrela havia brilhado tão forte no céu de Santuário, nenhum registro descrevia tal evento tal como acontecia naquela noite. Foi uma noite de celebração no monastério, jamais havia ocorrido tal descontração entre os estoicos monges shaptev. Apenas Arcus mantinha-se resoluto pois sabia que tal celebração era como a de soldados que não esperam um amanhã, a concretização do augúrio estava muito além da esperança, era o sinal de que a batalha pelo monastério dera seu primeiro passo. Os dias que se seguiram foram de uma inquietação quase sombria dos acólitos e de fervorosa meditação dos anciões. Nada se sabia sobre o salvador ou de onde ele viria ou quando seu caminho cruzaria com o monastério para que assim cumprisse o seu papel na profecia. Passados alguns meses uma criança fora abandonada na porta do monastério, prática comum por pessoas dos vilarejos pobres ao redor que almejavam assim um futuro mais digno para seus filhos, longe da fome e dos temores que certamente os assolaria longe da proteção dos monges. Do colo de um acólito o bebê foi entregue a Arcus, que providenciou os cuidados do bebê que não teria resistido sequer mais alguns minutos ao relento no inverno rigoroso de Ivgorod. Arcus percebera também que não havia cartas, inscrições ou sequer um nome, o que era comum quando uma criança era abandonada. Arcus sabia que era tolice acreditar que aquele menino era de fato o futuro campeão de Ivgorod e jamais permitiria que outros o cercassem com essa expectativa mas decidira que seria seu mentor e faria com que se tornasse o mais determinado de todos os monges de sua ordem não importando quem quer que fosse ou viria ser. Após contempla-lo por alguns minutos ele decidira, seu nome seria Turin. é isso galera, amanhã eu escrevo a parte 2. agora eu vou farmar ;) ps.: não ta revisado,qualquer coisa fala aí que eu conserto.DreadLock2 28 dez 2015
1 ago 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Prefácio Olá pessoal, estou morando em Santuário a mais ou menos 3 anos, numa cidadezinha chamada Nova Tristam, acho que muitos de vocês já ouviram falar. Quando me mudei para cá, nossa, foi o máximo, um local totalmente desconhecido cheio de aventuras, e lugares para explorar, nem conseguia dormir direito, pois estava extremamente entusiasmado em explorar esse novo lugar, mas em pouco tempo Santuário se mostrou pequena para meu espirito de aventura, hoje conheço Santuário como a palma de minha mão, e como todo lugar pequeno tudo acaba virando rotina. A pouco mais de um ano, houve até um frenesi quando um Cruzado chegou em Santuário e conquistou Hespéria, uma região aqui perto que era dominada por Malthael, um senhor das trevas. Oba, um novo lugar em Santuário, boa, novas descobertas e novas aventuras, acabou a rotina, foi muito bom, fiz novas amizades, conquistei novas aventuras e novos lugares. Mas logo, também virou mais um lugar rotineiro. Aqui na minha cidade não há muito o que fazer, então vivo perambulando por outras cidades aqui por perto a procura de novas aventuras, mas tudo acaba como sempre, sem grandes emoções. Alguns grupos aqui da região criaram umas temporadas de caça, fui em várias, mas confesso que estou meio cansado. Há, a pouco tempo começou a aparecer uns tais Gobs, que vivem debaixo da terra e saem para roubar tudo que encontram, é até divertido de caçar, outro dia consegui entrar num buraco e matei um dos chefes deles, deu até um bom lucrinho, mas de resto é sempre igual, exploro umas caverninhas ali, umas fendinhas acola e de vez e quando caço uns Gobs, mas é só isso. Confesso que tenho ganho bastante experiência, mas para mim isso só não basta, meu espirito aventureiro quer mais, esta sedento por novas aventuras. Aqui perto tem um lugar chamado Minas do Cânion Negro, um enorme deserto, e nele acreditem, tem destroços de um navio, isso mesmo, um navio no deserto, alguns dizem que é o navio Black Rock, e que aquele deserto algum dia no passado já foi mar, vai saber. Logo quando cheguei em Santuário ouvi o povo falar desse navio, e que nas páginas do diário de bordo trazia escritas que indicaria um portal para um mundo escondido. Eu mesmo já encontrei algumas páginas que dizem ser do diário de bordo no navio Black Rock e trazem escritas que não fazem sentido, apesar de continuarem a dizer por aí que essas páginas são a chave de um portal para um mundo secreto, nada descobri. Essa história me atraiu tanto que um dia varei a madrugada tentando descobrir como decifrar as 6 páginas do diário que encontrei, inspirado comecei a esboçar uma aventura, que deu origem a uma história em forma de roteiro (script) - que chamei de "Ospherat o Mago das Pragas". Vou contar essa história a vocês, espero que apreciem, Abraços a todos. Capitulo I - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300621597 Capitulo II - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300621599 Capitulo III - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300091543 Capitulo IV - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300011597 Capitulo V - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300731713 Capitulo VI - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300111683 Capitulo VII /1 - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300181714 Capitulo VII / 2 - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18301001685 Capitulo VIII / 1 - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300011604 Capitulo VIII / 2 - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300011609 Capitulo VIII / 3 - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300411821 Capitulo IX / 1 - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300181721 Capitulo IX / 2 - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300091562 Capitulo X - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300181726 Roteiro e Jogabilidade - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/18300221764GhostDragon2 1 ago 2015
30 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo X O AMULETO DOS AFIXOS. Utilizando-se do portal todos voltam para Hespéria em segurança. Vão ao encontro de Abiana que está com Tyrael. Vejo que todos retornaram, tiveram êxito? Pergunta Tyrael. Abiana aqui está a mandala. O Caçador então a entrega. Abiana coloca a mandala em suas mãos e as unindo, após um pequeno clarão a transforma num amuleto com 7 engastes, e entrega de volta ao Caçador. Conseguiram o livro do encantamento? Pergunta Abiana. Caçador pede o livro para o Monge, que o entrega. Então vamos até Shen o artesão, levar o livre a ele. Tyrael e Abiana seguem com o grupo até o artesão. Que posso fazer por vocês, pergunta Shen. Precisamos que engaste umas esferas a esse amuleto, temos um livro que ensina como fazê-lo, diz Abiana. Deixe-me ver o livro, Caçador entrega o livro ao Shen, que diz: Há o livro de encantamento dos monges, acho que conseguido fazê-lo. Dê-me o amuleto, vocês têm as esferas? Caçador então entrega o amuleto e as esferas a Shen, Aqui só tem 5 esferas, diz Shen, sim, as outras não existem, os monges não conseguiram termina-las. Responde Abiana. Shen pede para que se afastem. Aos poucos as esferas uma a uma, são engastadas ao amuleto. Pronto aqui está, entregando de volta o amuleto a Abiana, deixe comigo esse livro para estuda-lo melhor, vou descobrir uma maneira de engastar algo nesses 2 engastes vazios, continua Shen. Agora vocês contam com um amuleto poderoso que os deixara imunes aos poderes de afixos dos monstros e criaturas. Esse amuleto os ajudará e muito nas batalhas contra as trevas que sem dúvida ainda estão por vir. Tyrael nota que Lyndon está muito quieto e meio triste, e pergunta a ele. Está tudo bem Lyndon? E o Monge responde por ele, ele está bem, é que encontramos uma sala repleta de tesouros que aguçou a ganância dele, mas quando voltou para pegar, já haviam levado tudo. Vou lhes contar tudo com detalhes. Lyndon então retira do bolso um punhado de ouro, e mostrando a Tyrael diz: Nem tudo, consegui um pouquinho, Caçador rapidamente pega das mãos de Lyndon que assustado exclama. O QUE! Isso deve dar para pagar suas dívidas com o taberneiro, Lyndon faz uma cara de desolação, e todos riem dele. FIM.GhostDragon2 30 jul 2015
29 jul 2015 Ospherat - Os Pergaminhos Perdidos (Sugestão) SURPRESAS: Seria interessante trazer ao jogo um pouco de surpresas, para isso penso que poderia existir pergaminhos secretos com bênçãos ou maldições, esses pergaminhos apareceriam por toda Santuário aleatoriamente. Importante que o conteúdo dos pergaminhos só seja conhecido depois de apanhados, que fica a critério do jogador que o encontrou. Quando o jogador estiver jogando em grupo, a benção ou maldição cairá para todo o grupo. Se o pergaminho for encontrado por um jogador que esteja em grupo, para democratizar o jogo e eximir o jogador de responsabilidade de um pergaminho amaldiçoado, deverá ser votado pelo grupo se deve ou não pegar o pergaminho. OS PERGAMINHOS PERDIDOS: Com a queda do palácio de Ospherat, camponeses o invadiram e saquearam tudo que podiam, relíquias, joias, ouro etc. A biblioteca do palácio fora totalmente saqueada e seus livros e pergaminhos agora povoam toda Santuário. Havia dois conjuntos de pergaminhos especiais, que concediam bênçãos ou maldições, porem acabaram por se misturar e aos olhos dos seus saqueadores não passavam de papel velho, no entanto, são escritas poderosas capazes de amaldiçoar ou abençoar os Nefalens que as possuir. Os pergaminhos abençoados: Quando Ospherat capturou os Monges dos elementos, levou com ele inúmeros livros, escritas e dezenas de pergaminhos especiais mágicos, capazes de conceder poderes dentre outras bênçãos aos Nefalens que os possuir. Exemplos de bênçãos: (mínimo de 5 e máximo 20 minutos) • Dobra a velocidade de movimento; • Dobra a quantidade de vida do char; • Concede uma habilidade secundaria ou terciária; • Dobra o dano da arma usada; • Torna sem efeito a última maldição adquirida; • Etc.. Os pergaminhos amaldiçoados: Ospherat também tinha pergaminhos mágicos capaz de levar desgraça e dor a seus inimigos em especial aos Nefalens. Exemplos de maldiçoes: (mínimo de 5 e máximo 20 minutos) • Reduz a velocidade de movimento em x %; • Reduz a quantidade de vida do char; • Torna sem efeito uma habilidade secundaria; • Diminui o dano da arma usada; • Torna sem efeito a última benção adquirida; • Etc.. Os pergaminhos abençoados bem como os amaldiçoados agora encontram-se em lugares desconhecidos, podem estar em qualquer lugar de Santuário a espera de serem encontrados. Santuário mais uma vez se torna um lugar perigoso, as maldições agora podem estar por toda parte.GhostDragon2 29 jul 2015
8 jul 2015 Caçadas (Sugestão) Hoje é possível escolher qual tipo de jogo você quer jogar ao entrar em jogo público. Porem existe um problema com as CAÇADAS, em função de todos só quererem o Anel da Grandeza Régia, quando você contraria o grupo e vai para outra caçada que não seja ato 1, você é banido do jogo. Para resolver isso, basta acrescentar a TAG – CAÇADA – ATO 1 ao ATO 5, com essa simples inclusão evita-se que o jogador seja banido quando quiser caçar nos atos de 2 a 5. Fica a dica. Abraços a todosGhostDragon2 8 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat - Roteiro e Jogabilidade. ROTEIRO E JOGABILIDADE Objetivo: Destruir o artefato (Anel das Pragas) e recuperar a Mandala dos afixos. Novos Personagens: Bruxa Branca – Abiana Bruxa das Trevas Monges monstros dos Elementos Ospherat – Mago das Pragas Velho Moribundo Novos mapas: Ilha Amaldiçoada Mina Assombrada Palácio de Ospherat Novas Roupas: Sets exclusivos para os seguidores Possibilidade de os seguidores trocarem de roupa. Novos Itens: Páginas do diário DO NAVIO BLACK ROCK de 33 a 38 Artefato (Anel das Pragas) Mandala dos Afixos com 7 engastes Amuleto dos afixos com 7 engastes vazios 5 Esferas do poder para equipar os engastes do Amuleto dos Afixos 1 – Esfera Gélida 2 – Esfera Elétrica 3 – Esfera do Veneno 4 – Esfera Ígnea 5 – Esfera Arcana Nova receita do artesão: Receita do livro de encantamento para equipar os engastes do Amuleto dos Afixos. Falas: Descritas na historia Novos Desafios: 1 – Encontrar as paginas do Diário de Bordo do Black Rock. 2 – Encontrar o artefato na Ilha Amaldiçoada 3 – Matar a Bruxa das Trevas e libertar Abinana na mina assombrada 4 – Libertar os escravos no palácio de Ospherat 4 – Encontrar o fosso de lavas no palácio e destruir o Anel. 5 – Matar os monges dos elementos (viraram monstros) e recuperar a Mandala Dos afixos 7 – Matar OSPHERAT 8 – Procurar pelas esferas para equipar a mandala. Roteiro: Após chegar ao nível 70 e matar Malthael, procure por um soldado no Enclave dos Sobreviventes, escute sua fala, vá até Tyrael, escute sua fala. 1 – Encontrar as paginas do Diário de Bordo do Black Rock. 1.1. Vá para o DESERTO DOS VENTOS LANCINANTES escute a fala do velho moribundo, pegue o mapa. 1.2. Procure pelo navio e pelas páginas do diário DE BORDO DO BLACK ROCK, nos locais indicados no mapa quantas vezes forem necessárias até achar todas às paginas. 1.3. Após encontrar todas as paginas entregue para Tyrael. 1.4. Tyrael te entregará um mapa para você entregar ao barqueiro. 2 – Encontrar o artefato na Ilha Amaldiçoada 2.1. Vá até o Barqueiro, pague 5.000.000 em ouro a ele e lhe de o mapa. 2.2. Vá até a ilha e procure pelo artefato. 2.3. Encontre o barqueiro e escute sua fala. 2.4. Vá para Caldeon e encontre a mina assombrada. 3 – Matar a Bruxa das Trevas e libertar Abiana 3.1. Entre na mina, procure pelo covil da Bruxa das Trevas, use o artefato (anel das pragas) para matar a bruxa das trevas e liberte Abiana. 3.2. Escute pela fala de Abiana. Ela lhe dirá onde fica o palácio de Ospherat e pedira para você recuperar e entregar a mandala para ela. 4 – Destruir o Anel. 4.1. Vá até o barqueiro pague 10.000.000 4.2. Procure pelo palácio na ilha amaldiçoada 4.3. Entre no palácio e liberte os escravos 4.4. Procure o fosso de lavas no calabouço 4.5. Jogue o anel no fosso 4.6. Entre pela passagem secreta para masmorra que leva aos monges 4.7. Mate os monges monstros e recupere a mandala e pegue a receita. 4.8. Mate Ospherat 4.9. Use o portal e volte para o Enclave do Sobreviventes. 5 - Mandala. 5.1. Entregue a mandala para Abiana e escute sua fala. Ela vai encantar a mandala e devolver a você em forma de um amuleto (amuleto dos afixos) com 7 engastes vazios. 5.2. Entregue a receita ao Shen para ensinar a ele a encantar os engastes do AMULETO DOS AFIXOS. 6 – Procurar pelas 5 esferas para equipar a mandala 6.1. Use o portal e volte para o palácio 6.2. Procure pelas esferas no palácio e pela ilha (faça isso para achar quantas esferas você quiser). 6.3. Entregue a esfera e os amuletos abaixo + 15.000.000 em ouro, para equipar os engastes do AMULETO DOS AFIXOS. Funcionamento dos 7 engastes do Amuleto dos afixos: 5 engastes são exclusivos e só poderão ser equipados com: 1 – Esfera Gélida + 3 amuletos Lendários (TALISMÃ DE ARANOCH) 2 – Esfera Elétrica + 3 amuletos Lendários (AMULETO XEFIRIANO) 3 – Esfera do Veneno + 3 amuletos Lendários (CALEIDOSCÓPIO DE MARA) 4 – Esfera Ígnea + 3 amuletos Lendários (A ESTRELA DE AZKARANTH) 5 – Esfera Arcana + 3 amuletos Lendários (CAMAFEU DA CONDESSA JULIA) Custo por engaste: 15.000.000 em Ouro Obs: todos os amuletos devem ter a mesma propriedade (Destreza, Força ou Inteligência). Dos 3 amuletos, o que será engastado, será o que tiver o menor valor de prevenção. Engaste 6 - Qualquer amuleto (Mágico Criado ou Lendário) Engaste 7 – Qualquer amuleto CONJUNTO Obs: Os engastes 6 e 7 podem ser trocados a qualquer momento sem custo.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo IX - 2 O PALÁCIO DE OSPHERAT. - Parte II Minha nossa é muito ouro, diz Lyndon, estamos ricos, deixe isso para depois Lyndon, não viemos aqui para isso, fala a Arcanista. Lyndon então coloca em seus bolsos um punhado de ouro, e segue para encontrar o grupo que já está na passagem revelada pelo alçapão. Chegam ao calabouço, um lugar extremamente quente. Ora se não são os Nefalens e seus seguidores, matarei todos vocês, petulância, nenhum de vocês sairá daqui com vida, augura Ospherat. Extremamente poderoso Ospherat avança sobre o grupo, que se separa rapidamente, para enfrentar os poderes lançados por ele. Use o anel, diz Caçador ao Feiticeiro, mas estranhamente o anel nada faz. Não funciona, nada acontece. HAHAHA, tolos, acharam mesmo, que minha criação se voltaria contra mim? Todos morrerão, diz Ospherat. Mesmo estando com você, sinto a força do anel, grita Ospherat ao Feiticeiro. Destrua o anel, grita a Arcanista, jogue ele no fosso. Não, não deixarei que faça isso, diz Ospherat. Ospherat, rapidamente se põe a frente do fosso, o grupo então avança e ataca o Mago das Pragas, tentando deixa-lo ocupado para que o Feiticeiro consiga jogar o anel e destrui-lo. Depois de muita luta finalmente o anel é atirado no fosso, não, grita Ospherat, antes de sumir. Desapareceu! Para onde ele foi? Pergunta Irina. Nesse instante algo começa a acontecer, raios começam a sair do fosso, o lugar começa a ficar azul e frio, explosões de luz iluminam todo o local, revelando uma passagem secreta. O fosso se congela e é definitivamente lacrado. O local antes que ardia como fogo, agora apresenta uma temperatura normal. Vamos por essa passagem, deve nos levar a Ospherat, diz o Caçador. Sobem pela passagem e chegam à masmorra, um grande pátio, onde deparam-se com criaturas sentadas em volta dos monges em uma espécie de ritual. Rapidamente as criaturas que estão sentadas voltam-se contra eles, mas são eliminadas sem esforço. Chegam então até os monges que estão em transe, segurando em cada mão algo que parecem ser as esferas, acima deles está a mandala dos afixos, emanando seu poder. De repente um dos monges se levanta e transforma-se num monstro, que segue para ataca-los. Esse monge-monstro evoca o poder arcano, mas logo é abatido pelos Nefalens. Assim que matam o monge-monstro, outro se levanta já em forma de monstro, evoca também um poder, dessa vez o ígneo, e quando é morto, a rotina se faz aos outros monges que restaram. Ao matarem o ultimo monge-monstro, este deixa cair o livro encantamento descrito por Abiana. Estranhamente as esferas somem com a morte dos monge-monstros. Hum, monges pacatos e serenos, só se foi no passado, observa o Kormac. Antes de conseguirem pegar a mandala, Ospherat, aparece e se apodera dela. Agora vocês sentirão meu poder grita ele ao grupo. Que já imaginava terem conseguido seu objetivo. Ospherat se transforma e duplica de tamanho, vê-se raios saindo dele, um de cada poder dos afixos, arcano, gélido, veneno, elétrico e ígneo. Ele agora detém todos os poderes da mandala. Uma nova luta se inicia contra o mago das pragas, que agora está muito mais forte e poderoso. A batalha é muito demorada, mas no final conseguem erradicar o mal. Pegam a mandala, que está com o mago das pragas, já morto e seguem para o portal. Esperem diz o Monge, e as esferas? Temos que encontra-las. Então saem vasculhando todo o palácio a fim de encontrem pelas esferas. Algum tempo mais tarde, encontram as esferas. Antes de voltarmos tem algo que temos que fazer. Diz a Arcanista. Voltam até a arvore onde James está pendurado, o retiram e o enterram, concordam em não dize nada sobre James a Abiana. Ai sim finalmente vão para portal. Chegando nos aposentos onde está o portal, o Lyndon vai antes a sala dos tesouros. Olhem não tem mais nada aqui, o tesouro sumiu! Exclama ele desapontado. A Arcanista comenta: os escravos devem ter levado tudo. O que é pouco para recompensa-los pelo sofrimento que tiveram aqui. Diz o Bárbaro.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo IX - 1 O PALÁCIO DE OSPHERAT. - Parte I Já em Nova Tristram, Cruzado e Lyndon seguem logo para o porto a procura do Barqueiro. Vocês de novo, exclama o barqueiro, sim, precisamos que nos leve de volta a ilha, diz o Cruzado. O que? Você deve estar brincando, fala o Barqueiro, só volto àquela ilha morto, e mesmo assim contra minha vontade, estão loucos, quase morri de medo lá, não volto nem que me paguem o dobro. Era exatamente isso que iriamos te oferecer, mas tudo bem, vamos procurar alguém que queira esse ouro. Esperem, diz o barqueiro, o que eu não faço pelos meus amigos Nefalens, quando desejam partir. Assim que os outros chegarem, prepare tudo, voltaremos em breve, responde Lyndon ao barqueiro. Mas nas mesmas condições, só os deixo e volto, fala o Barqueiro. No dia seguinte, o grupo já reunido novamente, encontram o Barqueiro, está tudo pronto? Já podemos partir? Pergunta o Cruzado. Se me trouxeram o ouro, sim, é só subir a bordo. Então todos já a bordo da embarcação, partem novamente para a ilha amaldiçoada. Cruzado nota em um canto na embarcação Caçador e Lyndon sussurrando. Lyndon pergunta ao Caçador: notou algo diferente em Irina? Agora você falando, noto que ela está usando umas roupas diferentes, responde ele. Só isso? Olha como ela está mais vibrante mais exuberante, olha para o rosto dela, mais bela, está discretamente pintada. Achei que era pintura de guerra, fala o Cruzado, se intrometendo na conversa. Vocês nada entendem de mulheres, diz Lyndon aos dois. E você entende Lyndon! Fala o Caçador. Se entendo? Sou mestre no assunto. Responde Lyndon. E por falar nisso, já tirou Abiana da cabeça? Pergunta o Cruzader. Há Abiana, que formosura, mas acho que não daria certo. Bom saber que tens ainda um pouco de juízo, fala Cruzado. Algum tempo mais tarde, dessa vez com um mar calmo e tranquilo desembarcam em solo firme, se despedem do Barqueiro, que começa seu retorno ao porto, agora em segurança com boa visibilidade. O grupo então se dirige rumo a cachoeira à procura da passagem atrás da queda d’água, conforme descrita por Abiana. No caminho se deparam com mais monstros, que de um a um vão sendo mortos impiedosamente pelo grupo. Vamos, subiremos por ali, aponta o Caçador, avistando uma trilha que os levará a queda d’água. Vejam, exatamente como Abiana nos falou, fala o Monge ao encontrar a passagem, sigam com cuidado, está muito escuro aqui. Logo chegam ao fim da passagem, de onde avistam o palácio a poucos metros deles. Olhem a masmorra como esta iluminada, deve ser lá que os monges estão, vejo também muita brasa ao pé do palácio, creio vir do fosso de lavas no calabouço, fala o Bárbaro. Todos seguem para o palácio, enfrentando novamente uma horda de monstro. Ao chegarem ao palácio, que está fortemente protegido por diversas criaturas, começam uma batalha que parece não ter fim. Com suas espadas afiadas e magias vão combatendo a todos, até eliminarem o forte grupo de criaturas. Já há poucos passos da entrada do palácio, se deparam com um jovem morto dependurado a uma arvore, se decompondo e cheirando a podre. Onde se pode ler num pedaço de madeira pregado a ele “Isso é que acontece com quem tenta fugir ou trair nosso mestre Ospherat”. Trata-se de James, pobre rapaz, exclama a Arcanista. Esse aviso sugere que deva haver pessoas feitas de escravos por Ospherat, libertaremos todos, diz o Cruzado. Um ódio avassalador e um sentimento de dor por Abiana invade seus corações. Assim que entram no palácio, começa então uma carnificina, monstros e criaturas vão sendo esquartejados e despedaçados por eles. Não deixam um só cômodo do palácio para trás, um a um vão sendo explorados e as criaturas encontradas eliminadas. Libertam enfim todas as pessoas que foram feitas de escravos. Caçador pergunta a um escravo libertado por ele, onde fica o calabouço, o escravo lhe diz, siga por esse corredor, ao final, encontrará os aposentos de Ospherat, só se chega ao calabouço por lá. Ao invadirem os aposentos, deparem-se com 2 monstros que fazem a guarda do local. Nossa, veja o tamanho deles! Exclama Lyndon. Vamos acabar com eles, fala o Bárbaro. Mas os monstros além de enormes são muito poderosos, a tarefa se torna muito difícil, um com o poder arcano e outro com poder ígneo, exigem do grupo muito sacrifício na batalha. Mas novamente o grupo se faz vitorioso e conseguem vencer os poderes do mal. Vamos vasculhar todo esse lugar, encontrem a passagem para o calabouço, diz o Caçador aos demais. O lugar é grande, com 4 antessalas, numa delas Lyndon encontra o portal que Abiana comentou. Encontrei a sala do portal, diz Lyndon ao grupo. Em outra sala, o Cruzado encontra um alçapão que parece ser a passagem para o calabouço, enquanto os demais se surpreendem com a quantidade de baús, joias e ouros que encontra nas demais salas.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo VIII-3 O COVIL DA BRUXA DAS TREVAS. - Parte III Já num lugar seguro, fora da mina, contam a Abiana tudo que se passou em quanto ela estava enclausurada no covil. Revelam a ela a morte precoce de seu filho James, e quanto valente e destemido foi para tentar liberta-la, roubando o artefato de Ospherat, que possibilitou seu resgate. Sentem também a dor de Abiana pela morte do filho, mas o tempo é curto, precisam continuar. Abiana, sentimos pela sua dor, mas precisamos continuar, temos que destruir esse anel, mas precisamos antes que nos diga se sabe onde fica o palácio de Ospherat. Fala o Monge. Sim fica na Ilha amaldiçoada. Responde Abiana Como? Pergunta o Cruzado, estivemos lá, procuramos praticamente na ilha por um todo, não vimos palácio algum por lá. Vocês devem ter notado perto na montanha, um rio, seguindo o rio, vocês chegarão a uma cachoeira. Sim, vimos à cachoeira, interrompe o Lyndon. Atrás da caída da água da cachoeira existe uma passagem, sigam pela passagem, ela os levará ao palácio de Ospherat. O que mais sabe sobre esse palácio Abiana, pergunta o Caçador. Não, muito, em uma das vezes que James voltou ao covil, o ouvi dizendo a bruxa, que a entrada para a masmorra onde os monges estão é muito protegida e que apesar de ser o aprendiz de Ospherat, ainda não tinha permissão para ir até lá. Ospherat o mantinha no calabouço junto a ele, onde tem um fosso de lavas que faz do calabouço um local muito quente, existe também uma sala com um portal, que é por onde ele consegue sair da ilha. Então voltaremos à ilha, para destruir o anel, e a tal mandala dos monges. Fala o Bárbaro. Não, diz Abiana, não destruam a mandala. Essa mandala está dando muito poder aos monstros das trevas, temos que destrui-la, fala a Arcanista. Não vai adiantar destruir a mandala, o poder da mandala é gerado pelas esferas que são controladas pelos monges, mesmo que destrua a mandala não acabará com o poder dos monstros, uma vez lhe dados o poder, não tem mais como lhes tirar, o poder só acaba com a morte de quem os possui. Se conseguirem, tragam a mandala e as esferas, tenho como encantá-la para que coloquem as esferas e assim ficarem imunes aos poderes dados aos monstros. Procurem também pelo livro do encantamento, esse livro deve estar com os monges. O livro ensina como engastar as esferas novamente. Os monges podem oferecer alguma resistência? Pergunta o Kormac. Os monges eram pessoas pacatas e serenas, quando fomos surpreendidos pelos seguidores de Malthael eles não oferecerem nenhuma resistência, foram espancados e levados para o palácio de Ospherat, relata Abiana, mas temo que a essa altura Ospherat já os tenha corrompidos. Tomem cuidado. E como acabou no covil da bruxa das trevas, pergunta Irina. Eu e James conseguimos fugir para a floresta, mas logo fomos cercados por criaturas, que a princípio pensei ser os seguidores de Malthael, mas quando estava lutando contra eles, vi que a Bruxa das Trevas estava se aproximando, o poder dela era muito grande, se não estivesse com James, não me deixaria levar, mas temendo que James ficasse ferido ou fosse morto, resolvi me entregar a ela, ela se aproximou e soprou um pó em meu rosto, algum tempo depois quando despertei já estava em seu covil. O restante nós sabemos, fala o Caçador interrompendo Abiana, vamos temos que ir. Cruzado então fala, venham comigo, Irina e Lyndon, vamos indo para Nova Tristram encontrar o barqueiro, enquanto os outros escoltam com segurança Abiana até Hespéria, nos encontraremos em Nova Tristram em dois dias. Lyndon então sugere: acho melhor eu ir com eles, vai que precisem de minha ajuda com o arco, sou rápido, posso ser útil para defender Abiana se for preciso. Cruzado percebendo que o Vigarista continua encantado por Abiana, lhe diz, vamos logo Lyndon, ela já tem proteção suficiente. Irina, se sentindo um pouco inferior perante tamanha beleza e sensualidade, diz ao Cruzado: Gostaria de seguir com o grupo para Hespéria, queria saber mais sobre os monges, “disfarça”, olhando para si mesma e reparando em seus trajes grotescos com pouca ou nenhuma vaidade. Então vamos logo Lyndon, volta a dizer o Cruzador, Lyndon segue com o amigo rumo à Nova Tristram, mas sem parar de falar em Abiana. Irina se junta ao grupo que já partia para Hespéria, seguindo sempre ao lado do Caçador.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo VIII-2 A ILHA AMALDIÇOADA - Parte II Logo são surpreendidos por mais criaturas vindas por de trás deles, já notados pela Bruxa das Trevas, começam a lutar, criaturas e monstros são decepados pelas espadas dos Nefalens, abrindo caminho para o encontro derradeiro com a Bruxa, que prontamente erradia seus poderes contra seus oponentes. Com a surpresa do ataque, o Feiticeiro não se dá conta que a alça de sua bolsa se partiu e que não mais está com o anel. Os poderes da bruxa são fortes demais, quatro já estão fora de combate, atordoados pelos feitiços que os atingiram. Feiticeiro então nota que a bolsa se perdeu e junto com ela o anel das pragas. Feiticeiro destruía a bruxa, não vou aguentar por muito tempo, diz o Monge protegendo o Cruzado e o Templário, com um escudo mágico que esta detendo a magia da bruxa. Feiticeiro então volta e consegue achar a bolsa, coloca o anel, e imediatamente o aponta para a bruxa. O raio verde negro, a atinge, mas nada acontece de imediato, como havia acontecido com os monstros, a bruxa então aponta sua varinha para o Feiticeiro que com um feitiço vindo de sua varinha, é arremessado de encontro à parede, que cai quase que desmaiado. Nesse momento o cruzado consegue atingir a bruxa com sua espada, a carne se abre, um cheiro pútrido exala e impregna o local. Feiticeiro mesmo atordoado, novamente aponta o anel para a bruxa, o raio do anel parece agora estar mais escuro que antes, e ao atingir a bruxa, começa a aparecer os vermes, saído de dentro do corte proferido pelo cruzado. A bruxa começa a se debater e tentar expurgar os vermes que a estão consumindo, mas sem sucesso, começa a se desfazer em pedaços. Todos agora já começam a se recompor, já estão bem novamente. O grupo se une para ver finalmente a bruxa se decompondo. Segundos após a morte da bruxa, um imenso clarão surge de dentro da jaula onde o monstro está aprisionado, supostamente Abiana. Houve-se gritos de dor e agonia, e em seguida o clarão se desfaz, revelando uma mulher sensual e impressionantemente linda. Todos ficam paralisados ao contemplar tamanha beleza. Minha nossa exclama o Lyndon, meio que hipnotizado com tanta formosura. Será que vigarice e bruxaria combinam completa ele. Irina a única a desdenhar, fingindo não admirar a beleza de Abiana, fixa seus olhos para o Caçador que também apreciava tão quanto bela é Abiana. Estou livre finalmente, mas quem são vocês, onde está James, meu filho, não o vejo entre vocês pergunta Abiana. Vamos sair daqui e ir para um local seguro, então lhe falaremos, sugere o Caçador.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo VIII-1 O COVIL DA BRUXA DAS TREVAS. - Parte I Após um merecido descanso, já chegando ao porto, o grupo dá uma boa olhada no mapa que carregam e seguem para Caldeum, para encontrar a Mina assombrada nas Minas do Cânion Negro. Já nas Minas do Cânion Negro, sem perdem tempo se dirigem para a Mina Assombrada. Ao adentrar a Mina, poucos metros à frente, se deparam com inúmeros monstros sedentos por carne humana, começa então uma nova batalha, quanto mais eles seguem, mais monstros aparecem e assim, continuam até que chegam a um local sem saída. Procurem deve existir uma passagem em algum lugar diz o Monge. Nem foi preciso procurar, de repente um enorme barulho, o chão treme, uma parede se desmorona e dezenas de monstros saem da escuridão e começa a atacá-los. São muitos, não conseguiremos abate-los, fala Irina assustada. Rápido use o artefato, use o anel Feiticeiro, grita o Bárbaro já em meio a batalha com os monstros. Não sei como ativar isso, responde o Feiticeiro, coloque o anel, rápido, fala o Monge. Feiticeiro então coloca o anel, e o aponta para uma horda de monstros que se aproximava, imediatamente um raio verde negro atinge a horda e se vê uma espécie de verme saído da pele dos monstros e consumindo-os numa rapidez alucinante. Se afastem, venham, fiquem atrás de mim, diz o Feiticeiro. Todos rapidamente correm para traz do Feiticeiro, que em minutos utilizando o anel, aniquila com todos os monstro e criaturas que ali estavam. Viram isso? Que arma poderosa, esse anel em mãos erradas traria muito sofrimento ao nosso mundo. Tenho que tirar o anel, seu poder está me fazendo mal, sinto algo que não consigo controlar. Diz Feiticeiro Agora já me sinto melhor, fala o Feiticeiro ao retirar o anel e guarda-lo na caixa, e a coloca-la de volta em sua bolsa. Temos que destruir esse anel o mais rápido possível, conclui o Feiticeiro. Não antes que acabar de vez com a Bruxa Das Trevas, procurem, ela deve estar por perto. Vamos pelo local de onde esses monstros saíram, diz o Cruzado. Seguindo mais à frente finalmente encontram o covil da bruxa, e em silêncio observam o local. De onde eles estão conseguem ver um monstro aprisionado em uma jaula e alguns poucos monstros ao redor da Bruxa das Trevas.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo VII - 2 A ILHA AMALDIÇOADA - Parte II Depois de percorrerem praticamente toda a ilhas, matando e decapitando todas as criaturas e monstros que encontravam pela frente, finalmente avistam a montanha logo à frente, e entre eles e a montanha três enormes monstros. Não tem mais jeito, temos que enfrentar a todos, a montanha está logo à frente, fala o Caçador. Todos cercam os monstros, e avançam para enfrentá-los, os monstros são muito fortes e com os poderes que a mandala os conferiu, atingem os bravos Nefalens. Em meio à guerra o Caçador e Cruzado são arremessados a poucos metros de distância após serem violentamente atingidos por uma onda de explosão elétrica, Irina perto dali, corre desesperadamente para socorrer os Nefalens, chegando primeiro ao Caçador, sem se preocupar em também ser atingida, totalmente desprotegida. Mas eles estão bem, unem-se novamente e avançam para aniquilar de vez com os monstros que estavam cercando o resto do grupo. Já com os monstros em pedaços, começam a vasculhar o local a procura do artefato, quase uma hora se passa quando finalmente o Feiticeiro finalmente encontra, está aqui, vejam. Em uma pequena clareira, uma estaca indica o local que está o artefato, exatamente como descrito no diário. O Feiticeiro escava e sem muito esforço encontra a caixa, ao abri-la, contemplam em seu interior o tão temido artefato que aos olhos de qualquer pessoa passaria despercebido como um anel inofensivo, sem oferecer nenhum perigo. Guarde isso em local bem seguro, diz o Caçador ao Feiticeiro, não o coloque em seu dedo e não o perca. Vou colocá-lo na minha bolsa, diz o Feiticeiro. Então todos seguem rumo à praia, para tentar encontrar uma maneira de sair daquele lugar maldito. No caminho para a praia, deparam-se ainda com alguns monstros, mas os matam com certa facilidade. Ao chegar a uma lagoa, logo abaixo de uma cachoeira o grupo para, descansam e lavam-se, antes de continuar. Como sairemos dessa ilha, pergunta Irina ao Caçador. O barqueiro comentou que muitos vieram para essa ilha atrás de ouro e riquezas, mas que nunca voltaram. Vamos procurar pela praia, por alguma embarcação que ainda esteja em condições de nos tirar daqui. Responde o Caçador. Caçador então convoca o grupo e todos continuam seu caminho rumo à praia, a procura de algo que os leve de volta. Algum tempo depois já na praia, encontram algumas embarcações, mas nenhuma em condições de navegar. Vamos procurar perto de onde o barqueiro nos deixou, fala o Caçador. Ao chegarem ao local do desembarque, Irina vê ao longe o barco que os trouxeram, vejam diz ela, não é o barco que nos trouxe? Sim, parece ser, vamos até lá, fala o Bárbaro. Chegando na embarcação, encontram com o barqueiro. Que bom que voltaram, achei que morreria aqui, exclama o barqueiro, o nevoeiro ficou muito forte, não consegui enxergar nada e acabei encalhando, quando a maré subiu, tive que voltar para arrumar o barco, me ajudem, vamos sair logo dessa ilha. Então com a ajuda dos Nefalens, logo o barco fica em condições de navegar novamente, assim partem de volta para o porto em Santuário.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo VII - 1 A ILHA AMALDIÇOADA - Parte I Já em Nova Tristam os Nefalens seguem para o porto a procura do barqueiro em quanto seus seguidores se prepararem para jornada indo à cidade adquirir mantimentos. Ao encontrar o Barqueiro mostram-lhe o mapa com um local assinalado por eles, onde acreditam estar a Ilha. Precisamos que nos leve lá, pagamos um bom preço pelos seus préstimos, fala o Caçador. Se eu concordar, só os deixarei lá e volto não vou me arriscar, não me interessa que vão fazer por lá. Diz o Barqueiro, já de olho no ouro. Sem problemas, por nós, estamos de acordo. Diz o Caçador. Então está bem, voltem amanhã, partiremos bem cedo ao alvorecer, não se atrasem, são dois dias de viagem, há, e não esqueçam de trazerem o meu ouro. Que mercenário fala o Cruzado, já se afastando indo ao encontro dos seguidores. No dia seguinte já embarcados começam sua jornada rumo a Ilha Amaldiçoada. Após um dia e meio de viagem, de repente o mar começa a se enfurecer, um nevoeiro encobre a embarcação, todos se assustam, o Barqueiro então grita, segurem-se, vamos balançar muito. Algum tempo depois da embarcação quase virar, atravessando o nevoeiro em meio ao mar revolto, avistam a ilha a poucas milhas a frente. Estamos chegando, preparem-se para desembarcar rápido, não quero ficar aqui mais tempo que o necessário, diz o Barqueiro. Já na ilha, a embarcação vai se afastando, e Irina então pergunta: Não vai nos esperar? Ele voltara para nos pegar? Não Irina, diz o Caçador, teremos que encontrar um meio de voltarmos. Vamos nos concentrar no que viemos fazer, por onde começamos? Fala o Monge. Vamos seguir por aquela trilha, e procurar por uma montanha, no diário diz que o artefato está enterrado ao pé da montanha, fiquem todos atentos, fala o Bárbaro. Não muito longe dali, avistam uma horda de monstros, muitas criaturas, de todo tipo, xamã, lançador, exorcista, executor, vermes, ceifadores, etc. Após algum tempo em batalha, todos estão bem e sem ferimentos. Nunca vi tantas criaturas juntas, essa ilha está repleta de monstros, temos que ter muito cuidado, diz a Arcanista.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo VI O DIARIO DE BORDO DE BLACK ROCK Já em Hespéria, sem perder tempo Tyrael coloca em ordem às poucas páginas encontradas e começa a estuda-las. Diário de Bordo do Black Rock Pagina 33. “São muitas as criaturas, não sei se aguentaremos por muito tempo, ainda estou vivo graças à ajuda de um clandestino que encontramos no navio, esse jovem parece ser uma espécie de bruxo ou mago, não sei, mas ele aniquila as criaturas com magia”. Diário de Bordo do Black Rock Pagina 34. “James é o nome do clandestino, usou um encantamento que nos deixou invisíveis aos olhos dessas criaturas horrendas e malcheirosas, ganhamos um pouco de tempo para recuperar as forças”. “O encantamento não aguentará muito tempo, logo se quebrará me disse o rapaz” Diário de Bordo do Black Rock Pagina 35. “No pouco tempo que tivemos a salvo sobre o encantamento, James me revelou que era o responsável pela maldição do navio, e pelas mortes ocorridas, que seu ódio e sua sede de vingança o deixaram cego ao ponto de perder a noção do que estava fazendo, não se deu conta que colocaria em risco a todos nós”. Diário de Bordo do Black Rock Pagina 36. “As criaturas estão à procura de um artefato que ele tirou de Ospherat para poder matar a Bruxa Das Trevas, e libertar sua mãe “ou no que ela se transformou”, que está presa em uma mina assombrada, que fica nas Minas do Cânion Negro em Caldeum, me disse James, com um sentimento profundo de culpa e arrependimento”. Diário de Bordo do Black Rock Pagina 37. “Descreveu-me o artefato como sendo um anel muito poderoso que só pode ser destruído no local onde foi feito, num fosso de lavas que fica no palácio de Ospherat, mas que não está com ele, escondeu em uma caixa e enterrou ao pé de uma montanha na ilha amaldiçoada, há uma estaca no local, a ilha fica um pouco ao norte da ilha de Shartara”. Diário de Bordo do Black Rock Pagina 38. “O encantamento se quebrou, quanto mais criaturas matamos, mais aparecem, não tem fim nosso martírio, o pobre rapaz foi capturado e torturado até a morte, algumas criaturas agora vasculham os destroços do navio a procura do artefato em quanto outras estão indo embora levando com elas o corpo já sem vida do rapaz”. Não encontro aqui onde fica o palácio de Ospherat, deve estar descrito em alguma outra página do diário, que vocês não encontraram. Diz Tyrael Então mesmo que encontremos o artefato, como vamos destruí-lo? Pergunta Lyndon. Agora sabemos onde está o artefato e como ele é, e sabemos onde fica o covil da Bruxa. Vamos para ilha amaldiçoada recuperar o artefato e seguiremos depois para o covil da Bruxa, na mina assombrada, com sorte Abiana ainda pode estar viva, ela deve saber onde fica o palácio. Esperem, levem esse mapa, poderá ser útil Tyrael então entrega o mapa de Santuário, ao Caçador. Vamos para Nova Tristam ver se o barqueiro consegue nos levar até a tal ilha. Fala o Caçador.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo V O RETORNO Passam-se duas semanas, Arcanista, Monge e Irina são os primeiros a chegarem ao local combinado, descansam à espera dos demais, enquanto curam suas feridas. Espero que os outros tenham tido mais sorte, recuperamos poucas páginas do diário, e não visualizo nada nelas que nos diga o que procuramos diz Irina. O navio desapareceu muito rápido, se tivéssemos chegado mais cedo, teríamos tido mais sorte, respondeu o Monge. As criaturas nos atrasaram muito, perdi a conta de quantas matamos, relembra a Arcanista. Em pouco tempo avistam dois grupos que se aproximam, Cruzado e Lyndon, Feiticeiro e Kormac. Enfim chegamos salvos, apesar das batalhas que travamos, estou morto de cansado fala o Lyndon aos demais. Encontraram o diário? Pergunta Irina. Não, mas achamos algumas páginas, o diário se desfez e as páginas se soltaram, diz o Cruzado. Tragam aqui, humm, começa a fazer sentido, vamos esperar pelos outros, e ver o que conseguiram, indaga o Monge. Algumas horas mais tarde chegam para se juntar ao grupo o Bárbaro e o Caçador. Que bom que estão bem, já estava me preocupando com vocês, diz Irina, prestando maior atenção ao Caçador, e procurando silenciosa por algum ferimento aparente. Sim correu tudo bem, apesar das criaturas do deserto, estamos bem, avistamos o navio, apareceu não muito tempo depois que chegamos, fala o Caçador. Encontramos algumas páginas, diz o Bárbaro. Deixe-me ver, pede a Arcanista, acredito que tenhamos encontrado o que procurávamos. Descansem, amanhã ao alvorecer retornaremos para Hespéria. O dia amanhece e o grupo segue para Hespéria, levando na bagagem, páginas do diário que podem revelar o paradeiro do artefato.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo IV O DESERTO DOS VENTOS LANCINANTES Após se prepararem para a jornada, os Nefalens e seus seguidores partem para Caldeum no deserto dos Ventos Lancinantes. No caminho se deparam com vários peregrinos que estão entusiasmados com a esperança de também encontrar o navio e junto com ele tesouros e outras relíquias, observam também outros sem a menor condição de chegar ao destino, vendo o sonho da riqueza se esvaindo, sem forças, já moribundos, esperando a morte leva-los. O tempo se faz curto, precisam encontrar o navio antes dos outros, a vantagem deles e que ninguém aparentemente está à procura do diário de bordo e sim somente atrás de riquezas. Sabem também que no deserto ainda existem muitas criaturas das trevas e que poucos ou talvez nenhum deles chegará ao seu destino. Após alguns dias de uma viagem extremamente cansativa, mas sem os perigos que outrora havia, finalmente chegam em segurança ao deserto dos Ventos Lancinantes em Caldeum. O grupo descansa e pernoita em um último refúgio com agua e sombra antes de enfrentar os perigos do imenso deserto a sua frente. Todos em silencio sabem dos desafios que irão enfrentar, além das criaturas das trevas que povoam o imenso deserto também terão que lidar com o sol escaldante do deserto de dia e o frio intenso ao cair da noite, sem contar com as perigosas tempestades de areia que com certeza estão por vir. Esse deserto é imenso, por onde começar? Retruca Lyndon. Não sabemos a localização do navio e nem onde vai aparecer se é que aparecerá. Nesse momento perto deles um velho deitado a beira de um barranco, clama por um pouco de água. Irina então lhe da água e um pedaço de pão, o velho mal consegue se levantar, precisou de ajuda para se sentar e beber a água que lhe foi dada, o velho estava muito mal. O velho sorri, e diz: Acho que a esperança de uma vida melhor chegou um pouco tarde para mim, sou o único que conseguiria encontrar os tesouros do navio, queria ter a juventude de vocês agora, pois com certeza teria encontrado o navio e seria muito afortunado. Vocês estão aqui para isso também, pergunta o velho com uma voz tremula e tossindo muito. Não exatamente, responde Kormac, queremos sim encontrar o navio, mas por outros motivos, nesse momento o Caçador, interrompe Kormac, com receio dele revelar o verdadeiro objetivo da viagem. Não se preocupe meu jovem, não ofereço perigo algum a vocês, fala o velho, estou aqui sem forças já deitado há dois dias, com sede e fome, e ninguém parou para dar um pouco de água e conforto a esse velho moribundo, agradeço a vocês. O que o faz pensar que seria o único a encontrar o navio? Pergunta o Monge ao velho. Guarde suas forças velho, interrompe o Caçador, vamos descansar e amanhã falaremos a respeito. Os Nefalens se olharam sabendo que o velho talvez não chegue a ver o sol no dia seguinte. A noite está chegando e traz com ela o frio que chega a doer. Em quanto o grupo ascende uma fogueira para aquecê-los perto do velho, Irina cobre o velho com um manto que trouxe. O velho sentindo que sua vida está por poucas horas, olha fixamente para os olhos de Irina, e sem expressar uma só palavra segura sua mão, aparentemente como um gesto de agradecimento pelo pouco, mais caloroso conforto recebido. Todos então se aconchegam para dormir e recuperar as forças, pois precisarão delas no dia seguinte. Ao amanhecer todos despertam já com o sol queimando seus rostos, Irina vai ao encontro do velho ver como ele está, e constata o que os Nefalens já haviam pressentido, o velho estava morto. Irina relembrando o olhar profundo que o velho deu a ela, indaga: Estranho, tive uma ligeira impressão que o velho queria me dizer algo. Enquanto alguns cavam uma cova para enterrar o velho, o Monge olha a bolsa que o velho carrega, entre algumas bugigangas encontra um mapa com a localização das supostas aparições do navio. Encontra também algumas páginas rabiscadas que sugerem que o velho não estava apenas atrás de riquezas, pois nos rabiscos estão desenhos dos monges e da mandala descrita por Tyrael. O velho estava indo atrás do navio para encontrar o Diário, temos que encontra-lo rápido, pode haver mais pessoas interessadas no Diário do Black Rock. Vejam esse mapa, agora entendo porque o velho disse ser o único capaz de encontrar o navio, o mapa nos dará uma enorme vantagem, diz o Monge. O Grupo se reúne para ver o mapa e traçar uma estratégia para localizar o navio. O velho chegou perto, o X é exatamente onde estamos, fala o Monge. Após enterrarem o velho e cobrir a cova com pedras, decidem em se separar em grupos. Cada grupo segue para um local demarcado no mapa, com a esperança de avistar o navio e de encontrar o diário. Combinam antes em se reunir nesse mesmo lugar em duas semanas, com ou sem o Diário de Bordo. Tomem muito cuidado, o deserto está repleto de criaturas das trevas, grita a Arcanista aos amigos que já se distanciam.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo III O ARTEFATO Nossa, pobre fim de Abiana, que infelicidade dessa família diz Irina. Ela ainda está viva? Onde fica esse covil pergunta o Caçador. O único que sabe onde se esconde a Bruxa Das Trevas infelizmente é o aprendiz James, responde Tyrael. E onde ele pode ser encontrado? Pergunta Lyndon. Tyrael então continua sua história: Está morto, James com muito ódio após ver sua mãe transformada em um monstro horripilante, voltou para o palácio de Ospherat, com o firme propósito de conseguir algo que o ajudasse a matar a Bruxa Das Trevas, único local seguro, pois a Bruxa Das Trevas considerada uma traidora, não ousaria entrar no palácio, seria imediatamente exterminada. Alguns dias depois, Ospherat tem uma visão e profetisa à chegada de um novo Nefalen e insinua a possibilidade do extermínio de Malthael. Malthael então ordena que Ospherat crie um artefato capaz de extinguir definitivamente qualquer ameaça contra ele e seu reino das trevas. Ospherat com a ajuda de seu aprendiz (James) cria um artefato extremamente poderoso, capaz de levar ao mundo dos vivos, muito flagelo, epidemias de doenças incuráveis, pragas nas lavouras levando a fome aos quatro cantos do mundo, dentre outras pragas horríveis. James cego de ódio, e imbuído da vingança, vê a oportunidade que estava esperando para acabar com a Bruxa Das Trevas. Então num descuido de Ospherat, rouba o artefato e foge do palácio, rumo a executar sua vingança. Ospherat manda seus soldados à procura de James, mas sem sucesso, Malthael desapontado com tamanho fracasso de Ospherat, o faz prisioneiro do seu próprio palácio. Algum tempo depois, James é descoberto por informantes de Malthael a bordo do navio Black Rock. Malthael amaldiçoa o navio, que acaba naufragando por ondas gigantescas e envia suas criaturas para vasculhar os destroços atrás do artefato. Poucos sobreviveram ao naufrágio. Um marinheiro sobrevivente pouco entes de morrer, relatou que James se uniu ao Primeiro Oficial McMahon, para lutar contra as criaturas. James foi capturado e torturado até a morte, mas o artefato nunca foi encontrado nos destroços do navio. O paradeiro do artefato, o local do covil da Bruxa Das Trevas e do palácio de Ospherat, foram sepultados com James. Com a morte de Malthael, temo que se esse artefato for encontrado poderá trazer um novo líder ao reino dos mortos e a desgraça se abaterá novamente sobre nós. Qual a aparência desse artefato, e como vamos encontra-lo? Pergunta o Cruzado. Só seu criador Ospherat sabe como é o artefato, ele nunca foi visto por outros, responde Tyrael. O que devemos fazer então Tyrael? como vamos encontrar esse artefato, pergunta o Bárbaro. Acredito que no diário de Bordo do Black Rock, deva haver alguma referência sobre o paradeiro do artefato, pois segundo relatos, James se uniu ao Primeiro Oficial McMahon, deve ter lhe contado algo antes de sua morte. A maldição do navio está enfraquecendo com a morte de Malthael, logo a maldição se quebrará e o navio ficara definitivamente a vista, já está aparecendo com mais frequência. Isso atrairá todo tipo de gente, ladrões e aventureiros a procura de supostos tesouros escondidos. Preciso que partam imediatamente a procura do Black Rock, e encontrem o Diário de Bordo ou o que restou dele, para vermos se conseguimos alguma informação que nos leve ao paradeiro do artefato.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo II A VERDADE O grupo chega a Hespéria e dirigem-se ao enclave dos sobreviventes a procura de Tyrael. Aproximem-se, diz Tyrael aos Nefalens e seus seguidores, temos que agir rapidamente. Do que se trata, pergunta o Monge. Temo que seja chegada a hora de mais uma batalha contra o mal. Vocês já devem ter ouvido sobre o navio naufragado Black Rock. Sim, todos não falam de outra coisa, é uma lenda aguçando a imaginação do povo, diz o Cruzado. Infelizmente não se trata de uma lenda. Vocês já ouviram falar dos monges dos elementos? Sim os monges que sumiram misteriosamente e nunca mais foram vistos! Responde o Cruzado. Eram 5 os monges que juntos com Abiana a Bruxa Branca, trabalhavam numa mandala muito poderosa que seria capaz de aniquilar qualquer seguidor do mal, até mesmo os generais de elite de Malthael. Abiana, assim como os monges desapareceu misteriosamente, e também nunca mais foi vista, fala o Monge. Mas o que tem haver eles em relação ao naufrágio do Black Rock, indaga o Caçador. Vou lhes contar com detalhes o que sei dessa história, diz Tyrael ao grupo. Cada monge detém o poder de um elemento. Elemento Gélido, Elétrico, Veneno, Ígneo e Arcano. Esses elementos juntos, encantados por Abiana, criou uma mandala muito poderosa, para aniquilar as forças do mal. Essa mandala conta ainda com mais 2 encantamentos que não chegaram a ser terminados. Ao todo seriam 7 poderes, uma mandala muito poderosa. Em nossa peregrinação para achar e matar Malthael, deparamos com monstro e generais de elite de Malthael que tinham dentre outros esses mesmos poderes, como isso é possível? Pergunta o Feiticeiro. Os monges não sumiram, continua Tyrael, eles foram sequestrados a mando de Malthael e levados ao palácio do Mago Ospherat – O portador das pragas. Ospherat enfeitiçou os monges e usou a mandala para dar o poder dos elementos aos generais de elite de Malthael, por isso vocês depararam com monstros e Elites com esses poderes. Abiana e seu filho James, um rapaz jovem, bruxo iniciante, porém muito inteligente e astuto que estava seguindo os passos da mãe nas magias brancas conseguiram escapar dos soldados de Malthael, porem logo foram capturados pela Bruxa das trevas. Bruxa das trevas, impiedosa e traidora do reino das sombras, quer ter seu próprio exército do mal, planejava se apoderar da mandala, mas Malthael agiu antes. Enfurecida por não ter conseguido se apoderar da mandala, fez um acordo com James, se ele trouxesse a mandala para ela, os dois seriam libertados, ele e sua mãe. Desesperado e sem saída, James então concorda em ajudar a Bruxa Das Trevas a obter a mandala. A Bruxa Das Trevas então consegue infiltrar James no palácio de Ospherat para que ele possa roubar a mandala. James muito astuto, em pouco tempo ganha a confiança de Ospherat e se torna seu aprendiz, mas não tem êxito, impossível roubar a mandala do palácio. James então cria uma mandala falsa e retorna ao covil da Bruxa Das Trevas, mas logo a Bruxa percebe que foi enganada, os dois travam uma batalha e James consegue fugir, mas não antes de ver a bruxa enfurecida transforma Abiana num monstro horrível.GhostDragon0 7 jul 2015
7 jul 2015 Ospherat o Mago das Pragas - Capitulo I A LENDA Na cidade de Hespéria, algum tempo depois da morte de Malthael... Surgem rumores de que o Navio Black Rock foi visto novamente, um soldado está relatando ao General Torion e a Tyrael o que escutou. General Tórion - Soldado, que está havendo? Soldado - General, não sei ao certo, mas todos estão comentando que o Navio Black Rock, naufragado há muito tempo foi visto novamente, segundo relatos essa é a quinta aparição esse mês. General Tórion – Onde acontecem essas supostas aparições? Soldado – Em Caldeum, no deserto dos Ventos Lancinantes. Nesse momento o soldado se afasta e Tyrael com uma expressão de muita preocupação comenta com o General Tórion: Tyrael – Isso muito me preocupa, achei que esse navio nunca iria reaparecer. General Tórion – Então é verdade, como isso pode ser possível? Tyrael - O Black Rock, não sofreu um naufrágio, ele foi afundado pelas forças do mal, e amaldiçoado pelo Mago Ospherat, o portador das pragas, preciso encontrar os Nefalens urgentemente. Tyrael então chama pelo seguidor Kormac, o Templário, e indaga sobre os Nefalens. Tyrael – Kormac, onde estão os Nefalens? Templário – Estão todos indo para Nova Tristam, vão se reunir na taverna do novilho esquartejado, já devem ter chagado, vou me encontrar com eles em poucas horas. Tyrael – Vá agora e traga-os até a mim, o mais rápido possível. Kormac – Algum problema Tyrael? Tyrael – Apenas faça o que lhe peço. Kormac, obedecendo a Tyrael, abandona seus afazeres e segue imediatamente para Nova Tristam. Nesse momento na taverna do novilho esquartejado, em Nova Tristam, adentram para se reunir ao grupo de Nefalens os seguidores, Lyndon, o Vigarista e Irina a Sibila. Vocês demoraram, fala a Arcanista para os recém-chegados. Paramos para escutar sobre o tal Navio Black Rock, todos só falam sobre isso, já estão reunindo um grupo para fazer vigília nas terras dos Ventos Lancinantes, acreditam que irão achar tesouros escondidos no navio. Tolos, diz Bron o taberneiro, o povo acredita em tudo que houve, vão perder tempo, aquele navio naufragou com muitos miseráveis, pessoas de pouco poder, fugindo das desgraças que se abateram sobre eles; existem muitas histórias sobre esse navio, mas não passam de lendas. O Monge interrompe o taberneiro e comenta: Dizem que o Diário do Navio Black Rock, esconde em suas páginas informações valiosas, de tesouros e magias poderosas, a mais famosa de todas é sobre o artefato perdido do Mago Ospherat, o portador de pragas. Isso não passa de histórias criadas por vigaristas, para tirar do pobre povo, um pouco de dinheiro, diz Bron, sem querem ofender a você Lyndon. Já estou acostumado diz Lyndon. Uma vez vigarista, sempre vigarista, comenta Irina (Todos riem da piada). Fale-me mais desse artefato, indago o Cruzado ao Monge. Não sei muito, mas, reza a lenda que Ospherat, o mago do mundo das sombras, portador de pragas horríveis, previu que com a chegada de um novo Nefalem, um Cruzado (nesse caso você meu amigo) os Nefalens poderiam ser capazes de matar Malthael. Malthael então ordenou a Ospherat que criasse um artefato poderoso com pragas infinitas, para ajudá-lo a combater os Nefalens. Ospherat criou um artefato do mal tão poderoso que reunia em si, todas as pragas do mal, capaz de trazer muita desgraça ao mundo dos vivos, Entretanto um aprendiz de Ospherat roubou o artefato. Ospherat tentou recuperar o artefato, mas não teve êxito, Malthael enfurecido então aprisionou Ospherat em seu próprio palácio, onde ninguém imagina onde fica. O aprendiz e o artefato, nunca foram vistos. Sinto-me lisonjeado, O temido Cruzado, (Risos). Também já ouvi essa história diz o Bárbaro, mas pelo visto só mais uma horrenda lenda, imagina um pobre aprendiz conseguir enganar um poderoso Mago e roubar sua criação, pouco provável. Nesse momento, chega Kormac, olá junte-se a nós Templário, estamos ouvindo um pouco das lendas que giram ao nosso redor, fala o Caçador. Bem que gostaria, mas trago ordens expressas de Tyrael, para leva-los até ele imediatamente. Do que se trata, pergunta o Feiticeiro. Não sei do que se trata, mas me pareceu muito aflito e preocupado, responde Kormac. Devemos então partir imediatamente para Hespéria, diz o Caçador. Taberneiro coloca na minha conta, volto depois para acertar, fala Lyndon. O taberneiro responde: acertar essa e as demais que me deve Senhor vigarista. Todos então seguem para Hespéria ao encontro de Tyrael.GhostDragon0 7 jul 2015
28 jun 2015 animados para testar o patch 2.3? um presente e ae galera sei que muita gente como eu está super animada para testar o novo patch com o poder do cubo os novos itens e tudo mais, enquanto ele não chega resolvi fazer um conto que apesar de ser meu primeiro acho que ficou bem legal, dem uma lida e me digam o que acharam, abraços e boa leitura. Estava eu parado na frente de um buraco, a entrada para uma dungeon, iria entrar matar todos os demônios e tornar o mundo um lugar melhor, uma noite como qualquer outra, era isso que eu imaginava. Logo que entrei fui cercado por lacaios, criaturas criadas pelo próprio diablo para se autodestruir numa explosão levando consigo qualquer coisa que estiver perto inclusive demônios aliados, mais hoje não seria o dia deles, sentia a fúria ferver no meu sangue, girava com meu machado trucidando qualquer coisa que via na minha frente, demônios, portas, bloqueios nada ficava em meu caminho, minha sede de sangue era tão alta que em fúria eu corria tão de presa que em meu caminho pequenos tornados de ódio eram formados. Não demorou muito para a sala estar repleto de sangue e restos de meus inimigos, aquele lugar era um labirinto formado para aprisionar pessoas pela eternidade, mais não para mim, eu sabia qual caminho devia seguir, sempre para baixo, foi o que deckard me ensinou, os inimigos sempre estarão esperando no caminho mais escuro e profundo. O caminho se mostrava claro para mim, era naquela direção, porém dois gigantes esperavam na entrada, não tornariam minha passagem fácil, bem era isso mesmo o que eu queria. Quanto maior o seu tamanho maior era sua queda, não passava de um monte de carne e ossos que eu iria rasgar e quebrar, um dia como qualquer outro, mais eu estava feliz, ali coberto de sangue e tripas, era isso que eu gostava de fazer era isso em que eu era bom, infelizmente minha alegria não duraria tanto. Continuei descendo pela dungeon destruindo tudo e todos que por sua infelicidade entravam em meu caminho, melhor sorte em sua próxima vida eu dizia, até que fui percebendo que já não havia mais tantos inimigos, olhei para os lados e vi eles fugindo, estavam como medo de mim ou..., era isso, eu havia completado a cota de sangue derramado e o chefe se aproximava. Um silêncio planava pela sala, a única coisa que ouvia era os passos da criatura se aproximando, a hierarquia dos demônios era diferente, os pequenos temiam os chefes, pois esses não tinham piedade e gostavam de matar seja humano ou demônio. Do escuro eu vi sua mão surgindo da porta, ele foi chegando mais perto, tinha o dobro da minha altura e eu o reconhecia, já havia o mandado para o inferno uma vez e faria isso de novo, era Iskatu o guardião de diablo que enfrentei no Vestíbulo da luz. Não sabia como ele tinha conseguido voltar para nosso plano mais iria chutar sua bunda mais uma vez. Não hesitei, parti para cima no mesmo momento, liberando todos os ataques furiosos que conhecia mais ele parecia diferente, estava mais resistente, forte e esperto. Quando eu me aproxima para desferir um golpe ele se teletransportava para outro canto da sala, criatura asquerosa e escorregadia, dessa vez era ele quem atacava, sugou o ar da sala em seus pulmões e se preparava para cuspir um raio de fogo, imediatamente corria para trás de uma pedra meio destruída que havia na sala, por hora consegui me proteger, mais tinha algo errado, ele não tinha esse poder quando o enfrentei da primeira vez, tentei esquecer os medos e suspeitas que nevoavam meu coração e parti para cima dele, mais tudo estava planejado, ele se moveu para o canto da sala e preparava um novo ataque, quando tentei me esconder atrás da pedra vi que um clone dele me esperava, e outro clone fechava o meu ultimo caminho. Eu estava cercado, o fogo deles me alcançou e a ultima coisa que pude ouvir eram suas risadas maléficas. Acordei na catedral de Tristam, Deckard e seus amigos conseguiram fazer um ritual para me trazer de volta a vida, mais mesmo que meu corpo estivesse perfeito eu não estava completo, aquela derrota tinha ferido não somente meu corpo, tinha ferido meu coração. Meu orgulho não era mais o mesmo, eu estava acabado, será que finalmente o equilíbrio entre homens e demônios tinha quebrado e os demônios estavam com a vantagem? Vaguei por um tempo, não conseguia olha para o rosto de meus companheiros após a derrota, em meus pensamentos revisei a minha luta e o que eu podia ter feito de diferente, talvez devesse trocar minha espada por um machado ou quem sabe levar um escudo comigo, não isso não seria o suficiente os demônios parecem ter um novo poder e eu fiquei para trás, convencido por meu orgulho achava que nada podia me derrotar e eu estava errado.jaluska1 28 jun 2015
30 mai 2015 Vingança Iminente - Parte 2 Jowsleds avança sob o sol escaldante do Canyon Sundered. Havia se passado semanas desde sua última batalha, aquela contra os Mortos-vivos. Até esse poderoso guerreiro começara a pensar estar delirando por causa do calor, ou da sede, fome, tanto faz, ele na verdade estava delirando mesmo, e muito. Havia andado 30 km em círculos atrás de uma poça d´água inexistente, e nessa jornada contra a sede ele nem reparou que estava próximo de um dos covis que Diablo usara em sua caminhada de destruição e propagação da morte e do ódio. O covil é simplesmente uma cabana deformada feita de areia derretida pelas chamas do vilão. E não só Diablo usa de abrigo ou esconderijo esses covis, mas monstros neutros ou do exército do mal, também são encontrados lá dentro. Mas antes de entrar, ou simplesmente observar que havia uma construção estranha por perto, Jowsleds sente algo raspando o seu braço direito, e o raspado virou uma dor lancinante e gelada! Seu braço pareceu congelar por um tempo, o sangue escorrido congelou e ao olhar pra trás viu um objeto voador brilhando ao encontro de um cactus, o objeto acerta o vegetal espinhudo e se estilhaça em vários pedaços transparentes e azuis. Logicamente por experiência própria, Jowsleds sabe que era um flecha do gelo, coisa de elfo. Olhando rapidamente ao seu redor e tentando ficar sóbrio ele consegue avistar a construção em meio aos grãos de areia que voam constantemente na região. E ao pensar em dar o primeiro passo ele nota um indivíduo saindo da construção, e em um segundo confirma, sim, é um elfo. - Olá nobre guerreiro. Desculpe, estava me escondendo de umas Vespas da Areia, e achei que você era uma delas. Já levou uma picada? Cara, dói muito. Jowsleds confia em ninguém, realmente não confia. Ele empunha seu machado e percebe que seu braço está estranho, doendo muito. E como um elfo vai se confundir e acertar ele. Por isso ele diz. - Não são aquelas ? - diz ele olhando sobre os ombros do elfo. O elfo rindo e confiante, se vira. -AAAhhhhhhh !!!!!! - Jowsleds aproveita o micro segundo de desatenção e joga uma Lança-Ancestral pra cima do Elfo, que rapidamente salta pra cima já com seu arco mirando o bárbaro. - Hmmmm. Quase seu Nefalem maldito !!! - E atira uma outra flecha congelada na direção de Jowsleds. O bárbaro então salta pra cima do elfo mentiroso, mas ao tentar acertá-lo no ar, o elfo simplesmente desaparece, fazendo Jows aterrisar no chão, de joelho. Ao ver a poeira dispersar e olhar ao seu redor, o elfo já sumira. Ele logicamente sabe que foi uma armadilha, e Diablo já estava esperando por ele. Diablo sabe tudo sobre todos, ele domina muitas criaturas que servem de observadores, e até assassinos. Vai ser difícil encontra-lo, ainda mais matá-lo. Mas por enquanto está fácil para Jowsleds. Ah, o cactus, o primeiro cactus em dias! Talvez o elfo seja um amigo estranho, que apareceu só pra acertar aquele cactus. Pois o mesmo estava cheio de água. O bárbaro faz um corte certeiro na base do tronco e bebe, muita, muita água. Depois de deliciar o banquete líquido, ele tenta se levantar apoiando seu braço direito, que acreditem, estava totalmente congelado e amortecido, quando se desequilibra e cai para o lado, o braço encosta em uma rocha, e..... RACHA por completo !!! continua.....MadJoca3 30 mai 2015
4 mar 2015 Conquistas D3 Ola pessoal, estou tentando completar algumas conquista e tem algumas cavernas e arquivos que não estou conseguindo achar, se vcs puderem me ajudar vou fazer uma lista aki do que esta faltando...quem puder ou quiser pode postar ai...assim vai ajudando a quem kiser completar tbm...Obrigado desde ja! -Pesquisa de mercado (akela de achar os mercadores) *Vendel, o Armoreiro *Kyr, o Armeiro *Larra -Penadinhos (Encontrar os fantasmas seguidores) *não achei nenhum =/ Campanha ATO I -Masmorras *casa dos servos abandonada *casa saqueada -Arquivos -Só uma lida rapida *Bainha de Talic, o Defensor *Lembretes de Adená *Anotaçoes de Uric, o Vidente PARTE 3 *DIARIO ANTIGO DE CAIN PARTE 1 E 2 *Diario de Gillian PARTE 2 *Diario Perdido *Diario da Despina -Tome Nota *Loucura! -Historiador de Tristram *Diario de Warriv *Diario de velha Tristram -ATO II -EVENTOS *O Ouro Do Mineiro *Roda Do Azar *Tesouro Perdido De KHAN DAKAB -Exploração *Tuneis do verme da rocha *O tesouro Velado *Covil Corrompido -ARQUIVOS -Julgamento de carater *Ultimos desejos de KHAN DAKAB *Diario de Larra *Diario de um servo -Historiador de Caldeum *A camara das faces Ato III -Exploração -Mundão velho sem portera *Armazem do campo de batalha NV 1 e 2 -Arquivos -Fontes Primarias *Carta Ensanguentada -Espionagem *Relatorios do campo de batalha *Ordens de Azmodan PARTE 4 -Historiador de Arreat *A historia do forte da vigilia ATO IV -Arquivos -Sabichão *Desejos Funerais São essas coisas que não consegui achar, e falarm pra postar aki pra ver se alguem podia ajudar, quem puder ajuda da um help ai pra nois! VlwwwwNevraniom5 4 mar 2015
4 mar 2015 Diário de Bordo. Salve salve comunidade. Diário de bordo de 4 jogadores no modo hardcore. O diário seguirá em frente até que todos eles estejam mortos, (ou não, mas é pouco provável hehe). O projeto está bem no inicio, a ideia é liberar o videos dos melhores momentos em um futuro próximo. http://hardcorechallenge.blogspot.com.br/ Abraço a todos.Mammoth1 4 mar 2015
4 mar 2015 Canal no youtube. Criei um canal e estou postando videos do Diablo. Ajudem la se inscrevendo! Vlw pessoal! http://www.youtube.com/watch?v=RAh9MwHs7NsSano1 4 mar 2015
4 mar 2015 [Crônicas do Santuário] Observa-dores "Foi o barulho da madeira cedendo. Eu sabia que eram portas sendo arrombadas na vizinhança, lares sendo invadidos pela morte. Era a lei do mais forte instaurando sítio. Foi muita gente perdida, mas havia aproveitadores também. Tenho certeza. Vi muitos pajens bancando gatunos. Posso jurar que testemunhei milicianos virando saqueadores, estupradores e assassinos. Achei que fosse a guerra, mas sabíamos o que era. O velho tinha avisado. Foi a profecia. Foi o choro desesperado dos vizinhos. Acredite, o choro das crianças irrita com seus agudos cortantes, mas é ínfimo diante do pranto de gente velha convulsionando em desespero. Esse choro, esse lamento, isso tira totalmente o prumo da gente. Foi isso. Foram os nervos. Foi o ruído da carne rasgando. Foram os urros gorgolejando sangue e sandice. Eles gritavam por perdão, de raiva, pelo apocalipse, misericórdia, em desespero. Foram os gritos. Na verdade, fui eu também. Foi quando uma velha senhora de um casebre da rua debaixo implorou e arranhou tanto a porta que erguemos a barricada de mobília improvisada para olhar pela fresta. Pude jurar que ela já estava sem os olhos, lagrimas de lama, fedendo a urina. Ela escancarava a boca esmolando sua entrada. Acreditei que fosse me devorar antes de entender que suplicava abrigo. Foi então que vi a turba de cadáveres se arrastando pela esquina, atrás dela. Ela percebeu o terror nos meus olhos e tentou se acalmar. Disse que não queria me assustar, tentou provar que estava viva, consciente. Alegou que eram lentos e desajeitados, que eu era jovem e conseguiria ajudar. Rogou delicadamente que eu abrisse, garantiu que não estava ferida, que entraria rápido e ajudaria e repor o bloqueio. Tudo num só fôlego. Eu neguei sem uma resposta sequer. Só cobri a fresta. Ela continuou calada, talvez acreditando que eu fosse mesmo abrir, surpresa com a minha atitude. Talvez tivesse aceitado o que viria ou só estivesse paralisada, em pânico. Foi um silêncio breve que antecedeu uma tormenta de angústia. Um temporal de súplicas que dura até hoje dentro da minha memória. Ouvimos tudo lá de dentro. Ela implorou até o fim, sem blasfemar, xingar ou praguejar. Não parou de pedir socorro nem enquanto foi devorada. Entretanto, carrego a lembrança até hoje. Como uma maldição, um castigo. Primeiro foram os urros de agonia pela garganta sendo mastigada, depois o lacerar da carne, o estalar dos ossos desgrudando das juntas, o tiritar das mandíbulas se refestelando e gemendo engasgadas. Foi mais do que obsceno. Meus filhos e minha esposa ouviram tudo, trancados dentro do porão. O mais velho estava ao meu lado e tapava os ouvidos, escondendo o rosto no meu abraço, aterrorizado. Estávamos a apenas uma porta de distância. Demorou, mas eles partiram. Deixaram os intestinos dela escorrendo por baixo do entulho. Um fedor de culpa que ficou em mim. Sei que não teríamos tempo de refazer nossa proteção, mas não foi nisso que pensei aquele instante. Só obedeci um impulso, instinto talvez. Talvez até tivéssemos conseguido. Talvez não. Eu não sei. Não tentei. Sequer cogitei isso. A culpa chega quase na hora, mas a vergonha só vem depois. Bem depois. E fica pra sempre" — Trecho retirado do diário de um sobrevivente do massacre de TristramCobbi8 4 mar 2015
4 mar 2015 Fase secreta (whimsyshire)!! Galera, pra quem não sabe como pegar os itens para abrir essa fase secreta, da uma olhada aqui nesse video, que eu acabei de colocar no youtube. http://www.youtube.com/watch?v=BPl3NrcLyLgMasagao1 4 mar 2015
4 mar 2015 Diário Sanguinário Vejo-me aqui neste belo lugar cheio de luz, harmonia, beleza. Talvez os deuses sentiram piedade da minha alma, pois sempre procurei o bem para as pessoas e lutar defendendo a justiça no mundo. Desde pequena que tenho esse tipo de pensamento, pois já cheguei a machucar um amigo meu só pelo fato dele maltratar um inocente coelho da floresta em minha infância. É triste lembrar de certos momentos, mas tristeza é um sentimento que eu não deveria sentir aqui no paraíso. Por que será? Creio que toda a corrupção em mim tenha se extinguido totalmente, pois se não fosse assim eu estaria sofrendo nas profundezas do inferno neste momento. Mas apesar da tristeza, sinto também alegria. Alegria de saber que cinco dos sete males do inferno foram mortos para sempre. Alegria de saber que minha morte não foi em vão e que, de certa forma, eu fui vingada. Muito bom lembrar dos momentos das reuniões que minha grande amiga e líder Kashya fazia em nosso monastério, enquanto eu e as outras renegadas ouvíamos suas ordens com atenção. Lembro-me de suas discussões com Gheed, que eram de certa forma engraçadas às vezes. Mas com toda certeza nunca vou me esquecer de uma pessoa, minha irmã, Amplisa. Não sei quais foram os sentimentos de Amplisa quando me tornei capitã das renegadas. Senti um breve ciúme vindo de sua direção, mas ora, eu passei em todos os testes e desafios que as outras líderes da irmandade do olho cego propuseram. Dificilmente eu errava o centro do alvo nos testes de pontaria, enquanto que Amplisa dificilmente acertava o centro do alvo. Brinquei com ela muitas vezes quando ela errava, dizendo: "você é minha irmã do olho cego, pois não consegue acertar de jeito nenhum". As pessoas davam risadas, enquanto que ela dava um breve sorriso irônico, como que não tinha gostado nada da minha inocente brincadeira. Recordo-me do grande abraço que ela me deu quando me tornei capitã. Estava receosa achando que ela não iria gostar nada disso, pois afinal de contas, nós disputávamos a mesma posição. Lembro-me dela pessoalmente me entregar o arco que Kashya mandou Charsi fazer exclusivamente para a renegada que se tornasse capitã. Mas claro que queria, sendo capitã ou não, que ela continuasse me amando tanto como irmã quanto como amiga, assim como Kashya é comigo. A breve despedida que dei antes de seguir viajem a Tristram foi um dos últimos momentos que tive com Amplisa. Ela não era boa o suficiente ainda, apesar dos grandes treinamentos que tivemos. Ela me acalmava e me ajudava a recrutar nossas irmãs renegadas para a missão que Kashya nos havia de dar. Queria muito que minha irmã fosse junto conosco, mas as ordens de Kashya eram severas, apesar da nossa amizade.Limp5 4 mar 2015
4 mar 2015 O Exílio O seguinte trecho é retirado das escrituras de Jhalim'hasar, mago do então extinto Clã Vizjerei, o primeiro mortal a descobrir sobre a queda dos três grandes males. Escrevo, a partir de hoje, as minhas recentes descobertas em relação aos antigos rituais de invocação de demônios do meu clã. Estudei continuamente os tomos de minha ordem, procurando toda e qualquer referência aos rituais, pois estabeleci como objetivo reaver a glória do meu clã através do reaprendizado das técnicas de invocação. É um trabalho árduo, tudo que eu tive ao meu favor eram informações relevantes ao que os meus ancestrais chamavam de “parâmetros de invocação”. Descobri duas maneiras para trazer as criaturas infernais até o nosso mundo e percebi que, independente da maneira, o ritual não seria seguro. O primeiro método envolve algo que se assemelha a força bruta, porém no âmbito mágico: um demônio, completamente aleatório ou, para os magos mais poderosos, escolhido a dedo, é puxado do reino infernal diretamente para este mundo, sem aviso ou consentimento, e então ocorre uma luta de vontades, a fim de dominar o monstro. O segundo método, muito mais interessante, envolve a comunicação prévia com a criatura, para que esta seja “convencida”, diga-se de passagem, a adentrar o mundo mortal e servir ao mestre invocador. Tenha em mente, caro leitor, que apenas um pequeno número de demônios é capaz de se comunicar e, ainda mais raro, racionalizar. Escolhi, então, o segundo método. Acreditei firmemente que, para atingir qualquer nível de sucesso na invocação, teria apenas meu intelecto como aliado. Meu maior desafio seria encontrar um demônio apto para o teste e eu tive medo de que, na tentativa de entrar em contato com algum demônio, meus esforços me levassem até a mente de um mal maior, inconcebível e inexplicável. O primeiro ritual levou horas e foi completamente infrutífero. O cansaço mental é extremo. Me senti impregnado pela maldade e corrupção da mente de um demônio que eu julguei ser fraco e incapaz de comunicação. A sensação é quase inexplicável: havia apenas mal e escuridão em sua mente e, curiosamente, pude sentir que o demônio vagava sem rumo e sem “razão”, se é que podemos dizer que demônios tem alguma razão. Tal sensação não foi, de acordo com o que li, observada por nenhum outro conjurador do meu clã. Foi o segundo ritual, no entanto, que me levou a escrever este relato. Percebi, logo nos primeiros segundos, que o demônio mentalmente em contato comigo era não só poderoso, mas inteligente. Fui tomado por um ódio sem igual, e vi na mente do demônio cenas de morte, destruição e tortura. Vi um forte caíndo e exércitos de criaturas que me pareciam anjos sendo esmagadas por uma legião de demônios organizados. Vi um pássaro negro austero, com asas de ferro retorcido, se elevando perante as muralhas do forte caído, enquanto gritos de vitória emanavam ao seu redor. A medida que a visão mudava de aspecto, pude ver que não era um pássaro que se elevara nas muralhas, e sim um demônio sem igual. Seu elmo de ferro negro, na forma de um pássaro com asas abertas, desmontrava a sua importância perante os outros demônios, que nada usavam além de armas velhas e retalhos de couro. O demônio queria me mostrar com quem eu estava lidando: um grande general dos exércitos infernais. O medo tomou conta e, por um momento, pensei que minha mente estava perdida para sempre pela loucura do que ele me faria ver e ouvir. Mas momentos se passaram sem que nada ocorresse. Era como se ele estivesse esperando pela minha iniciativa. Preciso especificar, caro leitor, que a comunicação neste tipo de ritual é não-verbal. A única maneira de expressar-se é através de sentimentos, emoções e visões. Não tive coragem de expressar a minha vontade de subjugá-lo, pois pensei que isso despertaria sua fúria e causaria a minha morte. Em vez disso, mudei o foco da minha missão, e passei a buscar informações. Demonstrei minha vontade de saber quem ele era e a quem servia. Logo que perguntei, a sensação de ódio foi intensificada, tudo que eu via eram cenas de batalha e carnificina. A verdade me atingiu como um soco: este era um demônio a serviço de Mephisto, o Senhor do Ódio.Bauer7 4 mar 2015
4 mar 2015 Tales of Blood and Guts - Apresentação Meu nome é Azdrak, sou um comerciante de tinturas vindas da minha terra chamada Xinsai no extremo norte de Santuário e banhado pelas frias águas do Mar Congelado, eu não sou um homem valente, nem muito menos um herói, mas tenho a experiência necessária para circular nas estradas de Santuário com o mínimo de segurança e junto a tal vida se adquiri várias histórias as quais vim aqui para relatar aos interessados.DarkSied2 4 mar 2015
4 mar 2015 magic beans para criar sua propria gold farm? Tópico para darmos risadas de historias engraçadas... Começando pela explicação de como fazer a tal gold farm hehe blz mas como faço essa tal Gold farm? "...mano vc precisa comprar os magics beans na casa do cain de um goblin dourado.. ai de posse destes magic beans vc clica com o botao direito do mouse quanto estiver conversando com o fazendeiro no meio do primeiro ato.. sabe aquele que tem os campos infestador por morcegos voadores .. entao.."Prado2 4 mar 2015
4 mar 2015 [off]Blog de contos nao sao sobre diablo, mas a maioria sao contos sobrenaturais e demoniacos o0 http://ashistoriasdagih.blogspot.com.br/ tem varias historias legais ^^ boa leituraPanzer1 4 mar 2015
4 mar 2015 Tales of Blood and Guts - Noite estrelada pt1 Aqui vai a primeira historia que vivi, uma experiência muito marcante que me marcou eternamente. Uma noite de lua crescente eu parti seguindo uma pequena caravana de comerciantes que iria cruzar o vale do Kehjistan, estávamos próximos a um vilarejo chamado Gea Kul que fica próximo a Caldeum, a noite adentrava quando decidimos baixar acampamento próximo a um pequena fazenda, eu me deitei sobre uma pilha de feno que improvisei como cama, o céu estava inacreditável, o brilho das estrelas chegava a ser cegante mas o que realmente marco foi uma estrela muito incomum que caia do céu, e com a queda da mesma um grito na fazenda foi ouvido, eu e o restante dos comerciantes corremos para ver o que ocorria ao chegarmos lá vimos o inferno se levantar contra nós uma criatura em estado avançados de decomposição deixava rastros de muco em podre havia adentrado na casinha humilde da fazenda e avançado contra a pobre família de camponeses, eles eram três um homem com uma feição cansada reflexo do trabalho árduo no campo, uma mulher jovem deve ter se casado por casamento arranjado, e uma pequena jovem cuja a feição não me era estranha, e isso me deixou realmente preocupado, procuramos o zumbi mas sem sucesso, a criatura retornou para as profundezas da noite só havia uma solução levar a família as pressas para uma curandeira de grande sabedoria chamada Uk que morava em meio a uma floresta próxima a fazenda, só me pergunto o que poderá acontecer a essa pobre família após o contato com uma criatura vinda dos confins do mistério?...ContDarkSied3 4 mar 2015
4 mar 2015 Contos \o/ Manero essa sessão, bem que poderia ter uma parecida no fórum do sc2 Adoro escrever, concerteza se o jogo lançar posso começar a pensar em histórias e publica-los aqui :)Krone9 4 mar 2015
24 jan 2015 Novas gemas 2.1.2 fala ae galera algum de vcs sabem me dizer como conseguir essas novas gemas como a gema da felicidade que aumenta o xp ???chucrito0 24 jan 2015
20 jan 2015 O Morto, morto Antes de mais nada, já adianto que o nome do meu personagem Hardcore Season era "Morto". Estava eu lá, mais um dia, batalhando contra as forças malignas, a lua cheia clareava o ambiente inteiro, o suor escorria pelo meu rosto, braços firmes empunhando um arco surrado, corria em busca de um monstro: o Opressor. O caminho era longo e árduo, poucos sobreviveriam, mas eu continuava indo, sem medo, o ódio me dominava por dentro, não havia mais nada a fazer que não fosse matar aquele monstro nojento! A cada criatura que me deparava, meu ódio crescia enquanto as destruía da forma mais brutal que se possa imaginar! Cada passo que dava em direção ao Opressor, era um passo a menos da minha vida, "mas como eu poderia saber? Tudo aconteceu tão rápido que não pude fazer nada". Quanto mais me aproximava, mais empolgado ficava, dando calafrios de excitação, nada me machucara nessa jornada, estava confiante, até demais para derrotá-lo. Eis que em breve momento aparece bem na minha frente o temido Opressor, seu hálito era de longe perceptível pelo odor de carne em decomposição, sua arma reluzia o brilho da lua! Alguns elites se aproximavam, o chão estava repleto de Sentinelas Arcanas, muros por toda volta, fogo no chão, tudo parecia um verdadeiro inferno, mas eu não morreria ali, não tinha nada com que fizesse que eu morresse, apenas uma coisa! E aconteceu: no auge da batalha quando o ódio se acabava, respirei profundamente e... a internet caiu... sim, a internet caiu e me matou! Maldita internet instável! Agora, eu, Morto, estou morto. RedXIII0 20 jan 2015
8 jan 2015 Vingança Iminente Três braços voando,... não ! Quatro braços voando, sendo um deles fica enroscado no galho mais alto de uma árvore solitária. Agora mais solitária ainda, pois seus vizinhos sedentos por sangue morreram, isso se já não estavam mortos, afinal eram mortos vivos. Bem, o que importa é que foram todos dizimados e não foi fácil, cinquenta mortos vivos versus um bárbaro sem poção é nada fácil. Jowsleds, larga seu machado no chão, olha ao seu redor, suspira e fecha os olhos, tenta imaginar seu reino, onde nasceu, cresceu e aprendeu a lutar, e aprendeu a lidar com a dor. Mas não a dor física, afinal nunca sentiu dor, o bárbaro imagina que a hora de senti-la vai ser enfrentando Diablo, único adversário à altura. A dor que Jows sentiu foi a dor de perder todos os familiares, vizinhos, amigos e conhecidos, seu condado foi inteiro dizimado pelas forças do mal, Diablo estava lá, ele mesmo viu, do alto da colina. Ele havia acabado de deixar a Caverna das Lamentações onde estava procurando a água mais cristalina, afinal a única forma de salvar sua mãe, era dando de beber da água mais pura do Condado. Bem, ninguem tomou a água, nem ele. Jowsleds tomou apenas uma gota de lágrima, intesificada pela tristeza e pelo ódio, deixando-o sendento de vingança. Agora no meio desses "zumbis", Jowsleds havia partido a cerca de 8 dias de sua ex casa, e já matou 1000 inimigos a serviço de Diablo, e nem sequer um arranhão levou, então ele abre seus olhos, pega seu machado, apoia no ombro, e segue rumo a seu destino, cavar o tumulo de Diablo.... PARTE 2 em... http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/16527892663MadJoca2 8 jan 2015
26 dez 2014 Garruk- o barbaro. Informacoes uteis :) -> Fala galera tudo tranquilo,eu gosto bastante de escrever e pensei em fazer um conto sobre o meu barbaro e as suas aventuras por santuario ^^,espero que gostem.Ah,tem mais uma coisa,algumas palavras estao sem assento ou sem cecedilha porque o meu notebook tem o teclado em ingles e eu nao tenho tais teclas,entao em alguns momentos um -e- pode ser um -e- com assento,entao peço que analizem o contexto que dai ficara facil de identificar,bom eh isso ,obrigado =). Eu ja andei por muitos cantos desse mundo condenado,matei demonios no extreme oriente e livrei o norte de pragas terriveis,agora tudo me trouxe ate aqui ,estava vagando por entre terras pútridas e amaldicoadas quando avistei uma luz do céu , parecia uma estrela caindo,aquilo me estremeceu ,nunca tinha visto tal coisa em minha vida,já enfrentei incontáveis tipos de criaturas,mas nada se comparava aquilo. E agora sigo essa estrela,para terras desconhecidas,para um lugar chamado Nova Tristan,e o caminho ate la foi tranqüilo,somente alguns demônios pequenos,nada de mais ,como se essas criaturas vis fossem representar algum obstáculo para um grandioso bárbaro como eu ,descendente do próprio Bul Kathos, primeiro de nossa classe,nunca serei derrotados por meros demônios. Chegando a estrada da pequena cidade , sou recebido por vários mortos-vivos, malditas criaturas,atormentadas por alguma magia negra que eu desconheço,continuam vivos após seu tempo neste mundo ter acabado,um dos meus deveres e acabar com o sofrimento deles, dando descanso a essas almas atormentadas,continuando a minha jornada avisto algumas barricadas sendo defendidas por guardas,devem ser os resistentes dessa pequena cidade,e no mesmo segundo aparece uma horda de incontáveis mortos-vivos,parecidos com os que eu matei anteriormente. A resistência esta sendo muito pressionada,tenho que ajudar essas pessoas,com meu machado e escudo em mãos corro freneticamente em direção a horda,matando e dilacerando cada um dos condenados ao meu alcance,quando dou por mim eles estão todos derrotados, e ao meu redor apenas corpos ao pedaços, um homem vem em minha direção, sua armadura e diferente da dos demais ,parece se algum líder,eu imagino que deva ser o capitão da guarda,estendendo a sua Mao ele me diz: -Saldacoes bravo guerreiro,eu sou o Capitão Rumford,líder da guarda de nova Tristan, queria te agradecer por nos ajudar a conter essas criaturas. Eu digo: -Sem problemas, e o meu dever livrar o mundo desses males infernais. Capitão : -E qual seria o seu nome ?!,forasteiro. Eu: -Garruk,o bárbaro. ...Garruk4 26 dez 2014
24 set 2014 A recompensa Valéria sentiu a bile queimar a garganta enquanto descia a escadaria dos esgotos de Caldeum. Uma marola de água podre encharcou a base de sua capa e infiltrou-se pelas perneiras de aço, provocando um arrepio cruel. Apesar da sensação ruim, a jovem sentiu uma pontada de satisfação. Depois de mil e quinhentos anos de sono induzido, seu corpo ainda respondia plenamente ao ambiente. Era um bom sinal, um indicativo de que o Profeta tinha deixado seus acólitos em plenas condições de enfrentar a catástrofe que cairia sobre o mundo. A sibila seguiu a corrente de podridão e bosta cuidadosamente, usando seu cajado como apoio. Para ela bastava já estar molhada até os joelhos. A menção ao Profeta a fez lembrar de sua missão e do herói que deveria encontrar. Os mercadores diziam que ele havia se dirigido à Alcarnus e estava usando Caldeum como base de operações. Com base nessa peça de informação, ela havia decido esperar pelo seu retorno na grande cidade em vez de se aventurar pelo deserto. Foi quando se apresentou a oportunidade da caçada. Um dos lobos de ferro se aproximou com notícias de uma grande besta nos esgotos, que vinha agarrando e devorando os incautos que transitavam perto dos bueiros. Gorfax, O Arranca-Tornozelo, era nome que cidadãos haviam dado à fera, sem dúvida inspirados pela condição dos poucos sobreviventes. Como o herói havia saído há pouco tempo, havia tempo de sobra para matar o monstro e recolher a recompensa, além de testar suas habilidades mágicas. Um rugido trouve Valéria de volta ao presente. Sua mão apertou-se entorno do cajado e do pegador do espelho que cobria seu antebraço como um broquel. Ela olhou em volta e respirou aliviada. Nada nas proximidades. Seguiu em frente com mais alguns passos cautelosos e quando se deu conta já sentia o gosto azedo da água que entrava em sua boca e narinas. O chão simplesmente havia se movido em baixo de seus pés. A sibila estava agora de costas e completamente coberta pela água, seu cajado e espelho desaparecidos. Levantou a cabeça acima da linha d’água e cuspiu. Uma dor lancinante percorreu sua perna esquerda e voltou a sentir o gosto de urina e fezes quando começou a ser arrastada em direção contrária a corrente. Era um enorme crocodilo que puxava a jovem. Sua perna havia por pouco escapado de ser decepada pelas mandíbulas da besta. Os dentes haviam atravessado a armadura e agora forneciam pegada para o arrastão mortal. Enquanto lutava para respirar percebeu que sem o espelho seu plano de hipnotizar e esmagar a cabeça do monstro com sua bota era inútel. Sem o cajado também estava impedida de conjurar magias mais complexas. Aquela missão teria de ser concluída do jeito antigo. Com muito esforço, moveu-se para conseguir um pouco de folego. Uma onda de pura energia arcana avançou pelo túnel, arrancando pedaços das paredes e do teto. A dor na perna intensificou-se e a sibila parou de ser arrastada. A fera havia desaparecido. Valéria moveu-se em direção a parede apoiando suas costas. Levantou a perna e riu ao encontrar quase um conjunto completo de dentes presos na perneira. Ficou de pé com dificuldade e seguiu em direção a saída, onde encontrou seu equipamento boiando. Não se preocupou em procurar o monstro. Vivo ou morto, os dias de terror de Gorfax tinham acabado. Saindo do tunel, deixou o sol escaldante queimar um pouco daquela sujeira e foi recolher as peças de ouro que lhe eram devidas, das quais gastaria quase metade nos curandeiros. Três dias depois, Gorfax foi morto a pauladas e pedradas pelas crianças de Caldeum, que passaram a perseguir a sibila para coletar suas merecidas moedas.sargeras6662 24 set 2014
22 set 2014 O Cruzado das Almas / The Crusader of Souls Movido por um forte sentimento de Justiças, Lags, um poderoso cruzado, viajava rumo ao norte, procurando pelos temidos demônios do Inferno. Até que em uma noite solitária, ele avistou uma estrela cadente indo em direção á Velha Tristam, logo pensou "Devem ser eles, eu preciso proteger os inocentes". Correndo com todas as suas forças, o poderoso Cruzado foi em direção ao local do acidente, porém quando ele estava quase chegando á velha cidade, apareceu uma mensagem dizendo "Seu cliente perdeu a conexão com o servidor"... Mais uma vez o mal reinou sob o mundo, e o cruzado nada pode fazer...DKHazard5 22 set 2014
14 set 2014 Cerco à Nova Tristram Haviam dias que protegíamos a entrada de Nova Tristam de hordas incansáveis de mortos-vivos.Cada hora que passava,eram menos de nós e mais deles.A pior parte era que,quando caia um de nossos soldados,ele erguia-se para lutar contra nós como um corpo sem vida,era frequente termos que lutar contra "zumbis" conhecidos,o próprio capitão Rumford já havia matado alguns dos milicianos que sucumbiram ante o cerco.Aos poucos,íamos perdendo a fé,inclusive eu. Quem nos motivava a viver mais um dia era Lea.Quando ela não estava nos ajudando a repelir os mortos,estava ajudando os feridos,embora muitos destes não sobreviviam às feridas.Mas desde que Cain desapareceu na antiga igreja de Tristam,ela não vem mostrando o mesmo ânimo. Estávamos apenas eu,Rumford e mais quatro milicianos defendendo o portão :Jack,o sobrinho do prefeito;Edgard,um comerciante que juntou-se a nós recentemente;Marco,um soldado de Caldeum que veio de lá até Nova Tristram para tirar seus pais daqui,embora ele tenha chegado tarde demais;e por ultimo Jaime,um caçador que sobreviveu ao ocorrido à Velha Tristram.Todos nós montávamos sentinela no portão da cidade,todos com armas em mão e coração saindo pela boca,embora nenhum morto-vivo tivesse aparecido ainda. -Gosto de quando fica quieto assim.Disse Edgard.Nos dá tempo para respirar. -Também dá tempo deles juntarem forças.Completou Rumford. -Porque nós simplesmente não...abandonamos a cidade?Meu tio está organizando uma caravana,poderíamos juntar todos e partir para um lugar mais seguro,Caldeum talvez.Propôs Jack. -Seu tio tenta fugir desta cidade desde que ela foi fundada,o que faz você pensar que ele vá conseguir fazer isso agora?Respondi.Rumford abafou um riso,já jaime soltou uma gargalhada que encheu Jack de raiva,mas ele não disse nada.Quem falou por sua vez foi Marco: -Eu vim de Caldeum e posso assegurar que lá não está muito melhor que aqui,os lobos de ferro desapareceram e o imperador está louco,colocou soldados abusivos para defender a cidade.Sem contar as estradas,repletas de ladrões,assassinos,bestas e até demônios,tive que pegar uma série de estradas secundárias e escondidas para poder chegar aqui vivo. -Não podemos deixar a cidade pois morreremos no caminho,mas ficar também não é a melhor idéia.Creio que estamos apenas adiando o inevitável.Disse Rumford. Permanecemos em silêncio por alguns minutos,até ele ser cortado por um grunhido.Jaime apontou o arco em direção a floresta. -Não vejo nada,disse Jaime.Apenas um pequeno movimento atrás das...Ooh droga...São muitos! Rapidamente,uma horda de zumbis surgiu por detrás das árvores..O cheiro pútrido da morte preencheu o ar,causando-me enjoo. -Vou precisar de uma aljava maior...Falou Jaime. -Jack,vá buscar os outros!Ordenou Rumford enquanto tomávamos nossas posições. Jack então disparou cidade adentro,voltando com mais oito milicianos.Avançamos contra os mortos,espadas,escudos e arcos em punho.Com um golpe,cortei o braço de um morto robusto,depois com um golpe de escudo,derrubei-o e finalizei ele com uma espadada na cabeça,bloqueei uma investida pelo flanco e atingi o zumbi agressor com um golpe certeiro no pescoço.Um por um,os corpos mortos foram caindo,o som de espadas cortando a pele morta e das flechas assoviando sob nossas cabeças ecoou pela cidade.Embora muitos dos deles caiam,não parecia que eles teriam fim,saiam de todos os lugares,até do chão. Foi então que um torso agarrou Edgard,mordendo a perna dele,fazendo-o cair de dor.O torso então avançou em direção à sua cabeça e socou-a freneticamente,esmagando o elmo e desfigurando a face dele.chutei o torso para o mais longe possível e olhei para o já morto Edgard que,por trás do metal retorcido do elmo e do sangue,fitava o ar com expressão de pânico.O pobre rapaz não era um soldado nato,não havia sido feito para este horror. Não havia tempo para luto,ainda haviam muitos.Olhei para Marco e vi que,de alguma forma,ele havia se ferido,mas ignorava o machucado,ainda investindo contra os zumbis,derrubando de um por um com graça,seu treinamento de soldado havia sido bastante efetivo. Parecia que finalmente estavamos levando vantagem,tendo cada vez menos deles.Foi então que eu senti um golpe poderoso em minha cabeça.Um dos zumbis havia me acertado um soco,eu caí,então o zumbi jogou-se em cima de mim,lutei o maximo para tirar ele,mas o morto era corpulento e forte.Então ele cravou seus dentes em meu ombro,atravessando a minha ombreira e fincando-se em minha omoplata.Senti uma dor lancinante enquanto o cadáver triturava meus ossos com sua poderosa mordida.O sangue jorrava por detrás de minha armadura,senti a vida se esvaindo de mim.Foi então que um poderoso raio de gelo atingiu o corpo,atirando-o para longe. Tentei ver quem era o autor de tal magia,mas minha visão estava escurecendo,consegui ver apenas uma silhueta feminina aproximando-se enquanto repelia os outros zumbis.Ela então,após erradicar os zumbis remanescentes,aproximou-se de Rumford,Bgenu1 14 set 2014
12 ago 2014 LIVRO DE CAIN - O INICIO DA JORNADA DE LÉA Olá pessoal, estou trazendo para o canal, uma narração do Livro de Cain , mostrando uma parte da história que dentro do game, não é mostrada para nos jogadores, é uma ideia que ainda está no inicio, mas se gostarem do primeiro video a respeito sobre a historia do Deckard, peço criticas construtivas que vão ajudar na melhoria dos videos a respeito da história. Se gostarem, peço a ajuda , e obrigado por qualquer que seja o tipo de comentário. https://www.youtube.com/watch?v=cJw9Gs1xEKo https://www.youtube.com/watch?v=cJw9Gs1xEKoMaikon0 12 ago 2014
11 ago 2014 O portão “Eu não tinha escolha,” sussurrou Gregório, baixinho, esfregando os nós dos dedos freneticamente.“Eu tinha que fechá-lo! Era meu dever, meu único dever”. A sinfonia que tocava era insuportável, fazendo o homem levar as mãos aos ouvidos. Do lado de fora da casamata, gritos, choros e batidas ecoavam, acompanhados pelo som das unhas que arranhavam o metal e se quebravam. “Meu dever”, repetia o homem, como os mantras que os monges de Ivigorod entonavam, com a exceção de que este não lhe trazia a menor paz de espírito, por mais que se apegasse a ele. “Mantenha a atenção na praça soldado! Eu quero saber quando eles alcançarem a muralha!”Disse o capitão da guarda rispidamente, enquanto inspecionava as casamatas espalhadas pela muralha que cercava o centro da cidade. Gregório sentiu-se nauseado, obrigado a olhar para a multidão desesperada. “Sim senhor,” disse mecanicamente, sem o menor entusiasmo ou convicção. Não bastasse ter condenado todas aquelas pessoas, assistiria o massacre da primeira fila. Há alguns anos atrás, todos os moradores estariam protegidos atrás dos muros, já que o “centro” atual era tudo o que havia, uma bela e segura cidade murada. Mas a prosperidade chegou e a cidade cresceu. A expansão da muralha, contudo, foi plenamente rechaçada pelos moradores por seu alto custo material e humano, além do que, na ocorrência de qualquer eventualidade, bastaria correr para a área segura. Os cidadãos, obviamente, não contavam com a covardia do prefeito ou com a rapidez do ataque dos homens- bode. O soldado ateu-se a esta linha de pensamento. “Eles são responsáveis por sua própria desgraça,” falou para si mesmo enquanto observava a turba, que agora urinava e cagava nas próprias vestes. A culpa não perdeu uma grama sequer. Só lhe restava assistir e rezar para que as pobres e desafortunadas almas presas do lado de fora tivessem uma morte rápida. O primeiro homem-bode apareceu no limiar da praça e, seguindo o exemplo da multidão, Gregório molhou as próprias calças. Na mão esquerda, o mostro carregava um enorme machado sujo de sangue, e na direita, um feto humano, semidevorado. As pessoas espremeram-se com ainda mais força contra o portão, fazendo a estrutura de ferro gemer. Mais das criaturas juntaram-se à primeira, portando desde espadas e lanças até cajados e arcos. Movimentavam-se sem pressa, saboreando o momento, deleitando-se na expectativa da orgia de sangue que se seguiria. A expressão nos rostos dos caprinos lembrava vagamente um sorriso humano. E foi com aquela expressão que iniciaram sua lenta caminhada em direção ao portão. Enquanto a multidão formava uma massa cada vez mais compacta junto à muralha, Gregório vislumbrou uma cena estranha no meio da praça. Um homem trajando uma pesada couraça de ferro encontrava-se ajoelhado junto a uma criança pisoteada. Um tomo antigo estava aberto em sua mão esquerda e sua boca recitava o conteúdo com bastante atenção. Luz emanava da mão direita, pousada no coração do menino, que se levantou e tornou a se juntar aos desesperados. Para o espanto do vigia, o homem de armadura não seguiu o garoto na tentativa fútil de salvação. Ele virou e encarou os caprinos. Fechou o livro e deixou- o cair enquanto se erguia. O tomo, preso por uma fina corrente de ferro, repousou em sua cintura. Os monstros não pareceram notar, ainda focados nas presas que se acotovelavam a frente. Um clarão emanou do homem, e o sorriso dos khazra desapareceu, substituído por um ódio salivante. Somente o soldado da luz estava em suas mentes agora. Gregório reconheceu o homem como um membro da ordem dos templários, embora não pudesse imaginar o que o atraíra àquela cidade. O templário puxou duas grandes facas que se encontravam presas às suas costas e avançou com velocidade brutal em direção ao primeiro homem- bode. O golpe, como uma tesourada, arrancou a cabeça do caprino, que se esvaiu em sangue. O movimento, contudo, não reduziu o poder da arrancada, que atordoou os demais demônios. Quatro mais caíram vitimas das lâminas, mortos ou incapacitados. A reação não tardou. Um machado, brandido por guerreiro enorme, acertou o flanco esquerdo do templário, atravessando a armadura e estilhaçando o osso. Flechas perfuraram as pernas na altura dos joelhos, derrubando-o. O monstro com o machado aproximou-se para terminar o serviço. Gregório preparou a besta e atirou. Por mais que suas mãos tremessem, o virote acertou o grande khazra em cheio, estourando o globo ocular e atingindo o cérebro. Seus colegas na muralha, inspirados por seu exemplo, fizeram o mesmo. O capitão berrou, frustado pela antecipação do ataque, mas nada fez além de xingar. Uma chuva de virotes e flechas choveu sobre os caprinos, enquanto o templário se arrastava pelo chão, arrancando as hastes de madeira que saiam dos joelhos. Um novo clarão de luz e sua mobilidade melhorou um pouco. Um caprino pulou em cima dele, com sede de sangue. O guerreiro sagrado tateou o chão em busca das facas, sem sucesso.sargeras6663 11 ago 2014