História de Warcraft

1 nov 2011 Regras do Fórum - Leia Bem-vindo ao fórum de História de World of Warcraft! O fórum está aqui para fornecer um ambiente amigável, onde todos possam discutir a história de World of Warcraft com outros jogadores. Os fóruns da comunidade funcionam melhor quando todos os participantes tratam seus semelhantes com respeito e cordialidade. Portanto, pedimos que você tire um minuto de seu tempo para ler o Código de Conduta do Fórum antes de postar. Código de Conduta - http://us.battle.net/pt/community/conduct Orientações - http://us.battle.net/d3/pt/forum/topic/3077957830#2 Notas Importantes Pesquisa A nova função de pesquisa no topo do site da comunidade de World of Warcraft é extremamente eficiente e robusta. Antes de criar seu tópico no fórum, certifique-se de usar esta função para procurar tópicos, mensagens ou páginas que podem conter a resposta que precisa. A criação de um novo tópico sobre um assunto já existente provavelmente resultará na exclusão do mesmo. Caso persista na criação de tópicos já existentes, é possível que seus privilégios de postagem sejam suspensos por "spam". Função de Avaliação O novo sistema de avaliação pode ser usado para promover o debate positivo e rebaixar mensagens inúteis ou até mesmo a relatar mensagens que violem o Código de Conduta do Fórum. Ao colocar a seta do mouse sobre uma mensagem, serão exibidos dois ícones: um com o polegar para cima (Curtir) e outro com o polegar para baixo (Não Curtir). Ao clicar no ícone de polegar para baixo você terá algumas opções. "Não curtir" avaliará o comentário de forma negativa. Se muitas pessoas não curtirem uma mensagem, a mesma ficará com as cores ofuscadas. Caso mais pessoas continuarem avaliando negativamente a mensagem, a mesma ficará oculta. Você também pode relatar uma mensagem por "trolagem" ou "spam" utilizando a função "relatar" e preenchendo uma descrição mais abrangente da violação. Note que você pode avaliar cada mensagem apenas uma vez. Use essa ferramenta de forma sábia e ajude a promover um ambiente positivo e útil no fórum.Rhastion1 1 nov 2011
17 jul 2017 Linha do Tempo - Guerras Gente, comprei o livro "World of Warcraft: Ultimate Visual Guide", e lá tem uma coisa muito útil para a galera que quebra a cabeça com os eventos do jogo... Mas, pra manter o interesse, essa é a única informação que consta no livro e que eu vou passar no fórum! A linha do tempo tem como referência a primeira guerra (Warcraft I), e não diz a data de todas as guerras, então algumas continuam na especulação: Ano ~ -25.000: Fuga dos Eredar (Draenei) de Argus: Acuados pela incursão de Sargeras em Argus e pela corrupção de Kil'Jaeden e Archimonde, Velen se viu obrigado a fugir do planeta natal. Ele ouviu um Naaru (K'ure), e reuniu outros Eredares que pensavam da mesma maneira, e fugiu numa nave, hoje conhecida como Oshu'gun. Ano -10.000: Guerra dos Anciãos: O uso de magia dos Elfos Noturnos chamou a atenção de Sargeras. A guerra irrompe entre os Elfos Noturnos e a Legião Ardente. A Nascente da Eternidade é implodida, causando a Grande Cisão, dividindo o continente de Kalimdor em quatro. A Árvore do Mundo Nordrassil é criada. Ano -6.800: Fundação de Quel'Thalas: Os magos Altaneiros são banidos de Kalimdor após continuarem a usar magia proibida (arcana). Esses Elfos Noturnos exilados chegam à costa dos Renos do Leste, se transformando em High Elves*. O reino de Quel'Thalas foi fundado, e usando um vidro com água da Nascente da Eternidade original, se cria a Nascente do Sol. Ano -2.800: As Guerras Troll: Os Elfos Thalassianos lutam uma batalha brutal contra a tribo Amani. As tribos humanas se juntam, formando a grande nação de Arathor. Encontrando a derrota certa, os Elfos se aliam aos Humanos para combater a ameaça Troll, em troca ensinando os humanos os caminhos da magia. A tribo Amani é derrotada. Ano -230: Guerra dos Três Martelos: Nos picos montanhosos de Khaz Modan, o alto rei anão Modimus Anvilmar morre, causando uma guerra civil entre os três clãs enânicos: Barbabronze, Martelo Feroz, e Ferronegro. O cla Barbabronze sai vitorioso e toma controle da capital, Altaforja. Ano 0: A Primeira Guerra (Warcraft I): Sargeras ataca Azeroth usando os Orcs Fel originários de Draenor. Os Orcs saem aos montes pelo Portal Negro, que liga Azeroth à Draenor. Os Orcs deixam um rastro de destruição. Ano 5: A Queda de Ventobravo: O reino de Ventobravo não consegue conter a Horda. O rei Llane Wrynn é assassinado, e a capital de Ventobravo é destruída. Os sobreviventes, incluindo o jovem príncipe Varian Wrynn e o Sir Anduin Lothar, fogem para o norte, para o reino de Lordaeron. Lothar fala à Terenas Menethil II (rei de Lordaeron) sobre a queda de Ventobravo, e o imbatível ataque da Horda. Assim, Terenas une os sete reinos humanos, e mais tarde os Anões, os Gnomos e os High Elves*, formando a grande Aliança de Lordaeron, a fim de combater as forças da sanguinária Horda. Ano 6: A Segunda Guerra (Warcraft II): Depois de um combate brutal contra a Horda, a Aliança sai vitoriosa nas Montanhas Rocha Negra. Anduin Lothar é morto pelo Chefe Guerreiro Orgrim Martelo da Perdição. General Turalyon lidera as forças da Aliança após a morte de Lothar, e finaliza as forças da Horda remanescentes. Os Orcs sobreviventes foram encurralados e postos em campos de internos (internship camps), e o Portal Negro é destruído.Grenlokk54 17 jul 2017
28 ago Timeline do WoW (Atualizada: 21/04/2018) Olá pessoal, meu nome é Kfour e, sempre que posso, tento juntar as pecinhas da lore do WOW e colocar tudo em um só ficheiro. Mas o mais habitual é me verem por Azeroth dando uns rolê. Uma das coisas que mais vejo o povo perguntar é sobre a ordem cronológica dos acontecimentos do universo Warcraft. Esse foi um dos motivos que eu criei esta Timeline. Ela é bastante útil para quem gosta de lore, para quem quer ler os livros/quadrinhos/short stories do Warcraft, para os amantes de RP que queiram ter mais argumentos para fazer o background do seu personagem ou por simples curiosidade! Como trabalho das 8 às 8 praticamente, não tenho muito tempo livre para tratar deste projeto, até porque quando chego em casa, tento por meus personagens em dia. Criar conteúdo dá trabalho, ocupa muito tempo, mas sempre que posso, eu faço isso, pelo simples facto de me distrair e de gostar de ajudar. Faço tudo também de forma gratuita, pois me dá prazer ajudar aqueles que se sentem perdidos no começo, pois a lore é extremamente extensa (eu próprio passei por isso)! Aqui em baixo irei deixar dois links, um do Google Drive e outro do Dropbox (espero que não seja contra as regras, mas já vi pessoas postando links de Instagram e tudo mais, então acredito que não seja). A Timeline que criei está organizada (logicamente) por data e mostra a data (ano) dos eventos mais importantes. Caso esses eventos estejam in-game (como masmorras ou raids) ou caso exista algum livro/manga/comic eu menciono. Os livros que você pode comprar também estão organizados por ordem cronológica de eventos (e não de lançamento). Nota que alguns livros (como por exemplo o Alvorada dos Aspectos) acontece in media res (a narrativa começa no meio da história - ou seja, existem eventos no passado e no presente no livro), e isso ficou devidamente notado na Timeline. Gostaria de um feedback da parte de vocês! Agradeço o apoio do Cau, Warlaka, Wolfie, Boiata e do Guitarrinha pelo apoio que me deram para atualizar a Timeline a semana passada <3 Qualquer dúvida, crítica (construtiva de preferência) ou sugestão é só gritar <3 Abraços e bom jogo a todos! * OS FICHEIROS ESTÃO EM PDF * Por ser um ficheiro grande (tem imagens) você tem que baixar. Caso tenham conta no Dropbox, dá para ler online! EDIT (21/08/2017) Nova versão disponibilizada: 2.1.4 - Correção de umas concordâncias cronológicas na página 29. Google Drive: http://bit.ly/timelinebykfour_drive Dropbox: http://bit.ly/timelinebykfour_dbKalamityjane60 28 ago
10 abr As 36 Historias das Armas Artefatos do WoW Saudações Azerothianos e Azerothianas Para os que não me conhecem, sou o Andro do Canal GUILDA HEROES no Youtube Apresentando meu projeto que esta se tornando realidade. [A Historia das Armas Artefatos em Audio/Vídeo] Ainda não terminamos pois são 36 specs/classe, e buscamos fazer com a maxima qualidade, mas já tem bastante historia para vocês conferirem se emocionarem e conhecerem ainda mais a historia e os segredos de World of Warcraft. Abaixo segue os Links das Playlists divididas por Classe/Spec: BRUXO: Entrevista com 3 Bruxos: Demonologia: https://goo.gl/fqVbDi Destruição: https://goo.gl/PCZCxe Suplicio: https://goo.gl/QQfuQP CAÇADOR: Entrevista com 3 Caçadores: https://goo.gl/JLQNUf Mestre das Feras: https://goo.gl/DfiSfL Precisão: https://goo.gl/ByLZGM Sobrevivencia: https://goo.gl/boiF8k CAÇADOR DE DEMÔNIOS: Entrevista com 2 Caçadores de Demônios: Vingança: https://goo.gl/pd6pE7 Devastação: https://goo.gl/5hd6bd CAVALEIRO DA MORTE: Entrevista com Cavaleiros da Morte: https://goo.gl/GsoeQ6 Sangue: https://goo.gl/iNY4Hb Gélido: https://goo.gl/YNRv9f Profano: https://goo.gl/VNAFnt DRUIDA: Entrevista com 4 Druidas: https://goo.gl/695F8c Equilibrio: https://goo.gl/yrLKAX Feral: https://goo.gl/AcPi8Q Guardião: https://goo.gl/3T7Yp7 Restauração: https://goo.gl/2mHYaA GUERREIRO: Entrevista com 3 Guerreiros: https://goo.gl/LjwB5N Armas: https://goo.gl/e3A6qX Proteção: https://goo.gl/M8xbZp Fúria: https://goo.gl/1wjUfx LADINO: Entrevista com 3 Ladinos: Assassinato: https://goo.gl/kuj1E7 Fora da Lei: https://goo.gl/zGEcqY Subterfugio: PALADINO: Entrevista com 3 Paladinos: https://goo.gl/sV7421 Proteção: https://goo.gl/JZxNp8 Retribuição: https://goo.gl/2h5YXN Sagrado: https://goo.gl/BDdGpW MAGO: Entrevista com 3 Magos: Arcano: https://goo.gl/x7F1Vq Fogo: https://goo.gl/5QbJHp Gelo: MONGE: Entrevista com 3 Monges: Mestre Cervejeiro: https://goo.gl/zsfWsx Tecelão das Névoas: https://goo.gl/Aiz5uT Andarilho dos Ventos: https://goo.gl/3XzPFx SACERDOTE: Entrevista com 3 Sacerdotes: https://goo.gl/cNANg4 Disciplina: https://goo.gl/N6oont Sagrado: https://goo.gl/UKhLyJ Sombra: https://goo.gl/zjgPj1 XAMÃ: Entrevista com Xamãs: https://goo.gl/CdX2Dr Elemental: https://goo.gl/dpoCoC Aperfeiçoamento: https://goo.gl/treyTL Restauração: https://goo.gl/ZDyPqc A medida que forem sendo lançadas Playlists novas, atualizarei esse tópico. No mais, MUITO OBRIGADO a todos que acompanham nosso trabalho O qual fazemos com muito amor e dedicação para ser o Melhor. #GuildaHeroes #LoreArmas #ForAzerothAndro8 10 abr
16 nov Vídeos da Campanha do Warcraft 3 Para os que não jogaram ou querem relembrar, estou colocando todas as cenas da campanha do Warcraft 3 com legenda no Youtube: Warcraft III: Reign of Chaos Parte 1: [Prólogo] O Êxodo da Horda - http://youtu.be/rKmLKEU5X1Y Parte 2: [Humanos] O Flagelo de Lordaeron - http://youtu.be/1ttSMc8Zimk Parte 3: [Mortos-vivos] O Caminho dos Malditos - http://youtu.be/Ychr7M_P5TQ Parte 4: [Orcs] A Invasão de Kalimdor - http://youtu.be/90lhAQVWxOE Parte 5: [Elfos Noturnos] O Fim da Eternidade - http://youtu.be/BcMe74AfrvI Warcraft III: The Frozen Throne (Expansão) Parte 6: [Sentinelas] O Terror das Marés - http://youtu.be/QbrPAfSeqZQ Parte 7: [Aliança] A Maldição dos Elfos Sangrentos - http://youtu.be/ccVxLE0j4IY Parte 8: [Flagelo] O Legado dos Malditos - http://youtu.be/pqV6-wy3g-0 Parte 9: [Horda] A Fundação de Durotar - http://youtu.be/BSsXQXUz5O8 [editado para adicionar os novos vídeos]Fel76 16 nov
53m Primeiro Bruxo Humano? Quem foi o primeiro bruxo humano? e como esse conhecimento foi passado a ele?Fellstorm1 53m
1d Athair e Athainne Ishnu-alah! Gostaria de discutir suas impressões à respeito de Athair, o Coração da Floresta e sua consorte Athainne, o Guardião Secreto da Floresta (seria um erro de tradução)? Para quem não conhece o casal, deixo o link deles no Wowhead. https://pt.wowhead.com/npc=129771/athair https://pt.wowhead.com/npc=140044/athainne Pouco se sabe sobre eles. Sobre Athair temos mais informações. Ele fica numa floresta perto do Refúgio Outonal e possui uma pedra de regresso para os druidas. Sabemos que ele ajudou Arom Capelo na luta contra os drustos pois o mesmo havia ajudado o cervo branco anteriormente. Sobre Athainne, sabemos que ela fica no Covil de Ulfar e que em determinado horário ela desce e encontra seu consorte, Athair. O que chama a atenção é a similaridade/relação natural que fazemos com o casal Malorne/Eluna, já que Athair é um enorme cervo branco e Athainne, apesar de ser uma corça, possui uma crescente sobre sua cabeça e possui uma coloração escura e olhos que possuem um brilho que se parece a arcano (roxo). As 23h ela some de dentro do Covil de Ulfar e aparece na Floresta andando ao lado dele. Existe uma especulação de que eles sejam deuses selvagens, já que é sabido que existem uma infinidade deles. Alguém mais sabe alguma informação? Qual a opinião de vocês sobre esse casal tão simbólico e misterioso? Eluna-adore!Florbela1 1d
4d Duvida: Os tipos de fogo Gente qual é a diferença dos tipos de fogo no WoW? Tem o fogo normal dos magos e dos elementais O Verde da vileza O dos bruxos (antes de fazer a quest do fogo verde,o laranja, ouvi dizer que ele chama Fogo Caótico ou algo assim, o mesmo que tem no corpo do Sargeras) O roxo tipo da Lilian Voss E o Azul que é do primeiro boss da Raid do Lich King Tem também o fogo Sagrado que é um dourado Alguém pode me explicar cada um,suas diferenças e curiosidades. Para fins de RPTelas7 4d
5d O que a aliança faria apos derrotar a horda? tava pensando nisso, se a horda e derrotada o que a aliança vai fazer com a milhares e milhares de famílias civis na horda? (trolls, orcs, goblins, traurens, elfos do sangue) a aliança estaria disposta a aceitar uma ``horda de refugiados`` nas suas cidades? Jaina , Greymane nao possuem muito amor pela horda, penso ate que ponto eles levantariam a espada contra as racas da horda. Imagino eles fazendo um holocausto contra os renegados e talvez ate com os Orcs.Shu6 5d
14 out Kultirenos druidas! Yoo galera! Bem, com a proximidade da liberação dos kultirenos como raça jogável, eu andei me perguntado se a alguma explicação plausível, em termos de lore, para a possibilidade destes projetos de hag/crone tornarem-se druidas de restauração , já que todas as formas que estes humanos tomam, se assemelham a animais mortos ou em decomposição! (Não venha me dizer que eles conseguem prover vida com aquelas necromancias drustas!)Bhrox3 14 out
13 out Horda ou Aliança por seu ponto de vista Ei galera, eu sei que isso é clichê aqui no fórum, mas eu gostaria muito de saber os prós e os contras de cada facção ! Queria que vocês argumentassem o por quê de estarem em suas facções e, se possível, por que sua facção é melhor ! Gostaria que as reapostas fossem baseadas em LORE ! E vamos respeitar as opiniões dos outros né galara ? O mundo já ta cheio de pessoas que gostam de pregar intrigas e negativismo... Obs: as respostas de cada um de vocês é que me farão escolher uma faccão de uma vez por todas! Obrigado ! =)Uranam9 13 out
10 out Por que Costa negra ? SPOILER 8.1 É uma dúvida minha sobre o novo Warfront em Costa Negra, acho um local interessante pra um Warfront, mas no sentido em lore para aquele local, ah algum sentido ? é um lugar destruído pelo Asa da Morte , cheio de crateras, e a Horda termino de destruir aquele lugar e acho que ah pouco recursos do que se pode tirar daquele solo devastado. Eu veria mais sentido em ashara, com uma base da Ally se formando la, mas tbm é muito perto de Orgrimar, seria como uma base da Horda em cerro oeste por exemplo, porem, pra mim faz mais sentido do que em Costa Negra. O que vcs acham ? qual seria um melhor lugar pra Warfront e porquê.Leoparlas7 10 out
10 out Quando a lore começa? Olá pessoal. Comecei a jogar recentemente e estou adorando o jogo, porém, até agora as quests só são de "problemas locais" e vez ou outra vejo uma leve pincelada sobre o panorama geral da guerra e citações sobre personagens importantes. Tenho gostado da lore dos 'problemas locais' mas gostaria de mais que somente isso. Quando/onde começarei a ver os feitos de grandes personagens ou ver os plots se desenvolvendo? Desde já, agradeço.Alzhetta1 10 out
3 out Como acompanhar a lore dentro do jogo? Pessoal, boa tarde. Tenho uma duvida que pode ser meio ignorante, mas enfim, vamos lá... Comprei a coleção completa na loja, inclusive a versão deluxe, para ter acesso já a todo o conteúdo do jogo, pois o que mais me atrai no WoW é justamente a lore. Acontece que ao começar um novo personagem, a introdução, acontecimentos e etc parecem que ainda estão lá no Cataclismo, com Garrosh como Warchief e etc. Estou fazendo algo errado ou a história vai assim mesmo?Ravinger4 3 out
25 set Guerra no Norte Eu tava procurando sobre a história dos dragões negros em Guilnéas porque me recusei a desembolsar 10k pra isso e acabei da página das Ruínas de Guilnéas da WoWWikki, e me aprofundando na leitura, li que a Horda tá dominando a região, mas a sétima Legião e as tropas da Aliança lideradas pelo Darius Crowley cercaram por completo as Ruínas. Aí eu três perguntas: 1) Vocês sabem de onde eles tiraram essas informações? 2) Qual a probabilidade de isso se tornar um Warfront?Trîstan1 25 set
25 set Locais escondidos do WoW Crio esse tópico para debater sobre os vários locais que possuem alguns mistérios por trás deles, esses que as vezes nos perguntamos se foi apenas um teste da Blizzard, algo com alguma lore por trás e ateh algumas teorias sobre. Eu conheço poucos desses locais, então, se você conhecer algum, coloque-o em resposta a esse tópico, pois, não tem nada melhor do que ler sobre essas "teorias da conspiração" dentro do WoW e Warcraft. Gostaria de ressaltar que oque busco debater aqui não são easter eggs, como referencias e mensagens escritas no chão. Acredito que eh mais interessante especular sobre locais com alguma suposta lore por trás. Vale lembrar que não precisa ser um local presente no WoW, mas na lore e em citações, lendas e afins. 1 - Catacumbas de Karazhan: Muito já se foi discutido sobre esse local. Eh, inclusive, famosinho aqui no fórum. Elas são um enorme complexo de tumbas logo abaixo da raid, e possuem uma temática um pouco macabra para WoW. Corpos pendurados, submersos, um monte de esqueleto. Eu fiquei surpreso quando vi um vídeo sobre. Vários acham que era pra ser uma dungeon, estava no jogo inclusive, mas a Blizz voltou atras. A entrada do local eh acessível, um mausoléu ao lado de Karazhan, mas tem um portão que impede o acesso ao interior. 2 - Portão de Shadowforge: Esse daqui eh bem pouco conhecido. A cidade de Shadowforge, dentro da montanha Rocha Negra, eu jah considero uma maravilha (eu devo ser o único que ama aquela dungeon), mas, como jah se não bastasse, existe um debate desde o Vanilla sobre um determinado local. O primeiro boss (Bael'Gar, um gigante de lava), guarda um grande portao. Uma das quests, inclusive, pede para você matar Bael, e apos isso, você não sabe mais nada. A quest (http://www.wowhead.com/quest=27603/the-sealed-gate), eh sobre, justamente, o portão e oque tem atras dele, mas ela soh pede para matar o boss, nada mais. Essa pode ser a entrada para alguma continuação de Shadowforge? A goblin que oferece a quest ateh especula sobre alguma parte da cidade nunca antes visitada. 3 - Velha Ironforge: Da mesma forma que a Shadowforge, a capital dos anões eh outra cidade linda. Durante o Cataclysm, uma porta enorme, na sala do trono, foi aberta, e essa levava ateh a parte antiga da cidade, onde, inclusive, Magni foi petrificado. Isso, teoricamente, não deveria ser segredo (muita gente não conhece esse local), mas, vale lembrar que, oposta a porta que foi aberta, existe outra porta, ainda selada, e nada se sabe sobre oque ela guarda. A velha Ironforge já foi uma grande revelação, e ainda existe outra porta que pode levar para outra parte da cidade, mas, a parte antiga da cidade, aberta, também possui locais interessantes. Hall of Thanes, o local onde os reis anões residem, e onde o verdadeiro trono anão está. Fechado para players, o local permanece um grande mistério. Então, que locais que vocês podem acrescentar aqui que estão presentes na lore, ou não, e possuem grandes especulações por trás deles?? Gostaria de acrescentar outros, como Terramok, em Maraudon, a necrópole de saronita, em Halls of Reflection, e o "titan vault" próximo a Mulgore, mas sei que quase ninguem gosta de wall texts xDOturin43 25 set
20 set Batalha entre Raças Qual seria a raça mais poderosa jogável? Caso não houvesse a Horda e a Aliança mais e todas as raças se tornassem inimigas, aliando-se apenas à seus "primos"(Raças Aliadas), cada uma habitando sua capital, qual seria a mais poderosa e que subjulgaria as outras? Apenas os pandarens não vão entrar no conflito Humanos tendo Stormwind e Kul Tiras Worgens com Guilnéas(supostamente reconstruída) Orcs + Maghar com Ogrimmar Gnomos com Gnomeregan Draeneis + Forjados à Luz com a Exodar e a Vindicar Elfos Sangrentos com Luaprata Anões + Ferro Negro com Ironforge Elfos Noturnos com Teldrasil Trolls + Zandalari com Ilha Lança Negra Mortos-Vivos com Cidade Baixa Goblins com Porto Borraquilha Elfos Caóticos naquele abismo do no Void deles Filhos da Noite com Suramar Taurens + Altamontês com o Penhasco do Trovão e Totem do TrovãoZzig9 20 set
18 set A Sylvanas é um monstro? Eu acho que não. Olá, amiguinhos! Depois da bagunça que a destruição da Teldrassil causou em Azeroth e nos fóruns, eu pesquisei alguns detalhes na história que pudessem explicar o rumo que as coisas estão tomando. Essa minha versão é baseada em algumas hipóteses, a saber: 1. A Horde nunca representou o lado mau. A diferença entre as facções é mais próximo de Civilizados contra Bárbaros. Como a Roma Antiga: tudo que não era romano, era bárbaro, não necessariamente mau. A Blizzard não tem a intenção de mudar esse conceito. 2. Os fãs responderam muito bem ao Plot Twist do Illidan: um personagem que sempre foi considerado vilão retornar como anti-heroi - e anti-herois estão em alta (Deadpool, Punisher, Venom etc). É uma demanda no mercado e a Blizzard, antes de tudo, é uma empresa de entretenimento. 3. É realmente difícil de acreditar que a Blizzard transformaria novamente um Warchief em vilão da expansão. Nada mais a explicar, só a fé de um jogador com dez anos de casa. Bem, a partir dessas premissas, vem a pergunta: O que motivaria Sylvanas a queimar Teldrassil? Nas cenas finais de Three Sisters, Sylvanas aparece na frente de um portal de pedra. Repare que o lugar é a único elemento do cenário no quadro, uma referência espacial exata. Ela está de costas para suas irmãs com os punhos cerrados. Após Vereesa se desculpar pelos eventos descritos em War Crimes, Sylvanas relaxa a mão e, na sequência, ficamos com a suspeita de que ela armava uma emboscada. Isso tudo é bem óbvio, mas por que Sylvanas mataria suas irmãs? E por que decidiu não matar? Já é um desejo notório transformar Vereesa em undead, isso é bem explorado no War Crimes, mas e Alleria? Pode ser pelo mesmo motivo, reunir novamente a família, ou... porque o caos dentro dela representa um perigo iminente a Azeroth. Isso sugere também que Sylvanas sabe exatamente qual é a ameaça e, pelo que o caos sussura durante o comic, a força dentro de Alleria também sabe: - SHE IS A VIOLATION SHE SERVES THE TRUE ENEMY KILL HER NOW KILL HER KILL HER NOW REMOVE HER FROM THIS WORLD AND TAKE FROM HER WHAT YOU NEED NOW NOW NOW Quando Sylvanas reluta em matar Alleria, ela faz uma escolha e, de alguma forma ainda não revelada, esse caminho é a destruição da Teldrassil. Por que a Teldrassil? Nós já vimos essa árvore causar problemas antes com o plano de Xavius. Quando terminamos de purificar a árvore na missão The Vengeance of Elune, a druida Tarindella diz: "Everything I had encountered suggested this corruption to be buried deep within Teldrassil itself... I had worried we might never be able to strike at the source without killing the world tree. I am thankful I was wrong!" A ferida que a espada de Sargeras causou em Azeroth pode ter criado uma rota mais profunda para N'Zoth. Como eu disse no começo, essa é uma explicação que satisfaz certas hipóteses. Resta a conexão principal que é: Como a Sylvanas saberia disso? A resposta pode estar em Wrathion, o último dragão negro (?). Vimos o Príncipe Negro também em War Crimes, quando ele conspirou com Kairozdormu para libertar Garrosh e enviá-lo ao passado. No Legion, encontramos Wrathion no cenário 'Deaths of Chromie', mas sem maiores esclarecimentos durante a missão, resta a dúvida se aquele era Wrathion da linha temporal ou também um viajante do tempo. O personagem também serviria como um bom elo entre as facções, já que mantinha um relacionamento bem próximo com Anduin. Um dos seus agentes foi encontrado nos arredores da Blackwing Descent durante o beta de BFA. Claro que os planos da Sylvanas não devem se resumir apenas em salvar o mundo, a guerra é inevitável depois do seu ato. Para ela, proteger a vida e o segredo de Alleria vale o sacrifício dos elfos. Finalizo com uma frase do grande pensador contemporâneo Dominic Toretto: "You will always be with me, and you will always be my brother."Øverheal20 18 set
17 set War of Thorns - Blizzard esqueceu de alguém? Pessoal, fazendo as quests pelo lado da Aliança e da Horda, fiquei intrigado. Sabemos que no Cataclysm, Tyrande aceitou novamente os Shendrellar na sociedade kaldorei e em Darnassus. Também sabemos que desde a perda de Guilneas, os worgens se instalaram em Darnassus e outros locais em Kalimdor (inclusive na Selva Malevola, por onde Saurfang e Nathanos vão passar). Porque não vemos as tropas desses dois grupos defendendo a Costa Negra e Darnassus, se eles estão ali?Reinrarth9 17 set
14 set A Aliança pouparia a Horda se vencesse? Anduin enfatiza que a luta dele é contra Sylvanas, cogita que poderia haver paz entre as duas nações se Sylvanas não estivesse no poder. O mais provável é que Anduin poupe a Horda numa situação hipotética em que a Aliança vença a guerra no fim. Mas e os outros líderes e povos? Estarão dispostos a obedecer a monarquia em detrimento das perdas da guerra? É uma boa expansão para a redefinição da importância dos outros líderes para o governo da Aliança. Aqui considero apenas o que tivemos até então no enredo, que são bases fortes para as motivações e ações futuras dos personagens, caso estes tenham um desenvolvimento linear, sem reviravoltas miraculosas. Não há muito mais além de hipóteses sobre o futuro (e não previsões), muitas com base em posturas de alguns dos personagens e avanços (como Alleria e suas intenções com Luaprata ou os movimentos da Aliança em Stromgarde em expansão para o norte). Assim, meu objetivo aqui não é discutir o que pode acontecer com a Horda caso a Aliança vença, ou se de fato a Aliança pode vencer e como e sim, dentro dessa bolha hipotética, se a Aliança é capaz de poupar a Horda com o que temos até agora no enredo tal como Varian foi ao fim de Mists of Pandaria. Minha teoria/opinião sobre: Essa expansão está testando os limites do poder e da "sabedoria" do jovem rei. Em "A good war" Sylvanas deixa claro que esse ciclo de ódio não depende dela para existir, as raças (da horda e da ally) nunca esqueceriam por completo o mal que as outras fizeram à elas, a guerra continuaria inevitavelmente, ela só queria adiantar e terminar isso de uma vez. Por outro lado e de maneira concordante as raças da Aliança estão cada vez mais unidas, ressentidas e movidas por vingança, retaliações e estigmas de que a Horda é um mal para combaterem juntas tal como era a Legião, para elas o "mal" da Horda não se resume a Sylvanas do mesmo jeito que é para Anduin. Vamos às particularidades dos líderes. Greymane... Ele poderia ter sido mais esperto ajudando Lordaeron em vez de construir um muro, poderia ser mais sábio e inteligente inúmeras vezes antes de sair latindo sobre Sylvanas, ele não é o cara mais estável. Mas uma coisa é certa, seu povo perdeu seu lar duas vezes, na primeira a Aliança não os teria ajudado tanto se não fosse pelos night elfs arriscando-se quase que por conta própria para tentar defender o reino, depois sequer mobilizaram forças para reconquistar Guilnéas nos últimos anos, agora Anduin teve que atender os desejos de urgência do velho para atacar Lordaeron e considerar sua importância e dos guilneanos em detrimento de outras raças. Sylvanas cogitava (em A Good War) que ele influenciaria Anduin para a guerra algum dia se a Horda esperasse, e que a perda de Teldrassil o faria exigir de Anduin uma atenção maior à que ele poderia querer dar aos Kaldorei, e foi isso que aconteceu. Os guilneanos deram suas forças, soldados, comerciantes e civis para a Aliança por anos, mas não receberam investimentos significativos em troca, pelo contrário, perderam mais e mais. Assim, a maior tendência é a de que Greymane permaneça bastante leal à Aliança, mas com a condição de ser ouvido e ter seus pedidos atendidos, ou seja, o poder de Anduin sobre ele não é total como imaginamos. Portanto, é provável que ele entre em conflito com Anduin se este tentar poupar a Horda, e com inúmeros e bons motivos. Tyrande, Malfúrion e os kaldorei estão passando por muitas dificuldades. Tyrande é uma líder astuta, talentosa, de fé e orgulhosa, mas que se vê diante de muitas perdas e tem uma sensação de impotência com a situação. Agora que os elfos noturnos perderam o seu lar eles devem estar bastante mobilizados para lutar pela Aliança para acabar com a Horda, mas os elfos são vistos constantemente perdendo mais soldados (Lordaeron) e civis (queimada em Stormwind), a Aliança mobiliza suas forças e recursos para a reconstrução de um reino humano perdido há anos e se for bem sucedida em Stromgarde só depois avançará para Guilnéas para atender ao pedido de anos (e merecido) de Greymane para reconstruir mais um reino humano. Sendo Tyrande uma pessoa de boa memória, presunção e até acusação (Suramar e Thalyssra), ela poderá ter tensões quanto ao verdadeiro valor da Aliança para os night elfs e começar a exigir seu espaço e de seu povo diante de Anduin. Eu presumo que ela detestaria se aqueles que queimaram seu lar fossem poupados por um rei e uma Aliança que não os vingou ou ajudou tanto quanto esperado para a reconstituição dos estoicos Kaldorei. Tyrande certamente entraria em um grande conflito com Anduin se ele tentasse poupar a Horda, com boas motivações e argumentos pra lá de fatídicos. Jaina é aquela que só falta andar em Kultiraz segurando um cartaz com "A Horda deve morrer", ela já viu Varian poupar a Horda uma vez, e quais foram os resultados disso? Ela certamente não deixaria isso acontecer de novo, ainda mais como líder do orgulhoso povo Kultireno que parece ser quase tão ressentido com a Horda quanto ela. O poder de Anduin como rei sobre ela parece tênue, ela quer colaborar com a Aliança e fortalecê-la, desde que seja para acabar com a Horda, afinal ao discordar de Anduin trabalhar com a Horda no início de Legion ela simplesmente foi embora, Jaina pode acreditar que só com o fim da Horda os povos da ally poderão prosperar. Ela é uma das personagens mais capaz de agir por conta própria caso discorde de quem poderia impedir legalmente suas ações. Isso é claro não só pelo fato mencionado sobre o que ela fez no início de Legion, pois durante Mists of Pandaria ela sequer discutiu com o Conselho dos Seis no Kirin Tor antes de matar e prender elfos sangrentos no Expurgo de Dalaran numa atitude de vingança. Para mim, ela não quer sequer cogitar que Anduin pouparia a Horda e se o fizer, ela agirá por conta própria para assegurar que tal 'erro' não se repita. Gnomos, anões, draeneis e draeneis forjados na luz parecem mais neutros, seus líderes não tiveram aparições ou desenvolvimento tão concretos. Também são (com exceção dos dois tipos de draeneis) os povos mais bem estabelecidos na Aliança e seus lares estão praticamente 'intocados' pela guerra de facção há anos, então não haverá quase nenhuma tensão com o governo de Anduin, no máximo uma advertência de que não é uma boa ideia que seu rei poupe a Horda caso tenham o mínimo de sensibilidade pelo que aconteceu aos outros povos dos quais são aliados e sensatez para saber que eles poderiam ser um bom alvo e que a Aliança não foi capaz de proteger e/ou impedir inúmeras cidades e capitais da destruição nos últimos anos. Alleria e os void elfs são teimosos e ambiciosos, ela não vê diferença entre a Horda demoníaca da Segunda Guerra e a nova Horda (tal como ela deixou claro na Vindicaar, em Argus, ao discutir sobre Sylvanas como Chefe Guerreira), ela tampouco se importou de saber porque os belfs são aliados da Horda (durante a questline de recrutamento dos Shal'doreis em que seu primeiro contato com Luaprata foi o de tentar chamar Lor'themar para a Aliança sem maiores motivos e desviando-se de uma conversa no mínimo diplomática com o líder belf) e quer tomar a cidade novamente para a Aliança independente da vontade de seu antigo povo. Inevitavelmente, em um ataque hipotético e bem sucedido a Luaprata, ela poderia corromper a nascente do sol e comprometer muitos elfos que permanecerem na cidade para a loucura e morte, uma energia tão poderosa e pouco estudada... ela não seria capaz de salvá-los e duvido que muitos daqueles orgulhosos iriam querer ser salvos por traidores em um processo doloroso de lidar com energias caóticas, que mudariam completamente seus corpos e estando totalmente despreparados e sem vontade ter contato com essas forças (haha é como perguntar para os elfos superiores - antes de serem nomeados como sangrentos após o ataque - em luaprata no dia que Arthas atacou-a na Terceira Guerra se preferiam ser 'salvos' na morte-viva, sob condições semelhantes de mudanças corporais e novas dificuldades psicológicas ou morrerem). No momento seu foco é a ambição, mas a vingança pode facilmente ascender ao roll de seus interesses e Turalyon nunca a impediu de correr atrás de vingança desde a época da Segunda Guerra. Ela também teria uma tensão explícita caso Anduin poupasse a Horda, não só por questões emocionais, mas também por dificuldades que essa facção poderia oferecer para os seus objetivos. Os draeneis forjados na luz, bem como os priests do order hall trazem uma dimensão completamente distinta sobre o andamento da guerra - os forjados na luz me lembram muito os seguidores de Yrel. Inclusive, tem uma forjada nos fundos do navio da ally em kultiraz que me perturbou quando disse que gostava de "purificar" os prisioneiros da Horda, algo que me lembrou as falas dos npcs em Draenor alternativa na campanha dos Mag'har. E os priests parecem estar cada vez mais sob influência de Saa'ra, que também pode estabelecer influência sobre personagens icônicos e importantes futuramente, não há nada nesses contextos que digam se Anduin poupará ou não a Horda, pois ainda estão neutros e mornos sob a história e não indicam que papel podem ter influenciando ou desejando algo do boy-king priest. Concluo que Anduin não pode decidir sozinho o que fazer com a Horda caso a Aliança vença essa guerra mesmo sendo uma autoridade máxima da facção, tal como Varian fez após o Siege of Orgrimmar, isso poderia desmantelar a Aliança e fazer com que as raças restantes dessa antiga união logicamente criem algumas 'sub-facções' para exterminar a Horda, ou possam ter até conflitos entre si em um futuro um tanto distante. Por mais que a Aliança seja uma monarquia e Anduin diga àqueles que o cerca em Before the Storm que é o rei, ele não puniu Greymane pelo ataque imprudente à Sylvanas em Trommhein (que poderia ter acabado a trégua entre as facções na época e ainda levou parte das forças da Aliança junto), e certamente não poderá punir ou acusar outros líderes como Alleria, Tyrande e Jaina, que poderiam facilmente agir por conta própria, se separar e enfraquecer a Aliança, ainda mais sendo diplomático e reconhecendo que elas têm bons argumentos e ignorá-los poderia ser nobre e misericordioso, mas provaria sua imaturidade para liderar uma facção e lidar com uma guerra para elas. Levo-me a crer que não, a Aliança não pouparia a Horda, mesmo que seu rei quisesse fazê-lo, a maior parte das raças dessa facção não concordariam (bem justificados) com essa atitude. A Aliança prenderia a Horda como prisioneiros e escravos? É mais plausível, mas assim como poupar a Horda em Mists of Pandaria pode ter sido um erro terrível para muitos povos da Aliança hoje, acredito que prendê-la, tal como aconteceu aos orcs presos nos campos de concentração após perderem a Segunda Guerra também não seria uma boa ideia, já que a Horda de hoje surgiu, em grande parte, a partir de rebeliões e de unificadores (como Thrall) que se libertaram desses campos. Alguém poderia sobreviver? Sim! Ex-membros da Horda, ou mais especificamente personagens neutros, protegidos por outros neutros que eram da Aliança poderiam sobreviver sem problemas. Como os trolls, taurens e outros druidas neutros de raças da Horda no Círculo Cenariano, protegidos por Malfúrion e os mesmos tipos de integrantes, mas xamãs da Harmonia Telúrica. Outros antigos classhalls poderiam se manter mais neutros e protegidos (não todos claro, já que o Punho de Prata dos paladinos está de volta à Aliança liderados por Turalyon em Stromgarde), como o class hall dos Priests sob a liderança aceitável de Alonso Faol; dos Cavaleiros da Morte, a Lâmina de Ébano se tornaria mais reservada; os Illidari; dos monges na Ilha Errante; provavelmente o dos bruxos e alguns outros. Antes de mais nada, sou a favor que isso aconteça? Não! Eu amo a Horda de coração e reconheço as características principais, atitudes benéficas/maléficas, virtudes e defeitos de personagens dos dois lados e das facções. Fazer esse texto foi um tanto terapêutico para alguém que se importa com a Horda, para ver friamente o que poderia acontecer na pior das situações para essa facção. Acredito que alguma facção irá vencer? Não, isso comprometeria metade da player-base e poderia ser mais revoltante para muitos do que para mim, além de ser ousado e também creio que seria pedir demais para alguém continuar pagando por meses para ver sua facção ressurgir das cinzas pela milésima vez na história de Warcraft no fim do patch haha. Essa expansão está cheia de mistérios e situações conflitantes, que inevitavelmente têm um final absolutamente misterioso e aguardado. Espero que sejam bem construídos até o final, ao contrário do que ocorreu no ponto ápice de Legion... Caso seja uma história bem feita e sensata, não teremos contradições internas na história que nos fariam deslegitimar sua autoridade e a capacidade dos desenvolvedores da história ante as ações dos nossos personagens e dos representantes das facções que conduzem muitas das nossas motivações para a história nos próximos anos. Em outras palavras, se a história continuar a ser um tanto bem feita e explicada (sobretudo ingame), teremos uma grande e memorável expansão para World of Warcraft e não uma história medíocre e contraditória que nos faria desacreditar em novos enredos.Lynxalba2 14 set
12 set A Aliança pouparia a Horda se vencesse? Anduin enfatiza que a luta dele é contra Sylvanas, cogita que poderia haver paz entre as duas nações se Sylvanas não estivesse no poder. O mais provável é que Anduin poupe a Horda numa situação hipotética em que a Aliança vença a guerra no fim. Mas e os outros líderes e povos? Estarão dispostos a obedecer a monarquia em detrimento das perdas da guerra? É uma boa expansão para a redefinição da importância dos outros líderes para o governo da Aliança. Aqui considero apenas o que tivemos até então no enredo, que são bases fortes para as motivações e ações futuras dos personagens, caso estes tenham um desenvolvimento linear, sem reviravoltas miraculosas. Não há muito mais além de hipóteses sobre o futuro (e não previsões), muitas com base em posturas de alguns dos personagens e avanços (como Alleria e suas intenções com Luaprata ou os movimentos da Aliança em Stromgarde em expansão para o norte). Assim, meu objetivo aqui não é discutir o que pode acontecer com a Horda caso a Aliança vença, ou se de fato a Aliança pode vencer e como e sim, dentro dessa bolha hipotética, se a Aliança é capaz de poupar a Horda com o que temos até agora no enredo tal como Varian foi ao fim de Mists of Pandaria. Minha teoria/opinião sobre: Essa expansão está testando os limites do poder e da "sabedoria" do jovem rei. Em "A good war" Sylvanas deixa claro que esse ciclo de ódio não depende dela para existir, as raças (da horda e da ally) nunca esqueceriam por completo o mal que as outras fizeram à elas, a guerra continuaria inevitavelmente, ela só queria adiantar e terminar isso de uma vez. Por outro lado e de maneira concordante as raças da Aliança estão cada vez mais unidas, ressentidas e movidas por vingança, retaliações e estigmas de que a Horda é um mal para combaterem juntas tal como era a Legião, para elas o "mal" da Horda não se resume a Sylvanas do mesmo jeito que é para Anduin. Vamos às particularidades dos líderes. Greymane... Ele poderia ter sido mais esperto ajudando Lordaeron em vez de construir um muro, poderia ser mais sábio e inteligente inúmeras vezes antes de sair latindo sobre Sylvanas, ele não é o cara mais estável. Mas uma coisa é certa, seu povo perdeu seu lar duas vezes, na primeira a Aliança não os teria ajudado tanto se não fosse pelos night elfs arriscando-se quase que por conta própria para tentar defender o reino, depois sequer mobilizaram forças para reconquistar Guilnéas nos últimos anos, agora Anduin teve que atender os desejos de urgência do velho para atacar Lordaeron e considerar sua importância e dos guilneanos em detrimento de outras raças. Sylvanas cogitava (em A Good War) que ele influenciaria Anduin para a guerra algum dia se a Horda esperasse, e que a perda de Teldrassil o faria exigir de Anduin uma atenção maior à que ele poderia querer dar aos Kaldorei, e foi isso que aconteceu. Os guilneanos deram suas forças, soldados, comerciantes e civis para a Aliança por anos, mas não receberam investimentos significativos em troca, pelo contrário, perderam mais e mais. Assim, a maior tendência é a de que Greymane permaneça bastante leal à Aliança, mas com a condição de ser ouvido e ter seus pedidos atendidos, ou seja, o poder de Anduin sobre ele não é total como imaginamos. Portanto, é provável que ele entre em conflito com Anduin se este tentar poupar a Horda, e com inúmeros e bons motivos. Tyrande, Malfúrion e os kaldorei estão passando por muitas dificuldades. Tyrande é uma líder astuta, talentosa, de fé e orgulhosa, mas que se vê diante de muitas perdas e tem uma sensação de impotência com a situação. Agora que os elfos noturnos perderam o seu lar eles devem estar bastante mobilizados para lutar pela Aliança para acabar com a Horda, mas os elfos são vistos constantemente perdendo mais soldados (Lordaeron) e civis (queimada em Stormwind), a Aliança mobiliza suas forças e recursos para a reconstrução de um reino humano perdido há anos e se for bem sucedida em Stromgarde só depois avançará para Guilnéas para atender ao pedido de anos (e merecido) de Greymane para reconstruir mais um reino humano. Sendo Tyrande uma pessoa de boa memória, presunção e até acusação (Suramar e Thalyssra), ela poderá ter tensões quanto ao verdadeiro valor da Aliança para os night elfs e começar a exigir seu espaço e de seu povo diante de Anduin. Eu presumo que ela detestaria se aqueles que queimaram seu lar fossem poupados por um rei e uma Aliança que não os vingou ou ajudou tanto quanto esperado para a reconstituição dos estoicos Kaldorei. Tyrande certamente entraria em um grande conflito com Anduin se ele tentasse poupar a Horda, com boas motivações e argumentos pra lá de fatídicos. Jaina é aquela que só falta andar em Kultiraz segurando um cartaz com "A Horda deve morrer", ela já viu Varian poupar a Horda uma vez, e quais foram os resultados disso? Ela certamente não deixaria isso acontecer de novo, ainda mais como líder do orgulhoso povo Kultireno que parece ser quase tão ressentido com a Horda quanto ela. O poder de Anduin como rei sobre ela parece tênue, ela quer colaborar com a Aliança e fortalecê-la, desde que seja para acabar com a Horda, afinal ao discordar de Anduin trabalhar com a Horda no início de Legion ela simplesmente foi embora, Jaina pode acreditar que só com o fim da Horda os povos da ally poderão prosperar. Ela é uma das personagens mais capaz de agir por conta própria caso discorde de quem poderia impedir legalmente suas ações. Isso é claro não só pelo fato mencionado sobre o que ela fez no início de Legion, pois durante Mists of Pandaria ela sequer discutiu com o Conselho dos Seis no Kirin Tor antes de matar e prender elfos sangrentos no Expurgo de Dalaran numa atitude de vingança. Para mim, ela não quer sequer cogitar que Anduin pouparia a Horda e se o fizer, ela agirá por conta própria para assegurar que tal 'erro' não se repita. Gnomos, anões, draeneis e draeneis forjados na luz parecem mais neutros, seus líderes não tiveram aparições ou desenvolvimento tão concretos. Também são (com exceção dos dois tipos de draeneis) os povos mais bem estabelecidos na Aliança e seus lares estão praticamente 'intocados' pela guerra de facção há anos, então não haverá quase nenhuma tensão com o governo de Anduin, no máximo uma advertência de que não é uma boa ideia que seu rei poupe a Horda caso tenham o mínimo de sensibilidade pelo que aconteceu aos outros povos dos quais são aliados e sensatez para saber que eles poderiam ser um bom alvo e que a Aliança não foi capaz de proteger e/ou impedir inúmeras cidades e capitais da destruição nos últimos anos. Alleria e os void elfs são teimosos e ambiciosos, ela não vê diferença entre a Horda demoníaca da Segunda Guerra e a nova Horda (tal como ela deixou claro na Vindicaar, em Argus, ao discutir sobre Sylvanas como Chefe Guerreira), ela tampouco se importou de saber porque os belfs são aliados da Horda (durante a questline de recrutamento dos Shal'doreis em que seu primeiro contato com Luaprata foi o de tentar chamar Lor'themar para a Aliança sem maiores motivos e desviando-se de uma conversa no mínimo diplomática com o líder belf) e quer tomar a cidade novamente para a Aliança independente da vontade de seu antigo povo. Inevitavelmente, em um ataque hipotético e bem sucedido a Luaprata, ela poderia corromper a nascente do sol e comprometer muitos elfos que permanecerem na cidade para a loucura e morte, uma energia tão poderosa e pouco estudada... ela não seria capaz de salvá-los e duvido que muitos daqueles orgulhosos iriam querer ser salvos por traidores em um processo doloroso de lidar com energias caóticas, que mudariam completamente seus corpos e estando totalmente despreparados e sem vontade ter contato com essas forças (haha é como perguntar para os elfos superiores - antes de serem nomeados como sangrentos após o ataque - em luaprata no dia que Arthas atacou-a na Terceira Guerra se preferiam ser 'salvos' na morte-viva, sob condições semelhantes de mudanças corporais e novas dificuldades psicológicas ou morrerem). No momento seu foco é a ambição, mas a vingança pode facilmente ascender ao roll de seus interesses e Turalyon nunca a impediu de correr atrás de vingança desde a época da Segunda Guerra. Ela também teria uma tensão explícita caso Anduin poupasse a Horda, não só por questões emocionais, mas também por dificuldades que essa facção poderia oferecer para os seus objetivos. Os draeneis forjados na luz, bem como os priests do order hall trazem uma dimensão completamente distinta sobre o andamento da guerra - os forjados na luz me lembram muito os seguidores de Yrel. Inclusive, tem uma forjada nos fundos do navio da ally em kultiraz que me perturbou quando disse que gostava de "purificar" os prisioneiros da Horda, algo que me lembrou as falas dos npcs em Draenor alternativa na campanha dos Mag'har. E os priests parecem estar cada vez mais sob influência de Saa'ra, que também pode estabelecer influência sobre personagens icônicos e importantes futuramente, não há nada nesses contextos que digam se Anduin poupará ou não a Horda, pois ainda estão neutros e mornos sob a história e não indicam que papel podem ter influenciando ou desejando algo do boy-king priest. Concluo que Anduin não pode decidir sozinho o que fazer com a Horda caso a Aliança vença essa guerra mesmo sendo uma autoridade máxima da facção, tal como Varian fez após o Siege of Orgrimmar, isso poderia desmantelar a Aliança e fazer com que as raças restantes dessa antiga união logicamente criem algumas 'sub-facções' para exterminar a Horda, ou possam ter até conflitos entre si em um futuro um tanto distante. Por mais que a Aliança seja uma monarquia e Anduin diga àqueles que o cerca em Before the Storm que é o rei, ele não puniu Greymane pelo ataque imprudente à Sylvanas em Trommhein (que poderia ter acabado a trégua entre as facções na época e ainda levou parte das forças da Aliança junto), e certamente não poderá punir ou acusar outros líderes como Alleria, Tyrande e Jaina, que poderiam facilmente agir por conta própria, se separar e enfraquecer a Aliança, ainda mais sendo diplomático e reconhecendo que elas têm bons argumentos e ignorá-los poderia ser nobre e misericordioso, mas provaria sua imaturidade para liderar uma facção e lidar com uma guerra para elas. Levo-me a crer que não, a Aliança não pouparia a Horda, mesmo que seu rei quisesse fazê-lo, a maior parte das raças dessa facção não concordariam (bem justificados) com essa atitude. A Aliança prenderia a Horda como prisioneiros e escravos? É mais plausível, mas assim como poupar a Horda em Mists of Pandaria pode ter sido um erro terrível para muitos povos da Aliança hoje, acredito que prendê-la, tal como aconteceu aos orcs presos nos campos de concentração após perderem a Segunda Guerra também não seria uma boa ideia, já que a Horda de hoje surgiu, em grande parte, a partir de rebeliões e de unificadores (como Thrall) que se libertaram desses campos. Alguém poderia sobreviver? Sim! Ex-membros da Horda, ou mais especificamente personagens neutros, protegidos por outros neutros que eram da Aliança poderiam sobreviver sem problemas. Como os trolls, taurens e outros druidas neutros de raças da Horda no Círculo Cenariano, protegidos por Malfúrion e os mesmos tipos de integrantes, mas xamãs da Harmonia Telúrica. Outros antigos classhalls poderiam se manter mais neutros e protegidos (não todos claro, já que o Punho de Prata dos paladinos está de volta à Aliança liderados por Turalyon em Stromgarde), como o class hall dos Priests sob a liderança aceitável de Alonso Faol; dos Cavaleiros da Morte, a Lâmina de Ébano se tornaria mais reservada; os Illidari; dos monges na Ilha Errante; provavelmente o dos bruxos e alguns outros. Antes de mais nada, sou a favor que isso aconteça? Não! Eu amo a Horda de coração e reconheço as características principais, atitudes benéficas/maléficas, virtudes e defeitos de personagens dos dois lados e das facções. Fazer esse texto foi um tanto terapêutico para alguém que se importa com a Horda, para ver friamente o que poderia acontecer na pior das situações para essa facção. Acredito que alguma facção irá vencer? Não, isso comprometeria metade da player-base e poderia ser mais revoltante para muitos do que para mim, além de ser ousado e também creio que seria pedir demais para alguém continuar pagando por meses para ver sua facção ressurgir das cinzas pela milésima vez na história de Warcraft no fim do patch haha. Essa expansão está cheia de mistérios e situações conflitantes, que inevitavelmente têm um final absolutamente misterioso e aguardado. Espero que sejam bem construídos até o final, ao contrário do que ocorreu no ponto ápice de Legion... Caso seja uma história bem feita e sensata, não teremos contradições internas na história que nos fariam deslegitimar sua autoridade e a capacidade dos desenvolvedores da história ante as ações dos nossos personagens e dos representantes das facções que conduzem muitas das nossas motivações para a história nos próximos anos. Em outras palavras, se a história continuar a ser um tanto bem feita e explicada (sobretudo ingame), teremos uma grande e memorável expansão para World of Warcraft e não uma história medíocre e contraditória que nos faria desacreditar em novos enredos.Lynxalba2 12 set
4 set Quem e o Deus ou representante da morte: cada forca cosmica de warcraft possui um representante ou Deus que representa seu distinto poder. arcano = titans luz = Naarus sombra = old gods/ void lords natureza = wild gods fel = demonios (sargeras meio que indiretamente tomou a posição) mas e quanto a morte? existe um deus da morte? sei que um old god se intitula Deus da morte, mas isso pra min e mais um titulo que ele tomou por arrogância para si.Shu11 4 set
30 ago Dúvida sobre o caos/sombra.. Olá, sou leigo em questão de lore, porém estava refletindo: Tenho um blood elf shadow priest e pelo que eu entendi fazendo as missões para desbloquear os void elfs, quem foi a favor de manipular o caos, estaria sendo banido de Silvermoon.. Como é possível então, meu BE permanecer aliado à horda?Aevum6 30 ago
24 ago Azerita e influencia de Old Gods Não sei se alguém mais percebeu (ou se é coisa da minha cabeça). Mas tanto Sylvannas e principalmente Anduin, mudam a expressão ao ver a Azerita. E como eles (novamente principalmente o Anduin) se sentem tão atraídos e numa necessidade de precisar pegar esse poder pra si. Além de que, Sargeras cravou uma espada quilométrica em Azeroth, pode ser que ele tenha acertado o N'Zoth por ali e a Azerita ser contaminada. Eu acho que ficou meio forçada uma guerra de repente assim logo após os eventos de Legion, e uma influenciazinha de Old God justificaria qualquer guerra, loucura, ódio e tudo mais. Ainda mais que, com a Legião neutralizada, quem resta pra derrotar os Old Gods são os herois de Azeroth (ok que eles queriam derrotar destruindo Azeroth toda), nada melhor pra garantir a vitoria dos OG, e garantir a corrupção de Azeroth eliminando a população de Azeroth. E já que acabar com os Herois de Azeroth seria muito legal pros Old Gods, pra que sujar as mãos se tiver o poder de fazer eles se matarem por conta? Ta bem simplificado a minha visão do assunto, gostaria de saber a opinião e teoria de vocês sobre.Dauthdaërt15 24 ago
22 ago A Revoada Dragonica em BfA !? Eu estava Lendo " A alvorada dos Aspectos", no fim da historia as Revoadas se dispersão, fiquei um pouco triste kkkkk. Agora o que temos dos Dragões são da Revoada Azul que se reuniu em Azuna, da Vermelha (acredito que ainda é a das mais poderosa das 4) que ainda ta no Repouso, e a Bronze n tenho Ideia kkkkkkk. Queria saber de vcs se tem alguma chance de eles aparecerem em Bfa ? claro estão bem fracos, mas ainda conseguem lutar.Leones9 22 ago
22 ago [SPOILERS] Possível grande entidade da Morte Com o passar da primeira semana de xpac, a história de Bfa tem me deixado bem satisfeito e bem animado com o universo do jogo e também com a diversidade de personagens. Inclusive acho que a blizzard acerta muito mais quando explora os personagens, conflitos das facções, novas raças e etc do que quando ela conta histórias cósmicas como Titans, Legião Ardente e Void Lords. Enfim, vamos ao que interessa, sentem lá que vem spoilers e coisas para que a gente possa discutir sobre: Nas quests da Horda, existe uma linha de quests que inicia com o Rokhan nos levando para Ilhas do Eco, lar dos Lanças Negras junto com a Princesa Talanji. Chegando lá, estão com alguns problemas, Trolls zumbis estão atacando as Ilhas do Eco, em algumas conversas perto das cinzas de Vol'jin descobrem que Zalazane fugiu das correntes de Bwonsamdi. Chegando lá descobrimos que Zalazane se tornou um "Lich" Troll, e que ele está usando poderes que Bwonsamdi utilizou para torturar a sua alma e se tornou mais poderoso do que antes. Depois de derrotado ele comenta algumas coisas interessantes como: "Mesmo derrotando o corpo dele, ele não foi derrotado." e o mais interessante: "O que? Como Voljin se tornou tão poderoso sem se tornar um...". Passado essas etapas, Talanji diz que levará as cinzas de Vol'jin para Zandalar para que ele fique junto com os rei mortos, pois é merecedor de tal honra. Durante o caminho, nós vamos sendo recapitulados das conquistas e histórias de Voljin (curti, foi nostálgico). No final da história temos que conversar com Bwonsamdi no final de uma Dungeon. Ao conversar com Bwonsamdi ele nos revela que fazia tempo que não via alma de Vol'jin, e que nessa ausência dele, foi o que enfraqueceu o acordo que eles tinham em manter o espírito de Zalazane encarcerado. Em seguida nos manda para sua necrópole pois precisava conversar cara a cara com Vol'jin. E é aqui que vem o motivo do tópico, chegando na necrópole ele fala o seguinte: "Hehehehe, hey Vol'jin? Saia desta urna..." - Estava com a mesma tonalidade de sarcástico de sempre. "Espera... Espera... não é possível" - Mudando completamente sua tonalidade de voz para mais sério e preocupado, bem diferente do seu normal sarcástico. "Cade o seu espírito, cade o Vol'jin?" - Continuando sua preocupação. "Não, não isso é impossível" - Completou de forma transtornada. "O CHEFE não vai gostar disso, Bwonsamdi perdendo um espírito em.... oh isso é bem ruim" - Falando em tom de apavoro E aqui fecha a questline... Porém fica a pergunta, quem seria este CHEFE do Loa dos Mortos? Alguém mesmo a cima do Loa da Morte... Sabemos que a Blizzard está nos presenteando com vários conteúdos e seres "semi" deuses da morte ultimamente como: Lich King, Helya (Cofirmada que está "viva" em BFA), Bwonsamdi e de certa forma até a Sylvanas. Mas nenhum desses é considerado como a maior entidade da morte e também na minha visão não acredito que eles sejam esses os possíveis chefes de Bwonsamdi. Tendo em vista ainda aquela história das 3 irmãs, onde o Vazio se perturba completamente na presença da Morte (Sylvanas). Não acredito que esse CHEFE seja Yogg-Saron, porque na Lore Antiga ele se considerava o Deus da Morte. Completando com as ações da Sylvanas, eu acredito que a Blizzard esteja nos preparando para nos revelar mais sobre esse potencial "divindade" da morte e explorar a esfera da morte (Ufa esse dualidade chata de Luz e Vazio estava muito chata). Por conta disso acredito em algo completamente novo, e não em algo que já conhecemos. Algo como um "Death" Lord ou algo do tipo... O que vocês acreditam que pode ser? - Vídeo da questchain: https://www.youtube.com/watch?v=RoStWGOzZYw&t=44s - Comprovação de que Helya está "viva": https://wow.gamepedia.com/Quest:Ring_of_the_ReefsManwër0 22 ago
21 ago Como o guerreiro enfrenta mágicos? Hoje estava fazendo PvP e começei a refletir, sobre como ser extremamente habilidoso com armas faz com que guerreiros enfrentem criaturas mágicas como magos, paladinos, etc. Pelo gameplay é perceptivel que eles possuem uma força e velocidade (consequentemente o reflexo) alem do normal. Com isso para fazer sentido na minha logica, imagino que por serem muito rápidos conseguem se esquivar ou defender de magias fatais e se aproximar rapidamente do alvo, dessa maneira, como são muito habilidosos (sabendo o que fazer em qualquer situação de luta sem hesitar) e fortes, rapidamente silencia o alvo e aplica um golpe mortal ou um golpe extremamente forte, fazendo o alvo ser derrotado rapidamente. Contanto é o que eu penso, gostaria de saber se existe algo oficial sobre tal e tambem suas opniões.Haleluyah9 21 ago
18 ago Condutas dos usuários da Luz. Existe algum impecilio para um paladino ou sacerdote serem pessoas orgulhosas, luxuriosas e egocentricas? Ou para ser atendido pela luz deve ter humildade ? Nunca vi nada explicíto no jogo.Gamoki7 18 ago
15 ago Comunicação em Azeroth *Não sei se estou fazendo o post na área correta, se não for, me desculpem. Cada raça possui uma linguagem própria, além de uma comum a facção. Minha dúvida é, qualquer indivíduo tem domínio da linguagem comum ou é algo que se restringe aos líderes, militares e afins? *Sei que é uma pergunta um tanto boba, estou me interessando pela modalidade RP e esse é um detalhe que me inquieta.Hyonin4 15 ago
14 ago Análise da evolução histórica da Horda Boa noite a todos. Já faz algum tempo desde o meu último tópico, mas acho que esse é um tópico que deve ser discutido agora que o Pre-patch já está para sair. Muito tem se discutido sobre a Sylvannas e o desrespeito dela aos valores da Horda, mas ficam as perguntas: que valores são esses? Eles ainda são válidos? Para entender essas questões, comecemos por uma breve recapitulação da história da Horda: 1: a formação da Horda: No primeiro momento, a facção foi criada a partir de uma união dos 11 clãs orcs restantes de Draenor ( nesse ponto o massacre Blade-wind já havia tomado lugar, então o clã poderia ser considerado extinto). Ela foi inspirado em uma união militar semelhante efetuada cerca de 400 anos antes sob o comando dos Lua Negra( na época, o shaman supremo era Nanguelm*) no intuito de derrotar o imperador Molok do império Goriano e por fim ao primeiro cataclismo elemental de Draenor, causado pelas experiências irresponsáveis dos ogros no Trono dos Elementos. Em consequência dessa influência, a primeira formação da Horda era marcada por: -Descentralização -Juizado ( forma de governo na qual os líderes religiosos também exercem forte influência militar e política, tendo sido utilizada pelos Hebreus por um longo período de tempo) -Liberdade para os clãs -União temporária para derrotar a ameaça em questão ( supostamente os Draeneis) Durante a primeira fase da guerra de Draenor, ocorreram diversas coisas que alteraram esse conjuntura: em primeiro lugar, Ner’zhul ( fundador da Horda e shaman ancião dos Lua Negra ) descobriu a farça de Kil’jaeden, sendo excomungado pelos espíritos por se ter deixado manipular e capturado por Gul’dan( na época, uma pessoa de sua estrita confiança) para ser torturado pelo Shadow Council e presenciar a ruína do povo orc. Na sequência, Zangrel( chefe dos white claw, antigo aliado de Garaad e grande crítico da Horda) foi assassinado ( também pelo Shadow Council), o que colocou o clã em uma guerra civil e esmagou a oposição à centralização da Horda. Em terceiro lugar, Kil’jaeden passou a acreditar que seria melhor que a Horda se centralizasse militarmente para obter melhores resultados contra os Draeneis. A Horda então entra em sua segunda fase a partir da escolha de Mão Negra para o cargo de chefe-guerreiro. 2: Governo Mão Negra: Mão Negra governou a Horda durante boa parte da Guerra de Draenor e da primeira guerra. Ao longo de seu governo, a Horda foi assumindo um caráter cada vez mais imperialista, Brutal e genocida. Nesse período muitos shamans se converteram( por necessidade) à bruxaria, varias nações de Draenor foram destruídas e muitos adolescentes foram transformados em adultos por magia, além de ter sido criado o clã Martelodo Crepúsculo, formado pelos Pálidos e liderad por Cho’gall. Logo antes do cerco de Shatrath, tomou lugar o famoso Pacto do Trono de Kil’jaeden, no qual os Senhores da Guerra e altos comandantes da Horda beberam o sangue de Demônio e espalharam a maldição( na época criam que fosse uma benção) pelo resto da Horda. Suas características principais eram: -Imperialismo - brutalidade -Caráter genocida -centralização militar - influência do juizado ( Gul’dan passou a ser visto como o novo shaman ancião e sucessor de Ner’zhul, além de o Shadow Council ter incluído Mão Negra e passado a atuar como um corpo burocrático/governamental secreto.) Esse governo gradualmente se enfraquece ao longo dos quatro anos do pós guerra em Draenor, marcados por falta de recursos e guerra civil. Kil’jaeden também cortou ( por ordem de Sargeras) temporariamente o contato com a Horda, e, em decorrência disso, a pressão de Mão Negra sobre Gul’dan foi crescendo cada vez mais. Foi assim até que Medivh entrou em contato com o Shadow Council e os convenceu a abrir o portal negro para Azeroth. Uma vez em Azeroth ( apenas 6 clãs cruzaram o portal, e os frostwolves foram exulados por Gul’dan pouco depois da chegada da Horda em Azeroth ( os outros clãs eram Martelo do Crepúsculo, Presa-do-Dragão, Olhos Sangrentos, Rocha Negra e Sorriso-de-Dentes-Negros( Black-Tooth-Grim)), Mão Negra sofreu, depois de dois anos de guerra contra Stormwind, uma derrota no primeiro cerco a Stormwind. Orgrim, enfurecido pelo recente assassinato de Durotan e Draka pelo Shadow Council, bem como pelo envolvimento de seu antigo mentor e líder Mão Negra com o Concílio, aproveitou o momento para desafiar o chefe-guerreiro para um Mak’Gorah e venceu. 3: período Orgrim: Orgrim começou seu governo com uma grande vitória contra Stormwind e um expurgo do Shadow Council. Ele também se beneficiou da derrota de Medivh em Karazhan, que impediu que o Guardião tentasse impor sua autoridade sobre o novo chefe guerreiro ( Orgrim, porém, não chegou a saber que essa possibilidade existia, por não ter ciência da influência do senhor de Karazhan na vinda da Horda para Azeroth). Com medo de que os reinos humanos do Norte se unissem para expulsar a Horda da região de Stormwind, o segundo chefe-guerreiro da Horda passou a adotar uma política de fortalecimento da Horda e preparação para uma segunda guerra. Também é nesse momento que a manipulação de Deathwing ( entre os dragões, possuidor da alcunha de “o mais dissimulado dos males”) passa a ter uma enorme influência sobre o clã Presa-do-dragão, enviando visões para Zuluhed e, posteriormente, Nekros, o que propiciou o achamento da Dragon Soul e a subjugação de Alextraza e dos Dragões Vermelhos. Além disso, os ogros da Horda cruzaram o portal negro nesse período, Gul’dan jurou lealdade a Orgrim e criou os Death Knights( e , durante a invasão de Quel’thalas, dois ogros magos), um grupo de goblins ofereceu seus serviços como mercenarios navais e foi feita uma Aliança com o Senhor da Guerra Zul’jin, dos Amani. Esse período é marcado por: -enfraquecimento do juizado -política de alianças com povos de Azeroth - menor centralização militar -contradição entre o gradual retorno à busca da honra na guerra dentro da força principal da Horda e o permissivismo adotado em relação às crueldades de Nekros em Tol’barad A primeira fase do período Orgrim se encerra quando, devido à necessidade de dividir tropas para punir a traição de Gul’dan, bem como as complicações logísticas causadas por sua traição ( que atrasaram a campanha em tempo suficiente para que a Aliança passasse a ter a vantagem na batalha por Lordaeron), o chefe guerreiro perde a guerra no norte dos reinos do leste, sendo forçado a recuar para o Pico Rocha Negra, onde, apesar de ter quase triunfado após matar Anduin Lothar, acabou derrotado e forçosamente mantido vivo pelas forças de Turalyon( o Paladino se negou a dar a Orgrim e seus soldados uma morte em batalha, aprisionado-os ao invés disso). 4: crise da velha Horda: A derrota e aprisionamento de Orgrim Martelo-da-Perdição, bem como de boa parte de seus soldados leva a uma grande crise na Horda. A facção acabou por se dividir em três grupos distintos: posto que todos esses nomes tenham sido utilizados apenas em momentos posteriores da história de cada um desses grupos, utilizaremos, para fins didáticos, as nomenclaturas de Falsa Horda, Horda Vil e Nova Horda: 4.1: a falsa Horda: Esse grupo foi formado pelos Clãs Black-tooth-grim e Presa-do-Dragão, alguns membros dos amani e ogros da velha Horda, juntamente com alguns dissidentes do Rocha Negra, pouco depois da derrota de Orgrim. Seus líderes, Dal’rend e Maim, retornaram à montanha Rocha Negra, onde entraram em contato com Nefarian, que se tornaria seu benfeitor. Apesar de parte dos presa do Dragão serem membros desse grupo ( outra parte estava com Zuluhed além do portal negro), eles se mantiveram distantes, permanecendo em Grim’batol e região até a famosa batalha de Grim’batol, na qual a Dragon Soul foi destruída, Neotharion foi derrotado pelos aspectos, Alextraza foi libertada e Nekros foi morto por sua antiga prisioneira. Em consequência disso, a Horda no Pico da Rocha Negra foi se tornando cada vez mais isolada, processo esse que prosseguiu até a derrota das forças de Dal’rend e Nefarian contra a Nova Horda durante o Clássico e a posterior derrota dos Três poderosos e de Nefarian renascido no Cataclismo. Tanto o Black-tooth-Grim quanto o Presa-do-Dragão acabariam por jurar lealdade à Nova Horda durante o período Garrosh/Kor’Kron, o que marcou o fim definitivo da chamada falsa Horda( obviamente que eles próprios não se chamavam assim. Esse era um nome dado a eles pela Nova Horda). Entre suas características gerais podemos destacar: -Teocracia ( devido à grande influência de Nefarian, que passou a ser visto por vários membros dessa facção como uma espécie de messias) -Descentralização -Isolacionismo -Conflitos recorrentes contra o reino de Stormwind 4.2: a Horda vil: Os orcs que escaparam para Draenor nos momentos finais da segunda guerra, bem como os que haviam permanecido no planeta após o fim da guerra de Draenor, acabaram sob o comando de Teron Gorefiend e Ner’zhul ( que havia sido convencido por Teron a deixar o isolamento para tentar salvar os orcs e achar um novo mundo para a Horda). Por meio do Crânio de Gul’dan, o portal negro ( fechado por Khadghar ao fim da segunda guerra) foi reaberto, e, mediante o auxílio de Deathwing e dos Dragões Negros, Teron Gorefiend foi capaz de reunir o Olho de Dalaran, o Cetro de Sargeras e o Livro de Medivh, três dos mais poderosos artefatos em Azeroth, e levá-los para Draenor. Turalyon, porém, reuniu um grande exército conhecido como “os filhos de Lothar” e cruzou o portal negro para levar a guerra para a Horda. Essa foi, possivelmente, a campanha mais violenta da história da Aliança, e, com a ajuda de antigos inimigos da Horda ( que queriam vingança pelos massacres da guerra de Draenor) como Gryzzik e Gruul, um a um os líderes remanescentes dos orcs ( Gromash, Fenris, Karrath, Kilrogg e Teron Gorefiend) foram sendo derrotados. Mesmo os poderosos Deathwing( que pretendia se estabelecer em Draenor para lá recriar a revoada Dragonica Negra, estando também em posse do Crânio de Gul’dan) e Ner’zhul acabaram sendo forçados a recuar( Deathwing foi para Grim’batol, onde enfrentaria sua maior derrota, e Ner’zhul, nesse ponto já quase completamente insano, foi capturado por Kil’jaeden após fugir por um portal com os orcs que se encontravam no Black Temple). A violência da Aliança, porém, forçou Ner’zhul a acelerar a abertura dos portais de tal forma que o ritual se tornou incontrolável e causou a quase destruição de Draenor, transformando-a em Terralem. Depois disso, a Horda passaria por cerca de uma década como escrava de Magtheridon, comandante da Legião enviando para Terralem. Esse período só acabou após a chegada de Ilidan, que, por derrotar e aprisionar Magtheridon, se tornaria um herói para eles. Karrath( que sobreviveu à invasão da Aliança e se tornou o novo chefe-guerreiro da Horda vil) acabou por jurar lealdade a Ilidan, e o bruxo ( um antigo shaman) Ke’lidan passou a servir como carcereiro de Magtheridon. A Horda vil passou a servir como a polícia imperial Ilidari, e os Lua Negra se tornaram uma espécie de Guarda palaciana de Ilidan ( sendo temidos como a segunda mais perigosa unidade militar Ilidari, apenas abaixo dos misteriosos Demon Hunters). Em um dado momento, alguns Presa-do-Dragão também se aliaram aos Ilidari, agora sob o comando de Mhor’ghor. A Horda vil acabaria destruída pelas forças da Nova Horda e da Aliança, sendo que, na batalha do Templo Negro, eles e os Sin’dorei Ilidari ficaram para trás para dar tempo às forças que iriam para Marduum. Podemos destacar entre suas características: -Lealdade extrema ( principalmente durante o período Ilidan/Karrath) - Decadência do juizado ( devido à loucura e à fuga de Ner’zhul, bem como à destruição de Draenor) - descaso pela honra -crueldade com os povos de Terralém que se negavam a obedecer ao império Ilidari 5: a Nova Horda/Período Thrall/Caern: A Horda da qual os jogadores fazem parte é a Nova Horda, e ela também é a referência em discussões sobre as tradições da Horda e a honra da Horda. Até agora teve quatro chefes-guerreiros (Thrall, Garrosh, Vol’jin e Sylvannas), e foi a Horda que mais abrangeu grupos diferentes. Ela também representa a quebra mais radical com a Velha Horda quanto comparada à Falsa Horda ao à Horda Vil. A Nova Horda tem suas primeiras sementes em um conjunto de fatos: em primeiro lugar, Orgrim escapou dos campos de concentração e passou a viver como um eremita, indo esporadicamente até a sede dos Frostwolf para se comunicar com Drek’thar. Em segundo lugar, Gromash e os Warsong ( presos em Azeroth após a segunda destruição do portal negro) se deslocam para a região de Lordaeron onde passam a atuar como saqueadores. Em terceiro lugar, o gladiador Thrall ( que estava sendo preparado por Aedelas Blackmore para ser o líder de um exército orc criado a partir dos escravos dos campos de concentração) escapa de seu cativeiro, encontrando-se com os warsong e sendo por eles enviado aos Frostwolf. Entre os Frostwolf, Thrall aprendeu mais sobre a cultura orc e foi posto em contato com Orgrim. O ex-gladiador se tornaria uma espécie de aluno do chefe-guerreiro, e acabaria por convencê-lo a se aliar aos warsong e iniciar uma campanha para libertar os remanescentes da Horda dos campos de concentração. Orgrim viria a morrer durante essa última campanha, mas, em seu último ato, fez de Thrall seu sucessor. Sob o comando de Thrall, os campos de concentração restantes foram tomados e Blackmore foi derrotado. Dentre as varias conquistas militares de Thrall e sua Horda, podemos destacar: a queda do Forte Desterro( que ocasionou na morte de Adellas Blackmore), o êxodo orc para Kalimdor, a vitória contra os centauros, a participação na derrota da Legião durante a terceira guerra ( a Horda derrotou Azgalor, Kaz’rogal e Manoroth ( morto mediante o sacrifício de Gromash)), as vitórias contra a Falsa Horda, os trolls Gurubashi e os senhores do Gládio Cruel durante o Clássico, a importante vitória contra Ossirian e os defensores das ruínas de An’quiraj na segunda guerra das areias cambiantes, as vitórias contra Kael’thas e Horda Vil, bem como a participação na queda do Templo Negro, durante a invasão a Terralem, a colaboração dos Kor’Kron durante a guerra de Nortúndria… Enfim, um governo de diversas conquistas militares. A principal característica do governo Thrall, porém, foi o crescimento da Horda. Thrall se aliou a Sen’jin( que acabou morto pelos murlocs da bruxa do mar…) e trouxe os trolls Lança-Negra para a Horda ( subsequentemente levando-os para Kalimdor quando as ilhas lança-negra caíram perante as nagas). Se aliou aos taurens contra os centauros e trouxe para a facção vermelha uma raça que conhecia bem o território e a magia druídica. Abriu seu coração para os Forsaken e, posteriormente, para os Sin’dorei. Seu governo, porém, não foi perfeito, e ele teve um punho demasiado fraco com os warsong( o que, diga-se de passagem, pôs tudo a perder no tocante a uma possível aliança com os Kaldorei para controlar o norte de Kalimdor), além de ter errado em deixar os mortos-vivos e Sin’dorei muito livres para agir. No caso dos Sin’dorei, podemos apontar que a decisão de não intervir na captura de M’uru poderia ter sido deveras custoso para a campanha da Horda em Terralém. A coleira demasiado solta também pode ter permitido que Sylvannas( não há confirmação de que o uso da praga no Wrath Gate não foi uma ordem dela) e seus aliados se tornassem arrogantes a ponto de tentar sacrificar os exércitos da Horda e da Aliança na batalha do Wrath Gate. No fim, Sylvannas acabou se beneficiando desse evento, uma vez que, após convencido pela rainha banshee de que Varimathras e Putress eram os responsáveis, Thrall partiu junto a um grande exército da Horda para tomar Undercity, o que permitiu à dama sombria evitar um golpe de estado e a entrada na Legião por parte dos Forsaken, coisas que Varimathras e Putress efetivamente pretendiam efetuar. O último erro de Thrall foi depositar confiança demasiada em Jaina, que, se durante a terceira guerra tinha se mostrado uma líder determinada, não teve força política confrontar Varian e Stormwind, o que permitiu uma campanha sanguinária nos Sertões e despertou uma enorme má vontade da Horda contra Guarda Norte e Theramore ( o que resultou na destruição da cidade.). Entre as principais características do governo Thrall, podemos apontar: -fim definitivo do juizado -centralização política -grande expansão da Horda -revigoração da importância do Comitatus -reformas em instituições tradicionais, a exemplo do Mak’gorah Por último devemos destacar que a figura de Caern também foi muito proeminente nesse período, sendo que o Tauren serviu como o principal conselheiro de Thrall, além de se tornar conhecido como possivelmente o maior guerreiro da Horda no período. 6: período Garrosh/Kor’Kron: A ascensão de Garrosh foi conturbada, sendo que tivemos o Mak’gorah contra Caern( manipulado por Magatha sem o conhecimento do Mag’har), que ocasionou na morte do Tauren e no enfraquecimento político do orc. Depois disso veio a polêmica da divisão de Orgrimmar em distritos baseados na cultura de cada raça, o que resultou em uma briga bastante série entre Garrosh e Vol’jin. Depois disso ainda houve a extremamente violenta campanha em Reinos do Nordeste, a quase vitoriosa, porém também bastante violenta, campanha em Kalimdor central, os duvidosos métodos como a escravização de gigantes derretidos e Magnotauros… e, é claro, a bomba dê Theramore. Apesar disso, as conquistas dos primeiros anos do Governo Garrosh no sentido de fortalecer a Horda foram bastante notáveis. A cisma entre líderes militares/legalistas ( Nazgrim, Zaela, Ji, Eitrig, dentre outros) e membros da bancada mais civil da Horda foi se tornando cada vez mais clara. A tentativa de assassinato contra Vol’jin deixou os problemas piores, e o choque cultural entre Sin’dorei e Kor’Kron no monte Kunlai ( esses achavam que o melhor teste para as forças de Lorthemar seria um sem aviso, aqueles achavam que era errado sacrificar soldados daquela forma) também reforçou a crise na Nova Horda. No fim, mesmo o cerco a Lança-Negra não foi suficiente para conter os descontentes, e a utilização do Coração de Y’shaarj pelo chefe-guerreiro fez com que mesmo legalistas como Ji e Eitrig se voltassem contra ele. Dentre as principais características do período Garrosh/Kor’Kron, podemos apontar: -centralização -militarização da facção -gradual afastamento em relação aos valores de honra -gradual enfraquecimento político 7: Período Vol’jin: Infelizmente, o governo de Vol’jin foi bastante curto, devido à sua morte pelo veneno da Legião ( na campanha de Holy Priest podemos ver que o esse veneno, em especial, era deveras poderoso). Contudo, sua administração foi eficiente. Apontado pelos demais líderes da Horda como chefe-guerreiro após a derrota de Garrosh em Orgrimmar, Vol’jin contribuiu muito para uma reaproximação com a Aliança de Varian, além de ter trabalhado consideravelmente para recuperar financeiramente a Horda depois da guerra civil e reestruturar o exército. Além disso, Vol’jin demonstrou grande boa vontade ao enviar os exércitos da Horda para se juntar à Aliança na guerra contra a Horda de Ferro, posto que essa última não fosse uma ameaça imediata para a Nova Horda. Infelizmente, as conquistas do filho de Sen’jin no campo diplomático acompanharam ele e Varian Wrynn para o túmulo. Dentre as principais características do governo Vol’jin, podemos destacar: -Reaproximação com a Aliança -reforço do aspecto familiar da facção -anistia aos legalistas que se voltaram contra Garrosh durante os momentos finais da guerra civil( algo que Sylvannas certamente não teria feito) -reestruturação econômica e militar 8:período Sylvannas: O governo Sylvannas está apenas começando, mas a falta de comprometimento dela na guerra contra a Legião ( a chefe-guerreira preferiu fazer um pacto com uma entidade sombria e tentar escravizar Eyr, uma aliada de Odyn) já não foi um bom sinal. O massacre de renegados durante a reunião em Stromgarde e escravização de soldados caídos da Horda durante a batalha de Lordaeron apontam para uma direção realmente sombria… Deve-se ainda destacar que toda a invasão a Teldrazil é baseada em premissas até certo ponto sofistas e sem bases objetivas, sendo que a queima em si se deu como uma decisão de última hora motivada principalmente pelo fracasso de vários pontos do plano de ataque inicial. Apesar disso, podemos apontar que a entrada dos Shal’dorei, High Mountain e Mag’har de Draenor Alternativa e Zandalari na Horda deve fortalecer, até certo ponto, a facção vermelha. Contudo, o governo Sylvannas ainda está muito no começo para que possamos apontar características gerais dele. Passemos à próxima etapa da discussão: Quais as características da Horda que se mantiveram ao longo de todo esse período? Podemos apontar algumas: Métodos de escolha de chefe-guerreiro: no momento, existem três possibilidades tidas como legítimas: a primeira seria o apontamento pelo conselho dos líderes da Horda. Nesse caso, o chefe-guerreiro é escolhido por um conselho, o que costuma levar a uma grande força política dentro da facção, uma vez que oposições posteriores se tornam mais difíceis de justificar. A segunda opção é o apontamento por parte do chefe-guerreiro anterior. Esse costuma ser o método mais prático, mas por vezes leva o chefe-guerreiro apontado a sofrer com falta de força política. A terceira e última possibilidade é a mais incomum, mas, contudo, válida : o Mak’gorah. Posto que o Mak’gorah não seja mais, legalmente, um duelo até a morte, ele ainda é uma demonstração de força por parte do vencedor ( desde que não haja trapaças). Se o chefe-guerreiro vigente vencer, ele sai do desafio tendo provado sua coragem e força. Se perder, seu desafiante se torna um chefe-guerreiro de inquestionável legitimidade. Até agora, Sylvannas não deu sinais de que pretenda alterar essas leis. O Comitatus: possivelmente, a maior marca da Horda desde o governo Mão Negra, o Comitatus é marcado por juramentos de dependência pessoal. Isso significa que o juramento deve ser refeito a cada novo chefe-guerreiro. Nesse caso, o objetivo da prática é tornar a lealdade das nações membras uma questão de honra, e tende a funcionar. No nosso mundo, o Comitatus era uma instituição bastante comum entre as tribos ditas bárbaras que invadiram o império Romano. Uma que posteriormente viria a evoluir para os juramentos de suserania e vassalagem, juramentos esses que só poderiam ser quebrados em situações extremas. Quando se trabalha com povos culturalmente diferentes como os que compõem a Horda, essa é uma instituição coerente, uma vez que coíbe conspirações e golpes que não sejam bem motivadas, pois um chefe que traia o Comitatus sem justa causa pode ver seu povo se voltar contra si. A própria Sylvannas deixou bem claro que o Comitatus e as relações de suserania e vassalagem em relação ao trono da Horda continuam firmes e fortes na escolha de palavras com as quais recebeu Mayla e os High Mountain: “A Horda lhes oferece proteção, e demanda a sua obediência”. Chegamos então à parte final do tópico: qual é o verdadeiro problema da Horda? Podemos responder em uma palavra: Gigantismo. Essa, porém, é uma resposta demasiado breve, e, nos próximos parágrafos, explorarei mais esse conceito. Introdução: o que é o gigantismo? É um conceito utilizado pela historiografia para definir um conjunto de problemas que todos os impérios tendem a enfrentar. Em linhas gerais, podemos apontar o considerável aumento dos gastos militares e policiais, o crescimento das tensões internas ( desde tensões políticas até questões religiosas), a dificuldade no controle fronteiriço, a dificuldade em se estabelecer uma liderança central legítima, a dificuldade na cobrança de impostos, o fortalecimento excessivo de lideranças regionais… enfim, uma miríade de problemas causados pela necessidade de se governar povos culturalmente diferentes espalhados por um território muito grande. Isso dificulta até mesmo conquistas militares, uma vez que o exército governamental se torna cada vez mais fragmentário dado à necessidade de que se mantenha o policiamento das regiões membras do império. A Aliança não sofre tanto com esse problema por que o poder de ação do Alto-Rei é muito mais limitado do que o do chefe-guerreiro. Podemos ver um bom exemplo disso no comic “Três Irmãs”, publicado pela Blizzard como parte da introdução a BfA. Nele, podemos ver claramente que, se um líder não quiser cumprir uma ordem do Anduin, ele simplesmente não cumpre e fica por isso mesmo ( salvo em casos muito específicos). Isso é observado quando Turalyon diz a Aleria que ela deveria se reportar ao Alto-Rei antes de partir para sua reunião com Sylvannas ( podemos assumir que Anduin deu instruções ao restante dos líderes para que fosse avisado caso algum deles resolvesse se reunir com as lideranças da Horda), e ela simplesmente responde que essa reunião não diz respeito a Anduin e que não vai pedir permissão a ao rei menino. A consequência dessa baixa autoridade sobre os povos membros é que a monarquia da Aliança também não precisa se preocupar em manter um policiamento em estados membros que sejam politicamente mais complicados. A Horda, ao contrário, é bastante marcada pelo poder de ação do war-chief. Tivemos exemplos bastante representativos disso durante o período Garrosh, quando, entre outras coisas, Undercity e Eco Isles foram ocupadas pelo exército Kor’Kron ( exército profissional da Horda). No caso de Undercity, a ocupação começou durante o período do Cataclismo, e foi realizada devido à baixa confiança que o chefe guerreiro depositava em Sylvannas, bem como aos interesses do governo envolvidos na tomada de Guilneas e à necessidade de se proteger a Cidade-Baixa enquanto o grosso do exército Renegado ( que, naquele período, já era um dos maiores da Horda) lutava na guerra de conquista nas regiões de Floresta Pinhaprata, Guilneas, Planalto Arathi, Terras Agrestes, Eira dos Montes e Terras Pestilentas Ocidentais ( em suma, boa parte da região coletivamente conhecida como reinos do Nordeste). No caso das Ilhas do Eco, a ocupação foi motivada pela necessidade de se manter o controle dos Lança-Negra após o suposto assassinato de Vol’jin nas cavernas entre o Monte Kulai e a Escadaria Oculta. Para tanto, uma grande força Kor’Kron foi dispensada para a região, força essa que acabou sendo desbaratada por Thrall e Chen Malte-do-Trovão. Podemos destacar algumas outras ocupações de menor escala, a exemplo do cercamento do Vale dos Espíritos durante o período da rebelião na Horda e da tentativa de intervenção na Aldeia Sen’jin ( uma importante base portuária da Horda que, na época, servia como base para os rebeldes). Claro que a maioria das grandes intervenções militares do governo tomaram lugar durante o período Garrosh, mas o fato de ele telas realizada com relativa legitimidade ( principalmente a intervenção em Undercity, uma vez que as demais foram realizadas já durante a época da guerra civil da Horda) nos mostra o poder de ação do chefe-guerreiro. Outro bom exemplo de tal poder de ação pode ser visto no livro Marés da Guerra, quando Garrosh utilizada o direito de recrutamento para forçar os demais líderes da Horda a enviarem exércitos para participar da campanha da conquista de Kalimdor. Mesmo que a maioria dos líderes ( por diferentes motivos) fosse contra aquela campanha ( o povo dos Sertões, ao contrário, era favorável à ela), nenhum deles questionou a legitimidade do chefe-guerreiro em forçar o envio de tropas para realizá-la( muito mais polêmico foi o uso da bomba de mana e, em menor escala, o assassinato dos generais Kelantir e Frandis ( respectivamente, uma Cavaleira Sangrenta e um Renegado)). Além da grande importância política do Chefe-Gurreiro na Horda, podemos ainda apontar mais alguns fatores que favorecem o surgimento do gigantismo na Horda, dentre os quais podemos destacar o enorme território ocupado pela facção vermelha e a grande quantidade de culturas diferentes que agora fazem parte da facção. Para entender melhor o primeiro problema, façamos uma breve revisão dos territórios da Horda: atualmente, a facção vermelha é dona, além dos territórios pertencentes às nações membras, de enormes territórios no sul dos reinos do leste ( organizados principalmente a partir de Grom’gol base camp), em Terralém ( organizados a partir de Thrallmar e das antigas sedes dos clãs Senhor do Trovão e Lua-Negra), em Nortúndria ( organizados a partir da Fortaleza do Brado-Guerreiro, Do Martelo de Agmar e do Forte da Conquista) e em Pandaria ( organizados a partir do Santuário das Duas Luas e do Ponto de Dominação). Vale lembrar que, por algum tempo, a Horda ainda possuiu enormes fortalezas em Draenor alternativa ( principalmente Guarnição Muralha de Gelo e A cidade fortaleza de Lança-de-Guerra). Considerando todos os territórios, podemos dizer que, levando em conta o tamanho de Azeroth in-lore, o império da facção vermelha deve ser pelo menos do tamanho do império colonial Francês. Tendo isso em mente, torna-se fácil perceber que administrar todos esses territórios não é algo simples. De fato, tanto não vem a sê-lo que, na atualidade, supervisor Nazgrel ( antigo membro do conselho governamental de Thrall que foi enviado para supervisionar as forças da Horda em Terralém) não tem mais quase nenhum contato com o comando da Horda em Orgrimmar, e esse é apenas um exemplo. O segundo problema é outra consequência natural da expansão desenfreada. Atualmente, temos entre os membros da Horda orcs, taurens, trolls Lança-Negra, algumas tribos ogricas, os Taunka de Nortúndria, os Sin’dorei, os Forsaken, o Cartel Barroquilha, o partido Houjin, algumas comunidades pandarens do continente, os hozen da floresta, os Shal’dorei, os taurens de Alta-Montanha e, em breve, teremos os Zandalari e os Mag’har da Draenor alternativa. Em suma, um grupo muito grande. Desnecessário dizer que nem todos esses grupos possuem voz dentro da política da facção, mas, ainda assim, o número dos que têm já é muito grande( 10 desses grupos possuirão representatividade em BfA). Cabe ainda ressaltar que alguns dos novos membros são extremamente beligerantes ( a própria Thallyssra disse que que seu objetivo entrando na Horda é fazer parte de uma facção que não seja “estagnada”. Portanto, é bem possível que tenha entre seus objetivos como membra da facção vermelha uma campanha de conquistas militares…). Nessas circunstâncias, é bem possível que a Dama Sombria se sinta confortável iniciando a nova guerra mundial justamente por acreditar que estará agradando os novos membros da facção e que os mais antigos encontram-se desprovidos de força política e/ou interessante para se opor a esses planos. Ela também foi favorecida pelo fato de ter sido apontada por Vol’jin, visto como um dos maiores heróis da Horda de tempos recentes. Cabe lembrar que valores orquicos tradicionais, tais como a noção de vitória ou morte, já tiveram sua validade questionada pelo próprio Vol’jin durante a batalha da costa partida, quando ele pediu a Sylvannas que “não deixasse a Horda morrer naquele dia”. A ideia de força e honra permaneceu, na medida do possível, ao longo dos anos, mas foi gradualmente sendo enfraquecida a partir da entrada dos Forsaken e dos Sin’dorei, quando foi ficando claro para Thrall e Caern que talvez fosse necessário ter uma moral um pouco mais flexível no intuito manter essas raças na facção e se fortalecer ( podemos tomar o permissivismo dos em relação à captura de M’uru pelos Sin’dorei como um exemplo dessa flexibilização moral). O enfraquecimento desses valores tradicionais é coerente quando se trata de garantir a expansão da facção, mas também causa um enfraquecimento do poder central, uma vez que ele se ergue em cima deles. Desnecessário dizer que o recente ataque a Teldrazil e a escravização em massa realizada durante a batalha de Lordaeron podem contribuir para enterrar essas noções de uma vez por todas… contudo, podemos dizer que, talvez, tenha chegado o momento de abandoná-los de vez. A cada expansão a Horda se torna mais heterogênea. Seus líderes se tornam cada vez mais diferentes entre si. Os valores criados para um mundo que já não existe por uma sociedade que já foi destruída ( essencialmente, o povo orc também passou por um processo de destruição sócio-cultural durante a guerra de Draenor), os valores ressuscitados por um senhor da guerra idealista( Thrall), os valores sobre os quais a Nova Horda se ergueu parecem não sustentá-la mais. Nesse caso, a crise é muito mais seria do que durante o MoP: na época, os líderes acreditavam que os problemas na Horda possuíam uma raiz claro, um grande vilão que possuía uma face e poderia ser derrotado. Garrosh. O livro “Crimes de Guerra”, porém, já havia nos mostrado algo que agora parece se tornar cada vez mais importante: Garrosh era apenas uma consequência de problemas muito mais profundos. Como os próprios Celestiais Majestosos deixaram claro, o verdadeiro julgamento estava sendo feito em relação aos líderes das facções. Claro que o problema para o qual os Celestiais queriam chamar atenção era a guerra e seus malefícios. Apesar disso, podemos utilizar o mesmo raciocínio em relação à crise nos valores da Horda. Nesse sentido, talvez haja alguma lógica na guerra começada por Sylvannas: um dos melhores jeitos de distrair a até dos líderes e do povo em relação aos problemas internos é uma boa e velha guerra. A partir do momento em que as pessoas passam a acreditar que há um grande inimigo a ser derrotado, suas diferenças não parecem tão evidentes. Cria-se uma situação de nós e eles, na qual o fato de os membros da Horda não serem membros da Aliança passa a legitimar uma camaradagem entre eles que, de outra maneira, não existiria. Nesse sentido, podemos dizer que a Azerita veio em boa hora. Esse metal serve como a justificativa perfeita para colocar o povo em estado de medo e desconfiança em relação à facção azul. Não vou me alongar muito nesse ponto, porém. Para aqueles que tiverem interesse na discussão envolvendo a importância da Azerita para a guerra, posso sugerir o tópico “Tudo o que a Sylvannas está fazendo faz sentido: teoria dos jogos explica.”, do colega Arthenios/Akhinos. De volta ao foco, cabe ressaltar que a guerra é uma faca de dois gumes. Os principais motivos para isso são dois: O primeiro é que a guerra só funciona como fator de união se os membros da facção tiverem confiança em sua líder. Se esse não for o caso, pode simplesmente piorar a crise na facção. De fato, isso aconteceu com Garrosh durante o MoP. A guerra mundial tornou óbvias todas as contradições internas da facção e fez com que gradualmente o chefe-guerreiro fosse voltando o restante da facção contra si. Nesse sentido, Sylvannas deve estar bastante confiante em sua popularidade adquirida com a derrota da Legião, uma vez que ela própria conhece ( ou deveria conhecer) os erros de Garrosh e sabe ( ou deveria saber) dos riscos de se iniciar uma guerra em um momento de enfraquecimento político do governo central. O segundo motivo para a o início de uma guerra ser uma situação a ser ponderada é ainda mais perigoso: uma derrota grande o suficiente pode ser um forte golpe de martelo contra um império enfraquecido e em crise. Desnecessário dizer que a vitória, posto que não seja demasiado custosa ( nesse último caso, as consequências podem ser tão terríveis quanto as de uma derrota…), pode ser excelente para aumentar a longevidade do império em questão. Contudo, levando em conta que a derrota na guerra provavelmente levaria a questionamentos tanto da legitimidade do governo quanto da lógica em se permanecer na facção ( pessoas como Thallyssra, por exemplo, que parecem não buscar na Horda qualquer coisa além de um instrumento de conquista, poderiam facilmente desertar se as coisas ficarem ruins). E cabe lembrar que essa guerra não é uma simples querela contra um inimigo mais fraco. É uma guerra mundial contra outra super potência. E não há garantias de que a Aliança será misericordiosa para com aqueles que acredita terem queimado Teldrazil, caso a facção azul triunfe… Surge, pois, mais uma pergunta que precisa ser respondida antes da conclusão desse artigo: por que, então, Thrall optou por fazer da Horda um império? Temos primeiro que compreender que Thrall é o fundador do que se pode chamar de império da Nova Horda, por alguns motivos: o primeiro deles é que foi no período Thrall que passou a existir uma constituição civil na Horda, que antes era quase exclusivamente militar. Em segundo lugar, foi com Thrall que as fronteiras da Horda em Azeroth finalmente se tornaram mais ou menos estáveis. Em terceiro lugar, foi no durante o governo Thrall que a Horda passou a abranger outras raças como vassalas além de orcs e ogros. Observe-se também que a Nova Horda é a mais longa experiência imperial da facção vermelha. Claro que Orgrim já havia tentado estabilizar as fronteiras da Horda em Azeroth ( essa foi uma das causas da segunda guerra), mas, devido à derrota na segunda guerra, esse projeto fracassou. No período Orgrim também já existia a aliança com alguns mercenarios goblins e com as tribos amani, mas no primeiro caso eram engenheiros contratados, e, no segundo, aliados com governo independente, ou seja, não eram vassalos do chefe-guerreiro. No período Mão-Negra houve algo que se poderia chamar de império durante os anos do pós-guerra de Draenor, tendo sido definidos limites territoriais para a Horda, uma capital militar ( a Cidadela( futuramente conhecida como Cidadela Fogo do Inferno)) e um centro burocrático ( o Templo Negro), posto que o corpo burocrático da velha Horda ( o Shadow Council) fosse uma organização extra-oficial. Como haviam marcantes diferenças culturais entre os clãs membros da Horda, também se poderia falar em império devido à abrangência de diversas culturas. Essa situação, porém, teve curta duração, então não nos interessa muito nesse tópico em particular. O objetivo de Thrall em fazer da Nova Horda um império se torna bastante claro no Chronicles 3: o xamã acreditava que caberia à sua Horda o dever de proteger as nações em situações de dificuldade no mundo, uma vez que os próprios orcs haviam passado por uma situação de severo enfraquecimento nos campos de concentração da Aliança de Lordaeron. Essa tendência se torna bastante nítida quando observamos os povos que entraram na Horda durante o período Thrall ou por sua influência: os Lança-Negra haviam tido seu líder morto pela bruxa do mar Zar’jira e seus murlocs, além de terem suas terras devastadas durante a guerra contra esse grupo e contra as forças de Kul’tiras. Os Tauren viviam um ciclo de guerras constantes contra os centauros desde a criação desse grupo por Theradrass e Zaetar cerca de mil anos antes. Os Forsaken se encontravam no meio de uma guerra entre o Flagelo e a Cruzada Escarlate, além de terem tido sua entrada na Aliança negada. Os Sin’dorei havia sofrido com a destruição de boa parte de seu reino durante a terceira guerra, bem como a crise de abstinência de magia causada pela destruição da Sunwell ( necessária devido à corrupção da fonte), e só recentemente começavam a se recuperar devido à escravização de M’uru e à drenagem de cristais vis e células de magia arcana. Os Taunka tiveram parte considerável de suas terras destruídas pelo Flagelo. Os goblins do cartel Barroquilha ( que entraram no período Garrosh, mas por influência de Thrall) tiveram sua cidade destruída durante o Cataclismo, e passaram por um período de escravidão sob o príncipe mercador Jastor Gallywix ( que foi forçado a abrir mão dessa escravização para se manter como líder do cartel uma vez que o último se tornou membro da Horda). As mais notáveis exceções são os clãs ogros que reataram com a Horda durante o período Thrall, uma vez que eles estavam relativamente bem em Kalimdor, mas o fato de que a beligerância da facção vermelha ter diminuído fez com que surgisse um interesse em retornar a ela e a tribo Revantusk, das terras agrestes, que se tornou aliada da Horda, mas não membra. Essa tendência já foi se alterando durante o período Garrosh, e essa alteração se manteve parcialmente durante o período Sylvannas: durante o período Garrosh foram alistados os goblins do cartel Barroquilha ( caso que foi explicado no parágrafo anterior), os ogros Duna-Malho, os pandarens Houjin da Ilha Errante ( cujo líder teve de passar por um teste de perícia em combate para que seu partido fosse aceito na Horda), os hozen da floresta e parte do partido Houjin de Pandaria ( esses grupos foram recrutados para fortalecer a presença militar da facção no continente de Pandaria). Já podemos ver uma tendência bastante militarista no recrutamento durante essa fase, tendência essa que se conserva durante o período Sylvannas, quando foram recrutados os High-Mountain e os Shal’dorei. Os High-Mountain foram recrutados depois da derrota de Uul’gyneth primariamente por sua força e experiência em áreas acidentadas, e os Shal’dorei foram recrutados por seus conhecimentos mágicos e interesse em conquista( cabe observar que os dois grupos tiveram seu recrutamento facilitado pela afinidade cultural respectivamente com os taurens de Kalimdor e com os Sin’dorei). Em BfA devemos ver a entrada dos Mag’har de Draenor e dos Zandalari, o que talvez indique um retorno à tendência durante o período Thrall, uma vez que ambos os grupos em questão estão passando por um período de grandes dificuldades( os Mag’har foram forçados a deixar seu mundo pelas forças de Yrel e os Zandalari estão em uma crise que se acentuou ainda mais com o Cataclismo e, mais recentemente, com a intentona de Zul e dos Trolls de Sangue ( articulada por G’huun)). Contudo, o caráter utilitarista( os Zandalari possuem uma frota naval que é bastante interessante no contexto da segunda guerra mundial contra a Aliança, e os Mag’har possuem guerreiros bem treinados e, provavelmente, também conhecimento para a produção de varias das máquinas de guerra anteriormente utilizadas pela Horda de Ferro) na entrada desses dois grupos também é bastante nítido, então é difícil dizer com certeza qual a tendência que prevalece… Em conclusão: a imperialismo da Nova Horda a levou ao gigantismo, e a guerra que virá em Battle for Azeroth, bem como o enfraquecimento dos valores tradicionais de honra e a, talvez, até mesmo disputas internas pelo controle da Azerita, podem levar a um grande enfraquecimento da facção, que poderia resultar na derrota da Horda em na segunda guerra mundial contra a Aliança. Por outro lado, se o governo for capaz de manter a unidade da facção e estabilizar as tensões internas que surgirão, ele pode ser capaz de triunfar sobre a Aliança ( menos organizada militarmente de maneira geral…) e retomar os territórios perdidos nos reinos do leste. Considerado que no WoW as duas facções devem manter sua existência e possuir um certo equilíbrio de poder por questões de game-play, o fim mais provável é que a Sylvannas consiga estabilizar a Horda, mas a entrada dos Light-Forged e dos Ren’dorei na Aliança ( bem como a dos Dark Irons, dependendo de como eles vão entrar na facção ( se será apenas uma disponibilização dos modelos dos Dark Iron, que já são membros da Aliança desde o Cataclismo, ou se Umbraforja será retomada e utilizada pela facção)) deve equilibrar as coisas militarmente e garantir um empate que termine em um equilíbrio do terror ( uma vez mais sugiro o tópico “tudo o que a Sylvannas está fazendo faz sentido”, do colega Akhinos). A quantidade de Azerita que cada facção conseguir obter e o avanço das pesquisas na utilização bélica desse minério por Horda e Aliança também devem influenciar muito nesse sentido. Outra possível consequência para a Horda é o afastamento de aliados como os RevanTusk e parte dos clãs orgros, uma vez esses se reaproximaram da Horda em parte devido às promessas de Thrall de trazer a facção a um caminho mais honrado e pacífico. Para uma análise mais aprofundada do poder bélico de cada uma das facções, sugiro os vídeos “How strong is the Allyance” e “How strong is the Horde” do canal Doronsmovies ( para quem entende bem inglês). Apêndices: Notas sobre a desastrosa marcha sobre a Costa Negra: combinando as descrições in-game com aquelas encontradas no conto “A Good War”, podemos destacar alguns pontos principais nas motivações do ataque e em seus objetivos: 1/Objetivos: -impedir a utilização da frota noctiélfica pela Aliança ( uma vez ela é a segunda maior frota da facção). -desfazer a principal rota de transporte de Azerita de Kalimdor às capitais da Aliança em Reinos do Leste. - causar uma crise política na Aliança por meio da tomada de Teldrassil e utilização dos civis locais como reféns. A war-chief imaginava que, com Teldrassil tomada, parte dos líderes da Aliança recearia em enviar tropas para retomá-la, temendo tornar-se vulneráveis a uma invasão da facção vermelha. Sylvannas cria que Greymane, em especial, se sentiria ultrajado pela possibilidade de que Teldrassil fosse retomada antes de Guilneas. Segundo o plano da Chefe-Guerreira, essas divisões causariam a eventual cisão da Aliança, permitindo que cada uma dos povos que pertenceram à facção azul fossem individualmente intimidadas a assinar acordos de paz com a Horda. Dentre os fatores que motivaram o ataque, podemos destacar: -Partida da frota noctiélfica para Silithus, o que enfraqueceria as defesas de Teldrassil. - crença por parte de Sylvannas de que os ódios entre os povos da Horda e da Aliança ( questões como os campos de concentração de orcs, a primeira e a segunda guerras, a guerra de Draenor, o não reconhecimento dos Forsaken como legítimos donos de Lordaeron por parte da Aliança, e invasão e destruição de Guilneas pela Horda, a expulsão da tribo Lança-Negra de suas ilhas…). - Crença por parte de Sylvannas na capacidade da Horda de derrotar a Aliança com a tomada de Teldrassil. Alguns pontos chave no plano de ataque da Horda eram: -invadir antes que a frota de Teldrassil fosse capaz de retornar, aproveitando-se da crença deles de que o exército da Horda se dirigia a Silithus também. -tomar Lor’danel e Teldrassil o quanto antes. - técnica de Blitzkrieg e uso de esquadrões da morte. -utilização principalmente da infantaria em detrimento da marinha ou da força aérea. -exército principal composto por brutos orcs, engenheiros de guerra goblins, máquinas de cerco, retalhadores, taurens montadores de kodos e alguns poucos assassinos Forsaken e campeões trolls. - Matar Malfuryon para destruir a moral das tropas Kaldorei. Tendo estabelecido esses pontos, podemos destacar alguns dos fatores que concorreram para o fracasso parcial da Horda: -desconhecimento do terreno por boa parte dos oficiais no comando do exército( notadamente Sylvannas, Nathanos e as Dark Rangers, que nunca haviam estado na região e tinham pouca ideia do que iriam enfrentar). - Uso de táticas de guerrilha pelas sentinelas. -Utilização de magias poderosas por parte de Malfuryon, a exemplo da convocação da barreira de Fogos-Fátuos e da utilização de magia solar para segar os exércitos da Horda e facilitar a defesa do bosque dos Anciantes. - erro de cálculo por parte das lideranças da Horda quanto à real distância que já havia sido percorrida pela frota novtiélfica ( eles se encontravam em Feralas, não havendo ainda chegado a Silithus, o que lhes permitiu um retorno mais rápido à costa negra). - Não utilização da frota ou da força aérea da Horda, que, posto que enfraquecidas pela batalha da Costa Partida, ainda poderiam ter sido úteis para aumentar a velocidade de avanço da Horda pelo norte de Kalimdor e permitido um ataque marinho. Em consequência desses fatores, a campanha da Horda sofreu consideráveis atrasos. Se in-game já foi uma semana, in-Lore provavelmente foi um tempo mais longo ( talvez de três semanas a um mês, mas não podemos afirmar nada…). Dentre os fatores que concorreram especificamente para a queima de Teldrassil, podemos citar: -o fracasso de Sylvannas em vencer Malfuryon, o que forçou a intervenção de Varok( que, ao desferir um golpe desonrado pelas costas do arqudruida, sofreu uma breve crise moral). -decisão de Sylvannas de deixar que Saurfang matasse Malfuryon como uma prova de lealdade ( estratégia que já havia falhado antes quando Varimathras apenas fingiu matar Balnazzar, o que causou problemas para os Forsaken ao longo dos anos seguintes), algo que perceptivelmente não funcionaria, devido ao estado emocionante afetado no qual o orc se encontrava. Além desses fatores principais, também cabe ressaltar que Sylvannas se sentiu desafiada quando a moribunda capitã Delaryn alegou que a Rainha Banshee nunca seria capaz de matar a esperança. Cabe ainda ressaltar que o objetivo último do ataque ( causar uma crise política na Aliança) já estava fadado ao fracasso desde o começo, uma vez que já havia uma concordância entre as lideranças da Aliança ( entre elas o próprio Greymane ) sobre a necessidade de que Teldrassil fosse retomada da Horda( eles já imaginavam que sua tomada pelos vermelhos era inevitável…). Apesar de ter passado muito longe do sucesso planejado, o ataque ao menos colocou a Aliança em um estado de raiva, o os tornaria sucetíveis a armadilhas( como a própria Batalha de Lordaeron, ocorrida na sequência ( uma tentativa de retaliação por parte da Aliança…)). Isso segundo a própria Sylvannas. Muito obrigado a todos os que leram até aqui. Sei que o texto ficou muito longo, mas creio que tenho sido necessário para propiciar uma visão geral do contexto atual da Horda, das origens desse contexto, da evolução da facção ao longo do tempo, de suas principais regras e dos problemas que ela deve enfrentar em BfA.Fasttloc3 14 ago
9 ago População de Altaforja Olá todos venho aqui pois tenho uma duvida sobre a lore. li por ai que existe população de humanos e draeneis em Altaforja e gostaria de saber se isso é verdade e se sim gostaria de saber os motivos dessas raças estarem em Altaforja.Baldern1 9 ago
8 ago Todos os Filmes da Lore de World of Warcraft. Saudações Azerothianos e Azerothianas Para os que não me conhecem, sou o Andro do Canal GUILDA HEROES no Youtube Apresentando meu +1 projeto que ja é realidade, mas tem continuação. [Filmes da Historia de World of Warcraft] Muita gente ainda não conhece toda a historia, e outros acabaram de chegar ao universo Warcraft, então nada melhor que ter onde encontrar toda a Historia ate aqui em forma de Filmes que você pode assistir naquele fim de semana, Folga, Dia Livre ou depois daquele trabalho ou estudo cansativo pra ti levar a outro mundo Um mundo chamado Azeroth, onde você pode ser um dos Herois dessa Historia Epica que encanta e motiva todos nós a lutarmos pela Aliança ou pela Horda! Abaixo segue os Links dos Filmes individuais ou por expansão em ordem cronológica para melhor compreensão e aproveitamento: 1º - Warcraft - O Filme da Historia: Obs: Aqui nao é o filme nao ta, e a historia que se passa no Game Warcraft LINK: https://goo.gl/JDvtU9 2º - World of Warcraft: Classico/Vanilla LINK: https://goo.gl/NAEM61 3º - World of Warcraft: The Burning Crusader LINK: https://goo.gl/X2Np7f 4º - World of Warcraft: Wrath Of The Lich King LINK: https://goo.gl/w5KjiU 5º - World of Warcraft: Cataclysm LINK: https://goo.gl/NbhAFu 6º - World of Warcraft: Mists of Pandaria LINK: https://goo.gl/55DM1M 7º - World of Warcraft: Warlords of Draenor LINK: https://goo.gl/4J8QSs 8º - World of Warcraft: Legion LINK: https://goo.gl/3avfae Mas pra você que pretende fazer aquela Maratona de Filmes/Lore Aqui a Playlist [World of Warcraft: Todos os Filmes]: https://goo.gl/PV67zy A medida que novos Filmes forem lançados, atualizarei esse tópico. No mais, MUITO OBRIGADO a todos que acompanham nosso trabalho O qual fazemos com muito amor e dedicação para ser o Melhor. #GuildaHeroes #WoWFilmes #ForAzerothAndro0 8 ago
6 ago A Chefe Guerreira e os Loas Depois do lançamento do novo Warbringers: Sylvanas, eu fiquei bastante pasmo por saber que a queima de Teldrassil na verdade, foi orquestrada pela nossa atual Chefe Guerreira da Horda. No entanto se de um lado eu fiquei bastante perplexo com a situação, por outro lado eu fiquei bastante em dúvida sobre o futuro da Lore e do mundo de Azeroth. Na última expansão, nós presenciamos a morte do nosso antigo Chefe Guerreiro, o Vol'jin, que, momentos antes da sua morte, nomeou a Sylvanas como a nova Chefe Guerreira da Horda. Mas convenhamos, quem conhece a história do Vol'jin, sabe que ele não é burro de confiar um "cargo" de extrema importância a alguém que ele nem mesmo confiava (vide a cinematic que ele diz nunca ter confiado na Sylvanas). Por outro lado, quem acompanhou os acontecimentos do MoP, sabe que o Baine e o Thrall sempre estiveram ao lado do Vol'jin nos momentos que ele precisava, inclusive quando ele foi esfaqueado no pescoço e quase morreu. De uma forma, lógica, os únicos que realmente o Vol'jin confiava nos momentos difíceis antes de sua morte, era o Baine e o Thrall. O Thrall muito provavelmente não se tornaria Chefe Guerreiro novamente, pois ele dedicava a maior parte do seu tempo durante o Legion, junto com a Harmonia Telúrica, no Maelstrom. O Baine sim poderia se tornar um grande Chefe Guerreiro pela sua visão, sua coragem, etc. E que apesar de ser um pouco parecido com o Anduin no sentido de ter perdido o pai e ficado a mercê dos acontecimentos, ele teve um coração bem forte e não deixou as adversidades atrapalharem ele. Não poderíamos descartar a possibilidade do Saurfang também se tornar o Chefe Guerreiro, mas isso, vocês já estão carecas de ouvir. Mas por que a Sylvanas? Momentos antes da morte do Vol'jin ele mesmo afirma que os espíritos Loas sussurram um nome... Vamos supor que este nome é realmente da Sylvanas. Os Loas são entidades que os trolls veneram, eles praticamente fazem o que fazem pela sua devoção aos Loas. Com os lançanegra isso não seria diferente... No entanto, os lançanegra não veneram qualquer Loa, assim como as outras tribos também não veneram Loas alheios. Um dos Loas que o Vol'jin venerava era o Loa da Morte Bwonsamdi e inclusive o Loa considerava o líder dos lançanegra como um de seus preferidos. Vamos supor que Bwonsamdi foi o Loa que conversou com Vol'jin no momento de sua morte. Por que que Bwonsamdi, o Loa da Morte, escolheria a Sylvanas como a Chefe Guerreira, sendo que, tecnicamente eles são inimigos? Bwonsamdi cuida das almas dos falecidos, a Sylvanas pretende trazer de volta a vida dos falecidos a partir de magias necromânticas para servir seu objetivo, o que vai contra todo o propósito da morte. Será que o Loa acreditava que a guerra era necessária para alguma coisa que o assolava e por isso ele teve de confiar no único líder da Horda que pudesse desencadear uma guerra? Porque vejamos; o Baine é mais diplomático que guerreiro, ele com certeza não iniciaria uma guerra; o Lorde Regente Lor'Themar se preocupa demais com a segurança dos sin'dorei, iniciar uma guerra seria colocar o que restou de Silvermoon em jogo, completamente inviável. O Saurfang vamos colocar dessa forma, Orgrimmar foi muito prejudicada durante o cerco lá no MoP, ele foi contra os ideais do Garrosh e inclusive perdeu seu próprio exército para ele. Ele se preocupa com o futuro dos Orcs e provavelmente não gostaria de ver esse futuro se perder. O Gallywix iniciaria sim uma guerra, mas o lado que pagasse mais a ele, já seria o suficiente para pará-lo. A única que realmente iniciaria uma guerra por causa de seus propósitos é a Sylvanas. Os Loas, inclusive Bwonsamdi tiveram que confiar o título de Chefe Guerreira a ela, pois saberiam que ela iniciaria esta guerra. Mas o que mais me deixa desnorteado é, por que os loas precisam da guerra? Nós sabemos que agora nós teremos acesso a Kul'Tiras e Zandalar, algo que não faria o menor sentido se a guerra nunca tivesse começado, pois ambos os lados necessitam das frotas navais das duas facções para subjugarem o outro. Será que os loas sabiam que nós, mortais, travaríamos uma guerra e isso nos levaria até as ilhas, nos juntarmos com as facções de lá para enfrentarmos algo que eles temem tanto? E por isso eles tiveram que confiar o cargo de Chefe Guerreira a Sylvanas, apesar de todos os defeitos dela? E nós já sabemos que o Void vê a Sylvanas como serva do verdadeiro inimigo. Quem já chegou a dar uma folhada no primeiro volume das Crônicas sabe que o Caos é o plano cósmico da onde os Old Gods se originaram, e os Senhores do Caos (ou Void Lords) tem um único objetivo, que é devorar toda a existência, mas para este feito, eles precisam de alguns periféricos para ajudar-los no seu objetivo caótico. Grosso modo é ai que surgem os Old Gods. E como vocês já devem ter ouvido, um dos Old Gods que enfrentamos durante o jogo, o Yogg-Saron afirma que até a própria morte pode morrer, ao qual eu acredito que seja algo relacionado a depois de devorar toda a existência o Caos também irá se consumir. Ou seja, o Caos com o objetivo destrutivo pode enxergar a Sylvanas como aquela que vai contra seu propósito de consumir todas as coisas existentes, mas isso é só suposição minha... EDIT: Como nosso amigo Fasttloc complementou, durante os acontecimentos de "Sombras da Horda" o Loa aranha Shadra aparece em um sonho do Vol'jin para lhe dar uma mensagem logo após a traição do Garrosh. Considerando que Shadra pode ser um dos Loas que conversou com Vol'jin em seu leito de morte, por que ela escolheria a Sylvannas como a Chefe Guerreira da Horda? Quem realizou as missões nas Terras Agrestes antes e depois do Cataclismo sabe que a Rainha Peçonhenta e os Renegados tem uma relação, vamos colocar dessa forma. Durante a linha de quests do Vanilla que você realiza com os Renegados, os apotecários dizem precisar de uma espécie de veneno e sabem que a tribo amani Cascasseca (Whiterbark) que vivem naquele lugar utilizam um veneno poderoso em seus rituais. Este veneno é o veneno do próprio Loa Shadra. Eles pedem a você para coletar o veneno para suas pesquisas. Depois de "matar" o Loa e coletar seu veneno, as amostras retornam aos apotecários e eles levam diretamente o veneno para Undercity a fim de realizar suas pesquisas. A missão do Cataclismo é um pouco difícil de compreender já que os Renegados e os Wildhammer tem papel importante ai. Os renegados voltam as Terras Agrestes para coletar mais das amostras do veneno e pede a você ajudar-lhes na missão. Os apotecários, no entanto, dizem ser péssimos com esses rituais de invocação trolls, mas dizem saber como realizar invocações sombrias e para isso eles precisam de pedaços do corpo de Shadra que remanescem nas tribos amanis para traze-la de volta ao plano físico. Depois de coletar as partes necessárias para a invocação, Shadra é trazida de volta ao plano físico e é novamente morta e seu veneno coletado. Os Wildhammer, por outro lado, pretendem conquistar as Terras Agrestes a partir de Jintha'alor, mas acreditam que só conquistar a cidade não será o suficiente, para isso, eles precisam matar com a Rainha Peçonhenta para impedir os trolls de realizarem seus rituais e enfraquecê-los. Então eles vão atrás dos artefatos de invocação (as mesmas partes do corpo de Shadra) para trazê-la ao plano físico para matá-la de uma vez por todas. Isso pode levar-nos a entender que os Renegados tiveram relação com a morte de um Loa duas vezes, a fim de apenas coletar seu veneno, algo que na minha opinião o enfureceria. Por que Shadra confiaria da líder dos Renegados, sendo que os mesmos só a utilizaram como um reagente de poções ou coisas parecidas? Nessa parte, não consegui compreender qual a relação dos Renegados e dos Wildhammer na morte de Shadra, mas de qualquer modo, podemos identificar que os Renegados estão relacionados com isso. EDIT2: Shadra assim como Bwonsamdi, são Loas que irão aparecer em BfA e terão papel importantíssimo na história de Zandalar. As fontes em que pesquisei diziam que Shadra várias vezes era mantida como prisioneira, e os rituais realizados em seu nome com seu próprio veneno era feito contra a sua vontade, eu não sei se realmente procede essa informação, então se eu me equivoquei aqui, me corrijamZulakza21 6 ago
30 jul [BFA-LORE] HORDA vs ALIANÇA Para quem está jogando o beta e já upou um personagem para o nível 120 em cada facção, qual lore está melhor até agora?Soneca4 30 jul
24 jul Portais do Caos (void) Estava upando meu Void elf quando me veio a seguinte duvida: Os void elfs, em lore, podem criar portais do Void onde podem ir até mundos Caóticos e também se transportar de um lugar a outro (Alleria fez isso para sair de SW e encontrar suas irmãs). Minha duvida é: Essa habilidade é exclusiva aos Void Elfs? Ou é possível que outros usuários do Void possam também criar portais dessa maneira?Ghateros1 24 jul
22 jul Duvida sobre D'jinn Estava olhando algumas coisas no wow, e descobri que tem dois NPC D'jinn no jogo: A homenagem a Robbie Willians , e um NPC chamado "Genio Livre". Queria saber se o WoW tem alguma lore a respeito aos D'jinn.Alludran1 22 jul
20 jul TEORIA - A "estranha" captura de Saurfang Mesmo quem não teve acesso ao Beta ainda já deve ter visto ao menos uma parte do que se desenrola na luta da Aliança e da Horda por Lordaeron. No fim, a Cidade Baixa é evacuada e se torna uma região mortal, dominada pela praga, impossível de manter e conter qualquer resquício de vida (ou "não-vida"). Mas a parte mais dramática p/ quem é da Horda é a divergência entre Sylvannas e Saurfang, quando ela, finalmente, decide usar a Praga como arma contra os exércitos de Anduin. Num dado momento o velho orc desaparece, voltando a aparecer apenas no momento em que enfrenta sozinho os heróis da Aliança, sendo, finalmente, capturado. Antes de avançar p/ minha teoria, queria apenas explanar algumas das minhas impressões sobre o que antecede esse fato: 1 - a liderança da Sylvannas é perfeita: ela conseguiu reverter toda uma situação de desvantagem p/ a Horda na batalha e só não conseguiu vencer pela interferência de sua irmã - Alleria - e seus Void Elfs. Anduin, até aquele momento, batia cabeça, disposto a sacrificar tudo, sem pensar em como conseguiria, realmente, se livrar da armadilha que a Rainha Banshee lhe impusera.; 2 - em poucos momentos se viu a Horda tão unidas, em termos de atuação. Lothermar, Sylvannas, Baine e Saurfang desempenham uma fantástica interação na batalha e, exatamente por isso, acaba ficando estranho o desfecho de Saurfang se voltando contra a Chefe Guerreira; 3 - no meio da batalha Saurfang some, e, como já mencionei, volta apenas p/ confrontar, sozinho, os heróis da Aliança. Claro... antes ele tenta confrontar Sylvannas e leva uma carraspana da Senhora dos Renegados. Aí é onde vai minha teoria: será que a captura de Saurfang não passou de um "jogo de cena"? Uma forma de Sylvannas infiltrar na capital da Aliança um de seus principais agentes, uma vez que ela - e talvez só ela - saiba que algo de estranho está acontecendo no reino de Ventobravo? Passada essa missão da batalha por Lordaeron - e lá vem SPOILER - os jogadores são chamados a fazer uma missão de resgate em Ventobravo. O alvo é a princesa dos Zandalari, aprisionada pelos Humanos ao tentar fazer contato com a Horda. Nessa missão chegamos a entrar na cela de Saurfang, mas ele se recusa a fugir. Fica no ar a pergunta: será que ele está ali por um motivo maior do quê aparenta? Não sabemos bem o que aconteceu em relação ao ataque e à queima de Nordrassil... A Blizzard, aliás, dentre todas as coisas que já divulgou, vem mantendo em segredo exatamente essa parte relevante da lore. Será que realmente foi a Horda quem atacou primeiro? Será que Sylvannas sabe de algo mais do que aquilo que todos nós estamos sendo levados a pensar? E Saurfang...?Valerik5 20 jul
18 jul Dúvida sobre a Lore de BfA Gente, me tirem uma dúvida.. não acompanho sites de conteúdo tipo wowhead então as poucas cinemáticas que ví foram as que postaram aqui no fórum mesmo sobre os acontecimentos de BfA. Uma das coisas que mais me chamou atenção foi o fato de no início das especulações sobre a próxima expansão, tinha surgido um boato que a queima da teldrassil >PODERIA< ter sido forçada/armada pelo Genn ou outro extremista da ally para a guerra estourar.. Isto já foi CLARAMENTE refutado nos acontecimentos de BfA? Não vi mais ninguém cogitando essa possibilidade.. e até eu achei que seria uma linha interessante.Salmonela9 18 jul
16 jul O espectro de Deathwing. Olá, essa é parte de uma teoria na qual venho trabalhando sobre o futuro do WoW. É meio maluca, e não acho que vá se concretizar, mas , aqui vai: Introdução: na minha opinião, a morte do Deathwing não convenceu muito, sendo que ele mal morre, já começa o vídeo de encerramento da expansão. Não lembro se ele fala algo antes de morrer ou não, mas se fala, foi algo fraco. Claro, que não é todo mundo que pode ter uma morte como a da Y'sera, mas as mortes do Malygos e do Murozond também foram mais convincentes , e com frases finais mais interessantes . O negócio é que o Deathwing era um dos vilões mais antigos do Warcraft, mas a Blizz falhou miseravelmente em trazê-lo para o WoW, ao ponto de que ele virou um personagem secundário na própria expansão.Detalhe é que, em todas as raids que tiveram vídeo de encerramento, Dragon-soul foi a única na qual o boss final da raid não apareceu no vídeo. Eu acho que seria interessante se eles fossem capazes de trazer o Neotharion de alguma forma interessante no Legion, para que os jogadores que entraram do war3 para a frente tivessem mais interesse e respeito por esse pioneiro dos vilões da Blizz( da época em que a lore dos jogos Warcraft ainda era contada só nos livros). Ponto de partida: a primeira vez que a possibilidade de o Deathwing não estar totalmente morto me veio à mente, foi no vídeo final de Dragon-soul, quando o Thrall diz" será mesmo que esse é o fim?", como se não tivesse certeza da morte do aspecto da morte. Porém, até Legion, não via como encaixar ele no enredo. O Espectro: está claro que não á meio de o corpo do demônio dragoniano voltar à vida, visto que esse foi quase totalmente destruído, o pouco que sobrou foi exposto em Orgrimar e Stormwind. Porém, muitos se esquecem que, após começar a usar o poder do void ( concedido a ele pelos old-gods), Deathwing estudou técnicas avançadas de necromancia, que utilizou para ressuscitar Sinestra e Nefarian. Como todos sabem, necromantes poderosos( os assim chamados Lichs), são capazes de víncular suas almas aos " relicários"( se me lembro corretamente, esse é o nome), mantendo-se ligados ao mundo mortal, mesmo após a morte. Neotharion seria capaz de fazer tal magia necrótica. Por que Deathwing teria um relicário? O Neotharion passou milênios planejando a sua vingança contra os titãs , pensando em todos os jeitos possíveis de causar a hora do crepúsculo, e , inclusive, em o que fazer se ficasse claro que os old-gods iam fracassar. Enganou e manipulou inúmeras pessoas, ao ponto que só não é chamado de " o enganador", por que o Kil'jaeden já tem esse título. A maior parte dos planos de dominação mundial e retorno do império negro foram elaborados por ele ( os deuses antigos preferiam corromper outros para planejar por eles , só planejando diretamente suas fugas das prisões) . Eu acho difícil de acreditar que ele não consideraria a possibilidade de ser derrotado. Sim, ele planejava morrer ( inclusive, em um dos futuros alternativos no qual vence, ordena a Cromatus que o mate.), mas só depois da vitória assegurada. Faz sentido que ele tivesse alguma carta na manga, caso fosse morto sem alcançar seu objetivo: é aí que o relicário entra. Como ele apareceria em Legion? Assumindo que ele é um espectro vinculado a seu relicário agora, não seria estranho que ele tentasse obter um corpo, para depois libertar N'zoth. Como Il'gynoth nos disse , o " senhor dos corvos " vai usar os pilares da criação para " abrir o caminho do mestre ". Assumem que o " senhor dos corvos ", seria o Odyn ou o Hadgar. Apesar de o Odyn ser um personagem controverso, não acho que ele esteja trabalhando para o N'zoth, e , no caso do Hadgar, ainda menos. Faria todo o sentido, partindo dessa teoria, que o Deathwing possuísse esse " senhor dos corvos ", usasse sua posição nos exércitos da queda da Legião para chegar aos pilares, e os utilizasse para libertar seu aliado de longa data, o temível N'zoth. Obrigado pela atenção.Fasttloc20 16 jul
15 jul Triumvirate vs Stormrage Em uma briga entre os membros do Triumvirate(Velen, Kil'Jaeden e Arquimonde) vs Illidan, Malfurion e Tyrande, qual time levaria a melhor?Zolddyck5 15 jul
14 jul Ner'zul e Frostmourne Pelo que eu entendi, no livro Rise of the horde, o Ner'zul não foi um orc, tão ruim, apenas um orc. Bom eu terminei a quest da shadowmourne essa semana, ai quando fui pegar minhas recompensas, o povo sempre falava do Arthas, como ele era bom, se ele não tivesse achado a Runeblade, e blabla. O Kil'jaeden o aprisinou no Helm of domination, até ai tudo bem, mas o principal culpado do Arthas ter sucumbido ao lado escuro, foi a Frostmourne. Até quando o Arthas achou a Frostmoune, ele não tinha poder algum, era apenas um humano, todo o poder dele vinha da espada. Então fica as perguntas, em qual momento da história fala sobre a criação dessa Runeblade? Quem a criou? Em qual livro/mangá/hq mostra essa criação? E como que ela foi parar em Azeroth? Como que alguém ao empunha-la receberia sussurros de Ner'zul e não dos Dreadlords ou do próprio Kil'jaeden? Como Ner'zul aprendeu tanta necromancia, mesmo estando aprisionado a a pouco tempo no Frozen throne? Se alguém poder me ajudar com essas duvidas ^^ Edit: Eu acho engraçado que mesmo antes do Arthas quebrar o trono de gelo, ele ja usava a armadura do lich king, faltava apenas o capacete %*%!#%#Palasmusashi15 14 jul
12 jul Lore, Legion É só comigo, ou o conteúdo de Ashenvale, Stonelation Mountains e The barrens tem é mais interessante que todo progresso de leveling de Legion???? Percebi isso upando um Night Elf.Damor1 12 jul
9 jul Cavaleiros da Morte e Renegados Olá, pessoal do Fórum! (: Tenho uma séria dúvida em relação aos "sentimentos" dos cavaleiros da morte e dos renegados. Nos dois casos, eles conseguem ter sentimentos? Fúria, ódio, são coisas que você pode até ver que eles tem. Mas e os "bons" sentimentos? Estou perguntando aqui sobre os casos separados de Cavaleiros da Morte e de Renegados, não dos dois juntos.Isn23 9 jul
7 jul Influencias woodstock no personagem Bem, eu vou interpretar o famoso hippie woodstock, um personagem que adora viajar, descobrir o universo, entender a natureza, se conectar com energias místicas e lisergia, mergulhar nas drogas é claro. Me inspiro na cultura woodstock, beatles, e total em Alan Moore, com uma pegada de rick sanchez, entender o universo e viajar nele (em todos sentidos) porem nao sei se dou vida a essa idéia com um mago ou um xamã. Um mago é perfeito mas magos me parecem muito cdfs que passam o dia trancafiado lendo livros, lgc que meu personagem gosta de estudar o universo mas ele tem seu lado rock progressivo e bon vivant, alguem ajuda ai?Alonok5 7 jul
26 jun Livro: Illidan - William King Boa noite a todos! Comecei a ler os livros traduzidos que foram baseados na história do jogo. No momento estou lendo os da Christie Golden (marés da guerra). Pesquisando para comprar o "sombras da horda" e "crimes de guerra", sem querer encontrei esse livro escrito por William King, com o título "ILLIDAN". Eu vi que o livro foi publicado em 2016. De que época esse livro do William King se trata? (considerando a ordem cronológica do jogo). Fala da vida dele em Terralém, na primeira expansão, ou já traz a história da expansão legion ? Gostaria de saber para poder fazer uma leitura cronológica dos livros.Finisherz2 26 jun
19 jun Classes e suas areas do conhecimento Eu to muito a fim de interpretar uma classe que represente algo mais filosófico, mais da área de humanas, vou explicar... Os magos são como cientistas da natureza e das exatas, é nítido isso, e eu procuro algo parecido, uma classe mais esotérica que envolva bastante filosofia, já pensei em druida,priest, xamã, bruxo(será?) Ajudem aiGamoki9 19 jun
14 jun O Diário do Arquimago Antônidas Amigos. Este livro escrito pelo arquimago Antônidas pode ser encontrado no lugar de algum outro livro que faz parte da conquista "Letrado nas Artes Arcanas". Nele Antônidas descreve sua preocupação quanto ao uso desregrado de magia e do aparecimento dos primeiros focos da peste que assolava Lordaeron. Por sua análise percebemos o porquê de a princípio os mortos-vivos serem somente da raça humana. Este escrito de Antônidas demonstra claramente como o mago estudioso e dedicado lida com a magia, mais se parecendo com um filósofo; dedicando o seu tempo a debruçar sobre as dúvidas e indagações acerca do mundo e dos mistérios que o rodeiam. O arquimago Antônidas foi um dos que mais buscaram compreender os mistérios do planeta e que mais escreveu a fim de transmitir seu conhecimento para as futuras gerações. Eis a transcrição do conteúdo do livro: ...Étel7 14 jun
13 jun Os Correventos Olá, tava observando dentro do jogo a Lore das irmãs Correventos Alleria, Sylvanna e Vereesa e tem umas coisas bem interessantes nela. A Alleria, que é a mais velha, heroína da aliança e inspiração das irmãs sumiu em terralém, até ai beleza... Só que houve uma separação em seguida: após sua morte, Sylvanna se tornou a rainha dos renegados e começou a servir à Horda, já a Vereesa se tornou a general patrulheira do pacto de prata, servindo à Aliança desde então. O curioso é que isso mostra que houve mesmo uma divisão entre elfos que se auto intitulam sangrentos e os que se auto intitulam superiores. Quando fazemos as missões na ilha do trovão ou em Dalaran dá pra ver que todos soldados do pacto de prata da aliança são, também, elfos como os elfos sangrentos. Quer dizer que os poucos elfos superiores ainda servem à Aliança? E como será que é a relação entre Sylvanna e Vereesa? Será que elas ainda não se encontraram depois das grandes mudanças, ou será que elas se odeiam hoje? Elas também tinham um irmão mais novo, mas não tenho idéia do nome e nem de onde ele tá... :DAeden162 13 jun
12 jun Magos escravizam elementais? Bal'a dash, malanore! Os Elementais da Água que os magos utilizam, são constructos conjurados ou elementais escravizados?Sylfaen5 12 jun
5 jun Possíveis raças aliadas. A proposta deste tópico é que cada participante proponha uma possível raça aliada e exponha os motivos pelos quais ela poderia se juntar a uma das facções, bem como possíveis classes e motivos que poderiam impedir sua entrada. A raça sobre a qual dissertarei são os Satyr. Legion: por dez mil anos os Satyr lutaram uma guerra fria contra os night elves( em alguns momentos, como a guerra dos Satyr, eles representaram uma ameaça gigantesca). Porém, as coisas mudaram com a morte de Sargeras. A grande expectativa dos Satyr sempre foi que o titã sombrio retornaria e lhes recompensaria por seus esforços. Agora, esse titã está aprisionado. Durante a terceira invasão, os demônios que ressuscitaram Xavios ( dentre os quais, Gravax, o profanador) também libertaram da estase subterrânea vários Satyr criminosos de guerra da guerra dos Anciãos. Mas, no fim, eles foram derrotados . Esse foi um golpe duro ao orgulho dos Sátiros. É possível que, depois dessas derrotas terminadoras, os líderes Satyr remanescentes estejam dispostos a se render e implorar aos night elves por um lugar em sua sociedade. Possíveis classes: warrior e Hunter são classes bastante abertas, e já vimos diversos Satyr pertencentes a elas. Death Knight não é inviável, visto que haviam Satyr em Nortundria, e é possível que Arthas houvesse encontrado alguns Satyr poderosos para servi-lo forçosamente. Os Satyr são conhecidos por seus warlocks e rogues. O contato com os night elves também poderia abrir espaço para Satyr druidas e priests, se eles se tornarem jogáveis. Alternativamente: os Satyr poderiam se tornar jogáveis como night elves warlocks ( visto que todos os Satyr são warlocks até certo ponto). Eles passariam por um ritual semelhante ao que purificou Driana, reassumindo suas formas noctiélficas. Essa possibilidade é mais distante , porém, visto que a maioria dos Satyr são orgulhosos de seus poderes e aparências demoníacas, bem como da herança como membros da antiga Legião. Empecilhos: para poder dissertar sobre essa parte com mais propriedade, me consultei com a colega Hyalin. O principal ponto é que os Satyr e os nelfs tem milênios de sangue entre si. É muito difícil que os Satyr, mesmo no desespero, se ajoelhem perante as autoridades noctiélficas ( como a Hyalin exemplificou, provavelmente vai bater palmas para a queima de Teldrazil.). É igualmente difícil que os night elves aceitem aqueles que consideram como os piores dos hereges de volta em sua sociedade( aceitaram os worgens e os highbornes, mas os wargens eram guineanos, e não os crminosos originais, e os highbornes eram poucos e estavam a milênios sem causar problemas ( ao menos, os highbornes que fora aceitos)). Os Satyr cometeram crimes terríveis e representam tudo o que os nelfs odeiam e desprezam. Os night elves passaram anos cassando os Satyr como animais. O perdão é difícil para os dois lados. E então, qual raça aliada vocês acham que poderemos ver no futuro, e por que.Fasttloc22 5 jun