Guia básico para Roleplay - (em construção)

Taverna do Fim do Mundo
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Uma dúvida.
Seria mesmo o RP limitado somente pela imaginação do RPer ou limitado ao jogo em si? Ao que todos sabem, o jogador pode inventar uma lore própria, desde que não seja absurda ao jogo, certo? Então o que sobra é a imaginação que o define e o sistema do jogo que o circunda, certo? Se o jogador tem uma lore própria, porque não deixá-lo seguir, no caso do druida mal, seus próprios "objetivos"? E outra coisa, acho que a maior falha no RP tá que o limite de criatividade de um não esbarra no sistema, esbarra na criatividade do outro. E também, que se você for seguir uma história muuito profunda, você acaba vendo que não tem mais como jogar no teu personagem, senão teria que fazer um jogo só pra você, certo? Imagina que toda vez que você quer interpretar um personagem que faz mais coisas além do "defender os indefesor" e o "fazer o que é certo" você esbarra do próprio problema do jogo ser uma engine feita pra muitas pessoas, as quais mais da metade não estão interessadas em RP? É o que eu digo, tu esbarra nos outros. Fora isso, acho uma bela "expansão inoficial" de qualquer MMO ser um RPer. Eu mesmo queria fazer um char de RP. Mas acho que só vou conseguir fazer isso depois que eu parar de me enervar com os problemas citados acima. rs
Tópico Show A Blizzard, até agora tem em atendido muito bem até antes mesmo, de vir ao Brasil sempre fui muito bem atendido !
Onde o jogo falha, a sua imaginação é que vai além...
Olá Roleplayers, sou um jogador fanático por RP e estou interessado em formar um grupo, futuramente uma guilda voltada só para isso no servidor em que jogo: Nemesis. Algum interessado? Facção indefinida
Uma dúvida.
Seria mesmo o RP limitado somente pela imaginação do RPer ou limitado ao jogo em si? Ao que todos sabem, o jogador pode inventar uma lore própria, desde que não seja absurda ao jogo, certo? Então o que sobra é a imaginação que o define e o sistema do jogo que o circunda, certo? Se o jogador tem uma lore própria, porque não deixá-lo seguir, no caso do druida mal, seus próprios "objetivos"? E outra coisa, acho que a maior falha no RP tá que o limite de criatividade de um não esbarra no sistema, esbarra na criatividade do outro. E também, que se você for seguir uma história muuito profunda, você acaba vendo que não tem mais como jogar no teu personagem, senão teria que fazer um jogo só pra você, certo? Imagina que toda vez que você quer interpretar um personagem que faz mais coisas além do "defender os indefesor" e o "fazer o que é certo" você esbarra do próprio problema do jogo ser uma engine feita pra muitas pessoas, as quais mais da metade não estão interessadas em RP? É o que eu digo, tu esbarra nos outros. Fora isso, acho uma bela "expansão inoficial" de qualquer MMO ser um RPer. Eu mesmo queria fazer um char de RP. Mas acho que só vou conseguir fazer isso depois que eu parar de me enervar com os problemas citados acima. rs


O RP é limitado à imaginação do jogador. O sistema serve só como base pra evitar absurdos, como você mesmo disse, personagens que ficam "únicos" demais deveriam existir em jogos próprios, não em um sistema. Sobre as limitações da engine do game, você precisa entender que, em um MMORPG, a maioria dela precisa ser ignorada. O que quero dizer é, alguém pode ter matado o Hogger trocentas vezes em Stockade, mas isso NÃO significa que o Hogger tá sempre voltando do além túmulo. Significa que a pessoa enfrentou o Hogger uma vez, deu cabo no desgraçado e pronto. Aí o caso do "druida do mal", isso esbarra no sistema. A pessoa pode jogar com isso? Tecnicamente pode, que siga seus objetivos, mas estará interpretando uma personagem anti-RP, e qual é o sentido de ser anti-RP se quer jogar RP? É nonsense. Aceitar uma personagem anti-RP no grupo depende muito de quem está conduzindo a partida, mas eu particularmente falando se visse um "druida malvado" me recusaria a jogar com ele. Qual o problema de fazer um druida neutro, já que o cara não quer ser bom? É a exata mesma coisa que querer interpretar um Shadowpriest bonzinho. Ele não precisa ser mau. Mas bom!? Spriest ataca causando dor MENTAL, ele é sadomasoquista (enquanto masochism for talento...) desde quando um personagem bom faria isso?

Eu aprendi a ignorar engine no próprio D&D, porque as regras são muitas vezes limitantes demais. Esbarrar nos outros é uma questão de convivência, believe me. Prefiro jogar RP assim do que ficar me estressando porque o jogo online (como você disse, feito pra um monte de gente) não tem um suporte mecânico pro RP. Se roleplay é uma questão de imaginação, adaptar a mecânica do jogo é outra questão que demanda até mais imaginação. No mais, pretendo terminar de expandir o tópico, é pq tá realmente complicado essa porcaria de primeiro período de faculdade -.-"
@Althaea Eu adoro RP, mas além de tempo, me faltam companheiros para jogar no estilo.
@Akkahay
Aceito sua ajuda D:
Hmm... teu char era do Eldre'thalas quando você fez a postagem. A situação persiste?


Sim, persiste. Mas se quiser, posso ajudar nisso pois eu jogo RPG tem mais de 10 anos e já lidei com essa situação mais de uma dezena de vezes. Chega a ser engraçado.

Um abraço
Eu vejo de outra forma.

Eu acredito que jogar RP no WoW e um pouco diferente de jogar um RPG de mesa, e essa diferenca deve ser levada em conta.

Em primeiro lugar, deve-se SEMPRE seguir a lore "oficial" para que se possa estar jogando "no mesmo mundo" que as demais pessoas. Caso voce queira usar do WoW para jogar sozinho ou com um grupo fechado, voce pode alterar a Lore como bem entender, mas se tem a intencao de interagir com outras pessoas e preciso que ambos estejam "no mesmo cenario".

Outra coisa sao as limitacoes do sisteme. Voce deve considerar as limitacoes DO SISTEMA ate certo nivel. Por exemplo, voce pode muito bem querer ser um mago/guerreiro, mas nao vai conseguir usar armaduras de malha e conjurar magias arcanas, entao por que tentar fazer um personagem assim? Considere as limitacoes no sistema para criar um personagem que nao seja impossivel de se interpretar. Um bruxo/ladino ja e algo que e possivel interpretar, basta fazer seu personagem na classe bruxo e utilizar uma adaga como arma.

Quanto ao exemplo dado do Hogger, ha um problema serio ai para os RP'iers: Voce entrou no Carcere e matou o maldito gnoll com um grupo da sua guilda. Entao voce esta conversando com alguem e ele comenta ter matado o Hogger, mas voce se lembra claramente que ele nao estava la, o que fazer? A unica solucao e tentar contornar a situacao, ignorar o comentario e seguir a diante. Claro que voce pode acusar o outro cara de ser um mentiroso, ou fazer seu personagem pensar isso, mas nao vale a pena.

Outra coisa que pode ser feita e "inventar" explicacoes para esses problemas "do sistema", como a propria blizzard fez na retomada das ilhas Echo. Quando chegou a hora de matar o Zalazane oficialmente, a Blizzard nao ignorou as pessoas que haviam matado ele na quest, ela inventou a desculpa de que ele usava magia de ilusoes para convencer as pessoas de que haviam matado ele, mas depois de alguns dias a cabeca entrege sempre se transformava em uma pedra ou algo assim. Nem sempre e viavel, mas em alguns casos da para inventar essas desculpas que "justificam" alguns desses problemas do sistema.
Olá a todos, que a Glória de Quel'Thalas esteja com vocês.

Para os fãs de RP, que querem participar de uma Guilda séria,bem formada e focada totalmente nessa maravilha que é interpretar, entre no tópico

http://us.battle.net/wow/pt/forum/topic/4571557281?page=1
Hm, "roleplaying" é sempre interessante, desde que sua trama/objetivo seja boa/bom e decorra bem, já que fora do WoW (Já que nunca interpretei no jogo, e estou interessado, mesmo que eu ainda me prove meio "novato" nisso.) presenciei coisas interessantes e ruins. O problema no meu caso (Mais recente.) é sempre achar pessoas o suficiente para colocar as ideias e a interpretação em prática... Estou procurando até hoje! LOL'
Althaea e amigos,

Achei interessante a iniciativa. Apesar de d'eu jogar em um server - Nemesis - onde RP, pode se dizer, não exista, eu criei meu personagem baseado em RP. Ele tem toda uma Lore, desde a criação do nome dele - Foi uma variação de nome nórdico, visto que ele era humano antes d'eu mudá-lo para Worgen -, a sua história. Até quando mudei ele para Worgen eu criei toda uma história que justificasse o ocorrido.

Ainda não achei nenhum grupo ou pessoas para jogar RP no WoW, mas acho interessante, e adorei a tua iniciativa de demonstrar como funciona.

Constantemente estou na UOL, na sala RPG 1, com o nick "Draak Van Hartkoud" ou somente "Van Hartkoud". Lá costumo jogar RP baseado em WoW e diversos outros temas. Pessoal que se interessa, lá é um bom ambiente também para aprender sobre interpretação e tudo mais. Aconselho também aqueles que se interessaram, a lerem a lore de wow, que até é disponibilizada no jogo. E se não souber muita coisa, não se preocupe, assim como ninguém sabe tudo sobre a lore em off-game, em in-game seu personagem não é obrigado a saber tudo, somente se fosse um sábio ancião, ou você fizesse ele parar nas dungeons para ler todos os livros perdido que há neles - como eu faço, hahahahahah! -.

Bem, caso saia mesmo o realm RP, e vocês vá para lá para jogar, bem espero jogar com vocês. Certamente estarei criando meu monge. hehehehe!
Tenho uma dica a ser incluída:

A questão do "druida maligno". Não é tão anti-RP, pois a lore do jogo lida com a regra, não com a exceção. Mas que fique bem claro que é EXCEÇÃO! Pense bem se você realmente quer ser um druida, se quer ser maligno. Existem classes mais abertas a malignidades. O inverso se aplica a Cavaleiro da Morte bonzinho. Exceções nem sempre são bem vistas e não espere que todo mundo goste de seu personagem por isso. Especialmente os que dividem a mesma classe.
Povo do Tol'Barad, abri um tópico no sub-forum do Reino a respeito de eventos RP, quem tiver interesse da uma olhada por lá!

http://us.battle.net/wow/pt/forum/topic/5795089665
Adorei as dicas, mas vou deixar pra praticar o RP quando sair o MoP, quem sabe não vem mais combinações legais raça/classe pra interpretar?
Curtia jogar rpg com uns amigos, mas nunca joguei RPG em um MMO, acho que não me agradaria muito pelas limitações do sistema (e pelo fato de o fluxo narrativo ser algo completamente diferente). Contudo, achei o tópico muito bem feito, construído, embasado e coerente. Parabéns pelo guia, espero que tenha sucesso e que continue.
Abçs.
Apoio a comunidade RP e o tópico, meus parabéns.

Pena a comunidade RolePlay ser muito pequena e decentralizada ainda, mas ainda possuo esperanças!

Que a luz os ilumine o/
Pra mim a interpretação é a melhor parte do jogo, interpreto a todo momento mesmo que poucos o façam.
Interessados em formar grupos de interpretação podem me convidar.
Abraços
Estou querendo , montar um grupo de RP para jogar o pandaria se alguem estiver afim, o servidor é o Tol Barad ,aliança. entre em contato .
Althaea aqui!
Larguei a priest pra tankar e ainda combei com zilhões de problemas daí o guia parou... e a criatividade sumiu x_x'

@Thamik Porque os roleplayers ficam na ally, porqueê!

@Panon Não sei se o "lore oficial" seria o adequado como única base porque, querendo ou não, ela tem um monte de lacunas incompatíveis com a interpretação, começando pela mais básica de todas: como raios determinar a idade da personagem se a blizz não publicou nada sobre a taxa de envelhecimento das raças jogáveis? Eu sinceramente prefiro usar os livros do RPG como base e adaptá-los ao game que o contrário, pq os livros dão mais perspectiva de mudança. Sei lá. Segundo o RPG minha N. Elf druid já pode ter visitado o Emerald Dream, mas segundo o jogo isso seria uma afirmação absurda (apesar de que eu não mando meus druids pro Emerald Dream...).

Referindo-me às incoerências que ocorrem devido ao próprio jogo: eu insisto que o bicho não está morto até você ter matado - mas aí abro um parêntesis que provavelmente não coloquei no "guia": depende da personagem. Dependendo de onde seu char está, dentro da Lore, os boss realmente não estão mortos, mas em outros casos: ex.: minha priest tá "travada" no cata, logo pra ela o Arthas tá morto. Ela participou dos eventos que levaram a morte dele, mas não no abate em si do Arthas - mas isso foi opção minha, pq travei ela no cata. O outro exemplo é o da minha paladina.

Ela foi pra Outlands junto com o bando do Kael e estava no meio dos insurgentes que formaram os Scryers. Até aí tudo ok. Ela não estava no bando que matou o Kael, mas ainda assim sabe que o "ex-rei" está morto, porque um grupo anunciou a morte do infeliz e trouxe a cabeça dele pra por numa estaca (ignore essa parte :P). Mas porque isso? Porque é lore canônica, e eu me recuso a colocar minhas personagens como peças chave em eventos canônicos - automaticamente pra ela o Kael está morto, mas e o Arthas? No nível atual de desenvolvimento da minha lore pra essa paladina o Lich King tá bem vivinho, não porque não terminei ICC, e sim porque "travei" ela no fim da batalha com o Kil'jaeden. Quando eu avançar mais um pouco a história dela - depois de abater o Arthas... - vou deixá-la no patamar "cataclysm", aí vem o "probleminha" do DW. Óbvio que ela não vai ser "a heroína que ajudou o Tirion a matar o LK", mas ela pode muito bem ter participado dos eventos que levaram à morte do Arthas, pq afinal de contas, todos os herois e soldados participaram da briga contra a Scourge. Claro que meus achieves de matar os boss do Cata são "provas" de que ela não está travada, mas aí vai do bom-senso do jogador - se considerar importante e decisivo a ponto de travar com alguém uma discussão sobre "quem matou o Hogger" é, na minha opinião, uma situação que ocorre apenas quando os players são ligeiramente sem noção.

Quanto a parte das limitações do sistema, quando eu voltar a escrever o guia vou colocar essa parte que você escreveu - apesar de que, dentro de um contexto RP dá pra fazer um Warrior mage basta analisar como essa configuração se aplica e buscar uma classe o mais semelhante possível a ela. Se restringindo às classes em questão - warrior e mage - o problema é que os "spells" vão ficar limitados a efeitos bizarros que se consegue com algumas poções (tipo andar na água, ficar nanico, ficar gigante), sei lá. Ou então no caso de um char mage ele seria um maluco que solta aquele escudinho frost e vai pro pau no meele. No fórum de RP europeu eu achei um carinha discutindo o uso do DK como sendo um warrior-mage, e na real, achei que foi uma ideia excelente. Ele fez um DK com pele de gente viva e arrumou uns mogs menos "EI, OLHEM PRA MIM, SOU DU MAL!". No fim das contas ainda é um meele usando spell... Na real dentro do jogo as possibilidades são ilimitadas, basta pegar uma classe
Na minha maneira de jogar isso não é muito limitado porque uso muito mais o recurso do /em do que "o char propriamente dito" - infelizmente ainda não posso castar o Exorcism naqueles locks malditos - apesar de constantemente fazê-lo usando um /em...

@Akkahay: não sei se o druida maligno poderia ser considerado como exceção porque os próprios "caminhos" da classe acabam dizendo que a tendência deles é neutra ou bondosa. Os druidas, queiram ou não os adeptos do "malignismo" são indivíduos que PROTEGEM alguém (no caso a natureza), então eles não são malignos. Podem ser sádicos, perversos, rebeldes, mas ainda assim não conceituam malignos porque "canalizam" essas "evergias negativas" em uma causa que não é própria. Claro que o conceito de maligno é relativo, mas normalmente as personagens malignas o são por causa de:

A) Elas pensam apenas em si mesmas e que se dane o resto. É tudo em benefício próprio ou "da própria causa": Exemplo: Sylvanas, the Banshee Queen. O RPG diz que ela é Lawful Evil

B) Eles vivem apenas para destruir e que se dane o resto. Exemplo: Deathwing, the Destroyer.
Ok, vai ser um post duplo mas a causa é boa.

Eu estava com saudade de logar nessa coisa e discutir com a galera da comunidade brasileira de RP, a Tavernitcha rende bastante!

No mais, vou tentar adiantar mais uma parte do guia - se eu passar no vest de novo vou ter muito tempo livre.... (um salve pra galera das federais que vão pagar greve pra depois do carnaval -_-')
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Shorel'aran!

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